Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

GERAL

Motociclistas recebem orientações sobre segurança na Semana Nacional do Trânsito

Publicados

em

Entre os temas lembrados na Semana Nacional de Trânsito (18 a 25 de setembro), o Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) ressalta, por meio da gerência de Ações Educativas, cuidados que motociclistas devem ter no trânsito.

A gerente de Ações Educativas do Detran-MT, Rosane Pölzl, fez recomendações importantes durante abordagens à motociclistas. Segundo ela, tem sido comum encontrar pessoas usando o capacete de forma irregular.

“Por ser de uso obrigatório por lei, o capacete deve ser usado sempre com a viseira abaixada, não sendo possível aplicação de insulfilme pois prejudica a visão, em especial à noite ou quando está chovendo. A viseira não pode ser substituída por óculos de sol ou de grau. Existem capacetes que não possuem viseira; nesses casos é necessário o uso de óculos específico”, disse Rosane.

Segundo Rosane, a cinta jugular deve estar sempre afivelada e ajustada, pois serve para firmar o capacete à cabeça do motociclista e passageiro, oferecendo a correta proteção. Quando não se observa o correto ajuste e fechamento na jugular, o motociclista corre o risco de um acidente grave, permitindo que o capacete saia da cabeça.

“Os capacetes são vendidos por numeração conforme o tamanho da cabeça do motociclista. Ao fazer a compra, o ideal é provar antes e adquirir o que melhor se ajuste, a fim de oferecer maior segurança. Os motociclistas devem estar atentos também ao prazo de validade do item e condições dos mesmos, devendo ser trocados sempre que apresentarem qualquer defeito”, ressaltou a gerente de Ações Educativas.

Transportar crianças

Leia Também:  Elementais da Terra: Conheça mais sobre os duendes e gnomos

A motocicleta é um veículo preparado para transportar somente duas pessoas, o piloto e um passageiro. Essa regra é válida em todo o país. Não se pode esquecer que bebês ou crianças menores de 7 anos não podem ser transportados em motocicletas, por ainda não terem uma estrutura física adequada para firmar os pés nas pedaleiras, nem abraçar o piloto durante o trajeto.

“Ressaltamos que é importante o passageiro não transitar segurando nas alças traseiras das motos. Essas alças existem para transportar pequenos objetos e se utilizadas para apoio do passageiro, em uma manobra mais brusca, a tendência é de que esse passageiro não consiga se segurar, caindo da moto. Quando estamos abraçados ao piloto, conseguimos favorecer as manobras, pois acompanhamos o movimento”, explicou a gerente.

Celular no trânsito

Para Rosane, vale lembrar que o uso do celular enquanto dirige ou pilota é perigoso, pois no trânsito é necessária uma enorme atenção. Os motociclistas que trabalham com entregas por aplicativos devem se atentar para não usar o celular durante o trânsito. Ela ainda lembrou que eles devem verificar a rota antes de iniciar o trajeto.

“Até motoristas mais cuidadosos correm risco de serem vítimas de acidentes se, por alguns segundos, colocarem sua atenção fora do trânsito”, afirma.

Direção defensiva

A maioria dos graves acidentes com vítimas se deve a alta velocidade. E os motociclistas são os mais afetados em um acidente. Por isso, Rosane alerta para a prática da direção defensiva; isto é, praticar diariamente atitudes que possibilitem o condutor prever situações de risco no trânsito.

Leia Também:  Homem é assassinado asfixiado dentro de quitinete no Pedra 90

“Quando excedemos o limite de velocidade, nosso tempo de reação fica incrivelmente menor. E os motociclistas, em um acidente, são os que saem mais machucados. Quando demais veículos estão em movimento e o motociclista utiliza o corredor, aumenta os riscos de se envolver em acidentes por dois motivos: estará ultrapassando um veículo pela direita, o que é vedado pelo Código de Trânsito Brasileiro,  oferecendo riscos; bem como passar pelo ponto cego de dois outros condutores a cada ultrapassagem”, disse a gerente.

O que diz a Lei

Conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), transportar crianças menores de sete anos ou que não tenham, nas circunstâncias, condições de sua própria segurança, o motociclista pode sofrer a penalidade de multa e a suspensão do direto de dirigir.

Segundo o artigo número 244 do CTB prevê, na ausência de viseira ou óculos no capacete de segurança, o motociclista poderá perder o direito de dirigir.

O excesso de passageiros gera muitas penalidades ao condutor ou responsável pelo veículo. Transportar um número superior de pessoas em relação ao que é permitido por lei constitui infração média, de acordo com o art. 231 do CTB. A infração média gera multa no valor de R$ 130,16 e 4 pontos somados à CNH. Para a infração por excesso de passageiros, a medida administrativa é a retenção do veículo.

“O foco não deve ser somente evitar multas, mas sim evitar que acidentes aconteçam, preservando a saúde e principalmente vidas”, alertou Rosane.

Marcelo Fin / Detran-MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

GERAL

Projeto garante a pacientes internados prestação de assistência espiritual e religiosa

Publicados

em

O Projeto de Lei 5005/20 garante a pacientes internados em estabelecimentos de saúde o acesso à assistência espiritual e religiosa, por meio de ministro de culto ou “outra pessoa idônea que tenha sido indicada por organização ou entidade religiosa”. Segundo a autora da proposta, deputada Chris Tonietto (PSL-RJ), durante a pandemia de Covid-19, “inúmeros foram os relatos de ministros de culto religioso que, por alegação de razões sanitárias, foram proibidos de forma abusiva de prestar assistência religiosa a pacientes que desejavam recebê-las”. Para a parlamentar, “os cuidados com higiene e prevenção de contaminação, por mais que necessários, não podem impedir a realização da assistência religiosa, direito constitucionalmente garantido”.

Se a proposta for aprovada pela Câmara dos Deputados, a medida valerá para hospitais, clínicas, ambulatórios, pronto-atendimento, lares de idosos, casas de recuperação e congêneres da rede pública e privada.

Solicitação do paciente
Conforme o texto, a assistência espiritual e religiosa será prestada por solicitação do paciente ou, quando este não a possa solicitar e se presuma ser essa a sua vontade, de seus familiares, ou ainda, na falta destes, de outros cuja proximidade ao paciente seja significativa.

Leia Também:  Bolsonaro anuncia 13º do Bolsa Família na semana que vem

Ainda de acordo com o projeto, a assistência espiritual e religiosa poderá ser prestada a qualquer hora, de acordo com a vontade do paciente e sem prejuízo do repouso dos demais pacientes e da prestação dos cuidados de saúde. O indeferimento ao acesso do assistente espiritual ou religioso deverá ser precedido de decisão fundamentada por escrito do médico do paciente, assinada e timbrada pela unidade hospitalar.

Os assistentes espirituais ou religiosos deverão respeitar a liberdade de consciência, de religião e de culto dos demais pacientes, dos profissionais de saúde, dos funcionários e voluntários da unidade de saúde.

Penalidade
A proposta prevê multa de R$ 5 mil reais, aplicada em dobro em caso de reincidência, para o estabelecimento de saúde que desobedecer à lei.

O texto determina que os hospitais e unidades de saúde disponibilizem ao público e aos seus funcionários, em local visível e de fácil acesso, uma cópia da norma, caso aprovada.

Lei existente
Já existe uma lei sobre o tema (Lei 9.982/00), mas a deputada Chris Tonietto a considera “extremamente sucinta” e acredita que a norma “não tem se demonstrado apta a tutelar com efetividade o direito assegurado na Constituição”.

Leia Também:  Agentes de saúde britânicos iniciarão teste de hidroxicloroquina

A lei assegura aos religiosos de todas as confissões  o acesso aos hospitais da rede pública ou privada, bem como aos estabelecimentos prisionais civis ou militares, para dar atendimento religioso aos internados, desde que em comum acordo com estes, ou com seus familiares no caso de doentes que não estejam no gozo de suas faculdades mentais.

Ainda segundo a lei, os religiosos chamados a prestar assistência nos estabelecimentos de saúde deverão acatar as normas internas de cada instituição hospitalar ou penal, a fim de não pôr em risco as condições do paciente ou a segurança do ambiente hospitalar ou prisional.

Para a parlamentar, a legislação “necessita ser reformada, justamente para prever que o acesso seja efetivamente facilitado”. ​

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

POLÍTICA

POLÍCIA

AGRONEGÓCIO

ECONOMIA

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA