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Luciano Huck culpa governo por crise no Amazonas e convoca panelaço

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Luciano Huck
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Luciano Huck critica governo por crise no Amazonas

O estado do Amazonas está vivendo uma crise por conta da falta de oxigênio para o tratamento de pacientes internados com Covid-19.  Diversos famosos se mobilizaram para ajudar e Luciano Huck gravou um vídeo falando sobre a iniciativa e criticando as autoridades brasileiras pela situação caótica.

“É uma sensação de impotência horrível. Parece que a gente está de mãos atadas e eu vou explicar o porquê. Desde ontem, eu estou vendo uma mobilizando de artistas queridos para comprar balões de oxigênio. Beleza, como é que faz? Como é que faz isso chegar lá? Você não pode comprar cilindro de oxigênio e colocar em um avião civil, é proibido. Você só pode fazer isso em cargueiro”, disse Huck.

O apresentador continuou dizendo que a situação é complicada por causa da logística necessária para o transporte. Não é possível levar os cilindros em aviões comuns e também é complicado levar os pacientes para outro local, pois eles precisam do oxigênio para conseguir respirar durante os voos.

Você viu?

“É problema para todos os lados. Vou deixar claro mais uma vez, isso é consequência da irresponsabilidade, da ingerência, da descoordenação, da negação da ciência e de todos os absurdos que a gente viu, ouviu e leu de como as autoridades brasileiras vem tratando a crise da Covid-19. O que está acontecendo hoje no Amazonas poderia ter sido evitado”, disse.

Por fim, o apresentador falou que uma ajuda que todos podem dar é apoiar as ONGs que estão dando suporte aos pacientes internados. Ele também disse que irá continuar atento à situação e a outras formas de ajudar a população do estado do Amazonas. Ele também divulgou um panelaço às 20h30 desta sexta-feira (15).

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Fonte: IG GENTE

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Dayane Mello, do “Big Brother Itália”, analisa volta ao Brasil

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Dayane Mello
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Dayane Mello

Quarta colocada no “Grande Fratello Vip”, versão italiana do “Big Brother”, a  brasileira Dayane Mello está sendo procurando por marcas brasileiras que não veem a hora dela voltar ao país. 

Juliano Mello, irmão e assessor no Brasil de Dayane Mello , tem analisado as propostas, mas espera o fim das obrigações contratuais da modelo com o “Grande Fratello” para decidirem os novos rumos da carreira.

“Ela tem que cumprir um contrato pelo ‘ Grande Fratello Vip ‘, rotina de entrevistas em programas de TV e vamos discutir estes assuntos profissionais. No Brasil, há muita procura de várias marcas e outros compromissos, assim como tivemos agências e empresários nos procurando. Ficamos felizes, porque minha irmã sempre sonhou em trabalhar no Brasil. Ela estava mais na Itália justamente por ser mais conhecida por lá”, afirmou ele, em entrevista ao jornal Extra.

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Enquanto não há preivisão de Dayane voltar ao Brasil, a modelo curte a companhia da filha, Sofia, de quem ficou afastada por cinco meses, devido ao confinamento do reality show . “Estamos vendo formas segura de Dayane vir para o Brasil. Queremos trazê-la o mais rápido possível, principalmente para ficar perto da nossa família. Ainda mais depois de tudo que aconteceu (a morte do irmão caçula). Ao mesmo tempo, queremos fazer tudo no tempo dela”, pontuou.

A jornada de Dayane Mello

A participação da modelo no “Big Brother Itália” foi marcada por uma sucessão de acontecimentos polêmicos. Logo de início do programa, ela foi alvo de xenofobia e machismo por parte dos demais participantes.

Após alguns meses de confinamento, Dayane recebeu a notícia de que um de seus irmãos – que morava no Brasil – morreu em um acidente. Mesmo abalada, ela decidiu continuar no programa.

Por fim, Dayane Mello sofreu represálias no reality ao assumir sua bissexualidade. Diante de tudo isso, ela acabou recebendo apoio de anônimos e famosos do mundo todo. No Brasil, Ana Maria Braga, Stéfani Bays, entre outros nomes chegaram a incentivar mutirões para que ela ganhasse o “Grande Fratello Vip”.

Fonte: IG GENTE

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