Eleições de 2018: Será que o DEM quer reeditar como foi em 98 com Julio e Bezerra?

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Em 1998, Dante que estava perdendo as eleições para o Júlio Campos, deu uma ‘‘virada”, assim que Júlio e Bezerra se juntaram. O consultor de marketing de Dante foi o Marketeiro Duda Mendonça , que também será o mesmo de agora do tucano Pedro Taques.

Os minutos ganhos pelo DEM no horário eleitoral ao trazer o MDB do Bezerra, podem não ser  suficientes para se defender dos ataques que irão sofrer por essa união do atraso, em contra partida com o novo de Pedro Taques.

São os grandes desgastes  com os velhos caciques da política Mato-grossense ostentam no momento.  Tanto Pedro Taques quanto Wellington Fagundes e o procurador Mauro, são mais jovens na política que o trio composto pelos ‘’coronéis da política’’, como Mauro Mendes mesmo se referia a trio de Mato Grosso, que são os irmãos campos; Júlio, Jayme e Bezerra. E agora que conta também com o apoio de Silval Barbosa, manifestada pelo seu filho, medico Rodrigo Barbosa.

Informações reveladas por uma fonte que nos pediu off, confirmou  quem fez a ”ponte”para essa possível união do MDB/DEM teria sido o advogado e ex-secretário da Casa Civil e Sema, advogado José Lacerda, pela proximidade  que o mesmo mantém tanto com Silval Barbosa quanto com Mauro Mendes. Onde consta ainda, conforme essa mesma fonte que Mauro e Silval Barbosa seriam sócios em uma mineradora,  e que essa amizade vem de longa data. Silval estaria por trás da união dos partidos onde ele é o vice-cacique pelo MDB, onde continua dando as cartas ao lado de Bezzera nos bastidores.

É tão grande a proximidade entre ambos, que dias atrás, em uma emissora de radio local, Mauro chegou a ponto de dizer que o governo de Silval foi melhor para Mato Grosso que a atual de Pedro Taques.  Segundo analistas políticos estaduais, a junção das bases do MDB e DEM é como a ‘’junção de água e óleo’’, jamais irão se misturar, pois as bases não ‘’aderem aos caciques’’.

Segundo analistas políticos ouvidos pela nossa reportagem, a conclusão é que Mauro Mendes ainda poderá ‘’envelhecer’’ ainda mais o discurso, podendo perdê-lo definitivamente. Onde é publico e notório que mauro Mendes sempre criticou em seus palanques contra os ‘’coronéis da política Mato-grossense’’ e agora Mauro une-se a eles. Um dos analistas ironizou dizendo que: ‘’isso ai ainda vai acabar virando abraço de afogado’’ e que  resta saber se Julio Campos  e Bezerra vão ter forças para carregar mauro Mendes pendurado nos ombros, justamente por estar com a perna engessada. Sintetizando tudo que Mauro ate então combateu, como os ‘’jeitos e métodos’’ de  fazer política de resultados subjetivos e movidos pelos interesses pessoais. Métodos esses, conhecidos pela sociedade Mato-grossense em geral.

Já Pedro Taques,  vem mostrado um trabalho intenso, que está sendo o mais coerente de todos os pré-candidatos até aqui. Com seus últimos movimentos, Pedro vem diminuindo a passos largos a sua rejeição.

Resta saber se o tempo de segundarios ganho para o uso no horário eleitoral com a vinda do MDB para o DEM seria suficiente para Mauro ao menos defender-se.

A reportagem ouviu também marketeiros que foram unanimes em dizer que a união de Mauro com os irmão Julio e Jayme Campos, Carlos Bezerra e Silval Barbosa (este já atuando nos bastidores da campanha de Mauro) como  mostra nesta articulação da ida do DEM para o MDB  será um péssimo negocio para Mauro Mendes. Que inicia uma campanha se defendendo, ao invés de atacar e propor, e é o que vai acabar acontecendo com Mauro, tendo que justificar a união dele com as forças do atraso e do velho jeito de fazer política, sendo muitíssimo pior que trocar 6 por meia dúzia.

O tempo ganho para a propaganda eleitoral com essa possível união, pode não ser suficiente para Mauro explicar e defender-se futuramente essa inexplicável união de gato e rato.

Crédito: DA REPORTAGEM – GRUPO DE MÍDIAS