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NOTA MT

VEJA LISTA: Mais de mil consumidores são contemplados no sorteio do Nota MT

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A Secretaria de Fazenda (Sefaz) realizou nesta quinta-feira (13.01) o primeiro sorteio de 2022 do Programa Nota MT. Os prêmios principais de R$ 10 mil foram sorteados para moradores dos municípios de Cuiabá, Poconé, Tangará da Serra e Primavera do Leste. Ao todo, 1.002 consumidores foram contemplados.

Assim como nos demais sorteios mensais, foram distribuídos 5 prêmios de R$ 10 mil e 1.000 prêmios de R$ 500. Os sorteados dos prêmios de R$ 10 mil foram: Denildes Catarina da Silva Assunção, de Poconé, Gabriel Vitalino de Siqueira e Mauro Belizario da Sillva, de Cuiabá, Rosicleia Ramos do Nascimento, de Tangará da Serra, e Sonia Aparecida Gambeta Peres, de Primavera do Leste.

Os demais ganhadores vão receber prêmios de R$ 500, sendo que três deles foram premiados duas vezes somando, cada um, R$ 1.000 em premiação. A Sefaz ressalta que o resultado do Nota MT é pelo número de bilhete, portanto a mesma pessoa pode ganhar mais de uma vez, com bilhetes diferentes.

O secretário adjunto de Relacionamento com o Contribuinte, Jefferson Delgado, conduziu o sorteio e destacou a importância do Programa Nota MT para a sociedade. “O Nota MT é muito para o contribuinte e para a sociedade como um todo porque, em primeiro lugar, o Programa ajuda o Estado com a sua arrecadação, que revertida para ações na educação, na saúde, na segurança pública e outras áreas. Além disso, o consumidor pode participar dos sorteios e ainda ajudar uma entidade social”.

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Jefferson destaca, ainda, outros benefícios do Nota MT que disponibiliza diferentes usos como o Menor Preço que possibilita ao cidadão pesquisar os valores dos produtos e verificar o menor preço, antes de realizar suas compras. Outra funcionalidade é o desconto no IPVA de até R$ 100 que será concedido para aquelas pessoas cadastradas no Programa e que pedem o CPF na nota.

Dos prêmios distribuídos no sorteio desta quinta-feira (13.01), 394 foram para moradores de Cuiabá e 65 para residentes em Várzea Grande. No interior, Sinop se destaca com 84 ganhadores, seguido de Rondonópolis e Cáceres com 70 e 36 premiados, respectivamente.

Além dos contribuintes mato-grossenses, sete pessoas de outros estados foram premiadas sendo uma de Goiás, uma da Bahia, uma do Rio do Janeiro, uma de São Paulo, uma do Maranhão e duas de Santa Catarina. Embora seja um programa estadual, as pessoas que residem em outros estados também podem participar dos sorteios. Para isso, basta que façam o cadastro, realizem compras em estabelecimentos comerciais localizados em Mato Grosso e peçam o CPF no documento fiscal.

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Esse primeiro sorteio do ano de 2022 foi referente ao mês de dezembro de 2021 e teve como base o resultado da Loteria Federal desta quarta-feira (12.01). Nele, concorreram 333.777 consumidores, com 2.370.449 bilhetes gerados a partir dos documentos fiscais emitidos com CPF no período de 1º a 31 de dezembro de 2021.

No decorrer do ano a Sefaz vai realizar mais 11 sorteios mensais com prêmios de R$ 500 e R$ 10 mil e quatro sorteios especiais, com premiações de R$ 50 mil. Confira aqui o calendário dos sorteios do Nota MT para 2022.

Fonte: GOV MT

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ECONOMIA

Pandemia aumenta acesso da população a serviços bancários

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Os bancos digitais aumentaram o acesso da população brasileira a produtos financeiros, com destaque para a parcela de baixa renda. Atualmente 19% dos brasileiros têm conta em bancos digitais e 30% estão nas classes D e E. É o que revela pesquisa divulgada pelo Instituto Locomotiva, feita com 1.519 brasileiros, com 18 anos de idade ou mais, entre 27 de outubro e 7 de novembro do ano passado.

O presidente do Locomotiva, Renato Meirelles, disse que, antes da pandemia de covid-19, o banco digital era o segundo banco da classe mais rica e o substituto da conta universitária. “Os bancos digitais falavam, praticamente, para os mais ricos. Tanto que, para depositar dinheiro no banco digital, era preciso fazer uma transferência de outro banco. Então, ele [banco digital] era, basicamente, para quem já tinha conta.”

Com a pandemia, o receio de se expor a uma possível contaminação ao se dirigir a uma agência bancária tradicional fez cair consideravelmente a procura por esses serviços. Por outro lado, aumentou o acesso à internet e cresce a demanda por serviços e compras online, destacou Meirelles.

“Além de fazer crescer o mercado das fintechs (empresas que oferecem serviços financeiros), isso mudou o perfil desse público. Por isso, temos 30% que são das classes D e E. Praticamente, um terço de quem tem conta em fintechs vem das classes D e E.”

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Inclusão

Segundo Meirelles, um dado que ajuda a entender esse processo de inclusão é o fato de 86% dos brasileiros dizerem que os bancos digitais permitiram que pessoas antes discriminadas pelas instituições financeiras tivessem conta em banco e de 80% afirmarem que bancos digitais não discriminam clientes de acordo com a renda. Ele lembrou que anteriormente os bancos tradicionais eram os únicos “que tinham detector de pobre” na entrada – a porta giratória. “Hoje abrir uma conta no banco digital, é muito mais fácil, muito menos burocrático.”

O presidente do Instituto Locomotiva aponta facilidades do processo atual: “você tira uma foto de si mesmo e consegue provar que é você, com uma simples foto. Não precisa mais mandar aqueles 50 documentos. Isso torna o sistema financeiro mais democrático e mais acessível para a parcela da população que não era tão bem atendida antes da existência das fintechs. Este é mais um motivo para a adesão das pessoas ao banco digital, afirmou Meirelles.

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Menos taxas

A isso, soma-se a percepção de os bancos digitais cobrarem menos taxas e serem mais fáceis de usar. As fintechs atraem mais os jovens, que são mais conectados. Entretanto, durante a pandemia, o que se viu foram pessoas mais velhas aprendendo com os netos a usar as novas tecnologias, entre as quais as fintechs. “Como os mais velhos eram do grupo de risco, tinham mais dificuldade para ir aos bancos. E isso os levou a se digitalizar mais e a usar as fintechs.”

Meirelles disse que, no geral, são os mais jovens que usam mais as fintechs, mas ressaltou que, proporcionalmente, quem mais elevou o uso dos bancos digitais foram os mais velhos, que saíram de uma base menor, quase equivalente a 0%. “Foi o grupo que mais cresceu na pandemia.”

A sondagem mostra que 57% dos entrevistados têm conta em bancos tradicionais e digitais e 19%, só em instituições digitais; 30% são das classes D e E e 20% são clientes apenas de bancos tradicionais. Entre os jovens de 18 a 24 anos, 36% têm apenas conta digital.

Edição: Nádia Franco

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