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ECONOMIA

Setores da indústria, comércio e serviços contribuem para crescimento do PIB

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Conforme divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) do país voltou a crescer, em relação ao trimestre anterior. O aumento foi de 0,4% e pode ser comemorado frente às expectativas de recessão.

De acordo com levantamento realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL Cuiabá) junto ao IBGE, o aumento foi impulsionado por altas dos setores da indústria, comércio e serviços, que apresentaram aumentos significativos para o período. “O comércio apresentou um importante crescimento de 0,7% em relação ao trimestre anterior, os dados reforçam as melhorias dos indicadores, como o aumento dos postos de trabalho e consumo das famílias”, afirmou o superintendente da entidade, Fábio Granja.

CONSUMO DAS FAMÍLIAS – Outro dado divulgado pelo IBGE que também animou esses setores foi em relação ao consumo das famílias brasileiras que também voltou a crescer em um maior ritmo no segundo trimestre de 2019. Os dados da pesquisa Contas Nacionais Trimestrais apontam que desde 2017 esse dado não apresentava queda, porém, o crescimento estava bem próximo da estagnação nos últimos tempos.

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De acordo com o IBGE, houve alta de 1,6% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Nos três meses anteriores, o crescimento pela mesma base de comparação tinha sido de 1,3%.

“Apesar do crescimento não ter apresentado números mais elevados, estamos otimistas que possamos melhorá-los neste segundo semestre”, afirmou Granja, ressaltando que o resultado foi positivamente influenciado pelo crescimento de 13,9% do saldo das operações de crédito para pessoas físicas, além do crescimento da massa salarial real.

Assessoria de Imprensa – CDL Cuiabá

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ECONOMIA

Banco Central registra recorde de remessas de dólares para Brasil

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Com a alta do dólar, as remessas de brasileiros que vivem no exterior para familiares no Brasil têm batido recordes. Em setembro, foram registradas US$ 293 milhões de receitas de transferências pessoais, segundo dados do Banco Central (BC). Esse foi o maior volume para o mês de setembro, na série histórica, iniciada em 1995. Em setembro de 2019, as transferências somaram US$ 248,6 milhões.

De janeiro a setembro deste ano, foram US$ 2,407 bilhões enviados para o Brasil, crescimento de 11,6% em relação a igual período de 2019. Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o dólar mais caro faz com que o dinheiro convertido em reais no Brasil represente um volume maior de recursos. Ele diz que isso pode incentivar os brasileiros no exterior a mandarem mais dólares para o país.

“Como a pessoa no exterior que está mandando para seus parentes no Brasil sabe que aquela mesma quantidade de dólares que manda sempre vai representar uma quantidade maior, pode ter um incentivo para aumentar esse fluxo em dólares”, disse, ao apresentar o relatório das contas externas, na última sexta-feira (23).

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Por outro lado, a alta do dólar desestimula o envio de recursos do Brasil para o exterior. Em setembro, essas transferências chegaram a US$ 128 milhões, queda de 18,9% na comparação com o mesmo mês de 2019. No acumulado do ano até setembro, o valor chegou a US$ 1,065 bilhão, recuo de 31,1% contra igual período de 2019.

Países de origem

A maior parte das transferências que vêm para o Brasil são dos Estados Unidos. Esse setembro, o volume chegou a US$ 147,2 milhões. Outros US$ 57 milhões vieram do Reino Unido, US$ 17 milhões de Portugal, US$ 9,8 milhões da Espanha, US$ 7,7 milhões da Itália e US$ 7,6 milhões do Japão.

Edição: Denise Griesinger

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