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INDUSTRIA AUTOMOTIVA

Procura por carros importados cresce em MT

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O futuro da indústria automobilística em Cuiabá já chegou, é o fim da espera e da burocracia aduaneira. Com investimentos pesados na aquisição de carros elétricos da Tesla, os mato-grossenses podem vislumbrar as versões 2021 do Model 3 e do Model Y, da Tesla, a marca mais conhecida e respeitada quando o assunto é carro elétrico. Ambos os modelos já podem ser conferidos, apreciados e testados na Rivenditori.

“É o fim da espera pelas versões mais modernas, famosas e desejadas do planeta. Ter o Zero KM da Tesla a disposição se traduz em zerar os burocráticos trâmites de importação que de certa forma significava impedimento na aquisição. Encurtar essa espera e possibilitar a compra imediata é um grande avanço para o segmento de carros de luxo em Cuiabá”, avalia Rosi Cidram, gestora da Rivenditori.

A gestora destaca que ter os carros a disposição atende uma demanda principalmente do interior de Mato Grosso.

“É impressionante a escalada de interesse pelas novas versões do Tesla, os carros elétricos despertaram o interesse em especial de quem é do Agronegócio”, aponta. Além de representar a chegada do futuro com modelos elétricos mais modernos, a Tesla significa categoria, segurança e tecnologia de ponta, com itens especialíssimos em cada modelo.

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O Tesla Model 3 é impressionante, nele credita-se uma experiência única dos veículos da marca, sem o ruído ou alguns dos artifícios presentes em versões anteriores. Em seus muitos desempenhos têm um forte poder de aceleração e autonomia da bateria, entre esses elementos o Model 3 tem a capacidade de ir dos 0 aos 100km/h em pouco mais de 4 segundos e uma autonomia de bateria que ronda os 600km.

Agora a grande estrela o Model Y da Tesla tem uma potência extra superior e desempenho surpreendente vai a 100 km/h em 3,7 segundos e chega a 244 km/h. E vai além, tem uma receita de sucesso, conquista de vez por oferecer ainda a funcionalidade de um SUV com 7 lugares e o desempenho de esportivo, com preço atraente. A arquitetura da suspensão é independente nas quatro rodas, com estrutura de alumínio. Uma característica comum a todos os Tesla.

“A capital do Agronegócio começa a atender de fato todas as necessidades e tendências de mercado quando o assunto é o setor de automobilismo, a Rivenditori veio para preencher esta lacuna e se aproxima cada vez mais em atender com excelência em todos os eixos, desde a comercialização de carros 0 km, semi-novo de luxo e estética automotiva, estamos prontos para surpreender”, define Amir Maluf, proprietário da Rivenditori.
Ainda de acordo com o empresário, o Centro Automotivo se tornou de forma rápida uma grande referência para todo o Estado de Mato Grosso e até mesmo para alguns Estados vizinhos.

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“A Rivenditori resolveu uma equação importante do segmento e viabilizou a logística, não é necessário mais adquirir veículos de luxo no eixo Rio-São Paulo, encurtamos essa distância principalmente para as regiões mais distantes de Mato Grosso, na pratica isso se converte em mais fechamento de negócios, mais oportunidades e incremento financeiro em nossa terra”, finaliza Amir Maluf.

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ECONOMIA

Produção de aço cresce 20,3% de janeiro a maio

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A produção nacional de aço bruto cresceu 20,3% no acumulado de janeiro a maio, em comparação ao mesmo período do ano passado, totalizando 14,9 milhões de toneladas, a maior produção da série histórica. A produção de laminados nos cinco primeiros meses do ano cresceu 29,7%, em relação ao resultado registrado em igual período de 2020, com 11,1 milhões de toneladas. A produção de semiacabados para vendas somou 3,3 milhões de toneladas de janeiro a maio, um acréscimo de 0,5% na mesma base de comparação. As informações foram divulgadas hoje (17) pelo Instituto Aço Brasil (IABr).

De janeiro a maio, as vendas internas foram de 10 milhões de toneladas, o que representa uma alta de 46,4% quando comparada com o apurado em igual período do ano anterior, disse o presidente executivo da entidade, Marco Polo de Mello Lopes. Já o consumo aparente de produtos siderúrgicos no país foi de 11,5 milhões de toneladas no acumulado até maio, com expansão de 50,7% frente ao mesmo período de 2020.

As importações alcançaram 2 milhões toneladas até maio, aumento de 128,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 1,8 bilhão, crescimento de 92,2% no mesmo período de comparação. Já as exportações somaram 4,3 milhões de toneladas e US$ 3 bilhões de faturamento nos cinco primeiros meses do ano, representando retração de 13,6% e aumento de 20,5%, respectivamente, na comparação com igual período do ano passado.

Produção

Marco Polo informou que em maio deste ano, a produção brasileira de aço bruto alcançou 3,1 milhões de toneladas, um crescimento de 40,1% frente ao apurado no mesmo mês de 2020, constituindo a maior produção mensal desde outubro de 2018. Os resultados foram favoráveis também em relação à produção de laminados e de semiacabados para venda. Foram produzidas 2,4 milhões de toneladas de laminados, 70,9% a mais do que em maio de 2020; já a produção de semiacabados para vendas totalizou 797 mil toneladas, aumento de 26,5% em relação ao mesmo mês do ano passado

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As vendas internas avançaram em maio 73,9% frente ao apurado no mesmo mês de 2020 e atingiram 2,1 milhões de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 2,5 milhões de toneladas, 83% superior ao apurado em maio de 2020.

As exportações em maio foram de 746 mil toneladas, o equivalente a US$ 636 milhões. Os números mostram queda de 12,2% em quantidade e aumento de 50,8% em valor, na comparação com o mesmo mês de 2020. Nas importações de maio, o IABr apurou 550 mil toneladas em quantidade e US$ 488 milhões em valor, o que representou alta de 267,7% e 195,3%, respectivamente, em relação ao registrado em maio de 2020.

Marco Polo disse que “os dados mostram que a indústria brasileira do aço está produzindo e colocando no mercado interno mais aço do que vinha sendo demandado antes da pandemia”. Segundo o executivo, a demanda atual pode ser explicada pela retomada dos principais setores consumidores e, também, pela formação de estoques defensivos de alguns segmentos que querem se proteger de cenário de volatilidade do mercado. “Volatilidade esta provocada pelo movimento mundial de boom nos preços das commodities. Quase todos os insumos e matérias primas, em especial minério de ferro e sucata, continuam com significativa elevação de preços, causando forte impacto nos custos de produção da indústria do aço”, disse o presidente executivo do IABr.

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O executivo disse que não há qualquer situação de excepcionalidade no mercado doméstico de aço. “O fornecimento está normalizado e as empresas siderúrgicas estão em ritmo de produção superior àquele verificado no período anterior ao início da pandemia da covid no país”.

Confiança

O instituto divulgou também hoje (17) o Indicador de Confiança da Indústria do Aço (Icia), referente ao mês de junho. O indicador recuou 7,3 pontos frente ao mês de maio, para 63,8 pontos, após dois meses de crescimento.

De acordo com o IABr, a redução da confiança dos executivos da indústria do aço ocorreu, exclusivamente, pela piora das expectativas para os próximos seis meses. Ainda assim, o indicador se mantém 13,8 pontos acima da linha divisória de confiança de 50 pontos e 2,6 pontos acima da média histórica do indicador, de 61,2 pontos.

Valores acima de 50 pontos indicam confiança, enquanto valores abaixo de 50 pontos apontam falta de confiança.

Edição: Fernando Fraga

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