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SORTEIO

Nota MT terá mais um sorteio esta semana distribuindo R$ 550 mil em prêmios

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A Secretaria de Fazenda realiza, na próxima quinta-feira (09.12), o 39º sorteio mensal do Programa Nota MT, da Secretaria de Fazenda.  O sorteio é o 15º deste ano e nele serão distribuídos R$ 550.000,00, sendo mil prêmios de R$ 500 e cinco de R$ 10 mil.

O sorteio será a partir das 8h30, na sala de reuniões do complexo 3A da Sefaz, com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Secretaria de Fazenda e do Governo do Estado.

O concurso vai premiar os consumidores cadastrados no Programa Nota MT e que solicitaram o CPF na nota em documentos fiscais emitidos entre os dias 1º a 30 de novembro deste ano.

Nessa edição vão concorrer 1.935.843 bilhetes. Eles foram gerados a partir de compras de 312.1237 contribuintes cadastrados no programa. Do total geral de bilhetes, que concorrem aos prêmios, 4.424 são de passagem eletrônicos (BPEs), que são gerados a partir de compras de passagens de ônibus nas linhas intermunicipais e interestaduais (exceto da Região Metropolitana de Cuiabá).

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Este ano, já foram realizados 11 sorteios mensais e três especiais (Carnaval, São João e Primavera), distribuindo R$ 6 milhões e 800 mil em prêmios para cerca de 11 mil consumidores cadastrados no Programa Nota MT.

O resultado do sorteio será publicado no site e aplicativo do Nota MT e nas redes sociais da Sefaz @sefazmt no Instagram e @sefazmatogrosso no Facebook.

Ainda neste mês de dezembro será realizado mais um sorteio do Programa Nota MT. Trata-se do especial de Natal, no dia 16, distribuindo 05 prêmios de R$ 50 mil

Fonte: GOV MT

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ECONOMIA

Pandemia aumenta acesso da população a serviços bancários

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Os bancos digitais aumentaram o acesso da população brasileira a produtos financeiros, com destaque para a parcela de baixa renda. Atualmente 19% dos brasileiros têm conta em bancos digitais e 30% estão nas classes D e E. É o que revela pesquisa divulgada pelo Instituto Locomotiva, feita com 1.519 brasileiros, com 18 anos de idade ou mais, entre 27 de outubro e 7 de novembro do ano passado.

O presidente do Locomotiva, Renato Meirelles, disse que, antes da pandemia de covid-19, o banco digital era o segundo banco da classe mais rica e o substituto da conta universitária. “Os bancos digitais falavam, praticamente, para os mais ricos. Tanto que, para depositar dinheiro no banco digital, era preciso fazer uma transferência de outro banco. Então, ele [banco digital] era, basicamente, para quem já tinha conta.”

Com a pandemia, o receio de se expor a uma possível contaminação ao se dirigir a uma agência bancária tradicional fez cair consideravelmente a procura por esses serviços. Por outro lado, aumentou o acesso à internet e cresce a demanda por serviços e compras online, destacou Meirelles.

“Além de fazer crescer o mercado das fintechs (empresas que oferecem serviços financeiros), isso mudou o perfil desse público. Por isso, temos 30% que são das classes D e E. Praticamente, um terço de quem tem conta em fintechs vem das classes D e E.”

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Inclusão

Segundo Meirelles, um dado que ajuda a entender esse processo de inclusão é o fato de 86% dos brasileiros dizerem que os bancos digitais permitiram que pessoas antes discriminadas pelas instituições financeiras tivessem conta em banco e de 80% afirmarem que bancos digitais não discriminam clientes de acordo com a renda. Ele lembrou que anteriormente os bancos tradicionais eram os únicos “que tinham detector de pobre” na entrada – a porta giratória. “Hoje abrir uma conta no banco digital, é muito mais fácil, muito menos burocrático.”

O presidente do Instituto Locomotiva aponta facilidades do processo atual: “você tira uma foto de si mesmo e consegue provar que é você, com uma simples foto. Não precisa mais mandar aqueles 50 documentos. Isso torna o sistema financeiro mais democrático e mais acessível para a parcela da população que não era tão bem atendida antes da existência das fintechs. Este é mais um motivo para a adesão das pessoas ao banco digital, afirmou Meirelles.

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Menos taxas

A isso, soma-se a percepção de os bancos digitais cobrarem menos taxas e serem mais fáceis de usar. As fintechs atraem mais os jovens, que são mais conectados. Entretanto, durante a pandemia, o que se viu foram pessoas mais velhas aprendendo com os netos a usar as novas tecnologias, entre as quais as fintechs. “Como os mais velhos eram do grupo de risco, tinham mais dificuldade para ir aos bancos. E isso os levou a se digitalizar mais e a usar as fintechs.”

Meirelles disse que, no geral, são os mais jovens que usam mais as fintechs, mas ressaltou que, proporcionalmente, quem mais elevou o uso dos bancos digitais foram os mais velhos, que saíram de uma base menor, quase equivalente a 0%. “Foi o grupo que mais cresceu na pandemia.”

A sondagem mostra que 57% dos entrevistados têm conta em bancos tradicionais e digitais e 19%, só em instituições digitais; 30% são das classes D e E e 20% são clientes apenas de bancos tradicionais. Entre os jovens de 18 a 24 anos, 36% têm apenas conta digital.

Edição: Nádia Franco

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