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EMPREENDEDORISMO

Gastronomia e empreendedorismo: alumni do Grupo UniEduK desbrava mundo da confeitaria

Formada pela UniMAX, Elisabete Aparecida de Sousa Lima conta sua trajetória profissional como empreendedora no ramo da confeitaria com o Doce Ateliê em Indaiatuba

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De fato, a Gastronomia e o empreendedorismo estão fortemente ligadas e é uma tendência de quem se forma nessa área. Assim também aconteceu com Elisabete Aparecida de Sousa Lima, que cursou Gastronomia no Grupo UniEduK (UniMAX) e atua como empreendedora no ramo da confeitaria com o Doce Ateliê localizado em Indaiatuba. Conheça sua história:

A DESCOBERTA

Elisabete revela que após entrar para o curso de Gastronomia da UniMAX, foi descobrindo alguns talentos e visualizando possibilidades de crescimento pessoal e de empreender na área a partir do incentivo recebido dentro da instituição de ensino.

“A UniMAX me proporcionou oportunidades devido aos eventos dos quais eu pude participar apresentando meu trabalho, estabelecendo um relacionamento com o público por meio das aulas e minicursos que foram realizados. Tive um grande incentivo do então coordenador que acreditou no meu potencial”, conta a alumni.

 

A INICIATIVA

A alumni comenta que por muito tempo trabalhou na indústria química como Analista de Controle de Qualidade de Alimentos e após ser desligada da empresa, buscou na cozinha uma alternativa para o desemprego.

“Comecei a fazer doces para festas e não imaginava que iria dar tão certo, daí veio a necessidade de buscar novas técnicas de aperfeiçoamento para desenvolver produtos ainda melhores”, destaca.

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Após perceber que precisava buscar mais conhecimento, Elisabete recebeu suporte da família. “Minha mãe e meu marido foram os que me apoiaram para tomar a decisão de voltar a estudar”, diz.

OS ESTUDOS

Elisabete ressalta que: “O retorno e o convívio no ambiente universitário, ajudou na melhoria das relações interpessoais e o aperfeiçoamento de técnicas e desenvolvimento de produtos, conquistando a cada dia mais clientes para o meu negócio, o que me faz sonhar com uma possibilidade real de empreender nesta área”.

Sua opção pelo curso foi algo natural, uma necessidade que já havia nela. “Escolhi Gastronomia, porque sempre gostei muito de cozinhar e conhecer o contexto histórico dos pratos típicos da culinária, além de perceber que seria o ideal para mim, já que havia gostado tanto da confeitaria que estava em meu dia a dia”, salienta.

E ela sabia que precisava de um ensino de qualidade para ajudá-la a trilhar esse caminho. “Escolhi a UniMAX por ser uma instituição em pleno crescimento na região e por ter referências positivas do curso pretendido”, enfatiza.

Durante todo o período como estudante, Elisabete sempre foi muito participativa tanto nos eventos promovidos pela instituição quanto os externos. Alguns deles foram: Páscoa Solidária, Chef’s no Campus, UniMAX Profissões, Projeto Hélio, Sabores da Terra Indaiatuba e Campinas, Degustart Campinas, aulas demonstrativas em Sorocaba, Jaguariúna e na loja Tramontina do Shopping Iguatemi, eventos CIASPE e Deloitte, etc.

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DESAFIOS E EXPECTATIVAS

Entre os principais desafios durante sua fase como estudante, a alumni destaca que foram conciliar todas as atribuições da vida pessoal e carreira, que envolvem estudar, ser mãe, esposa, dona de casa e empreendedora. “Mas quando temos um sonho, um propósito, conseguimos manter o foco e determinação fazendo tudo com muita dedicação”, reforça.

Elisabete comenta ainda que descobriu por meio da Gastronomia que gosta muito de ensinar o que aprende. Além disso, sua expectativa é seguir na área buscando especializações e inovações voltadas para a confeitaria.

O INCENTIVO

Por fim, a alumni incentiva àqueles que querem trilhar o mesmo caminho. “Aos que desejam estudar Gastronomia, venham com toda sua alegria, sonhos e entusiasmo, pois na UniMAX junto da equipe de excelentes professores e seus pares, tudo o que almejam serão potencializados e transformados em realidade pelo empenho e dedicação de cada um que seguirá uma brilhante carreira com competências e habilidades”, conclui.

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ECONOMIA

Setor energético terá investimentos de R$ 3 tri até 2030, diz ministro

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O setor energético brasileiro terá investimentos de R$ 3 trilhões até 2030, diz o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, entrevistado deste domingo (18) no programa Brasil em Pauta, da TV Brasil. Na entrevista, o ministro fala sobre a diversidade da matriz energética no Brasil, a produção de petróleo e gás, a mineração e a capitalização da Eletrobras, entre outros assuntos.

“O maior investimento realizado no país tem sido no setor de energia, seja no setor de petróleo, gás e biocombustíveis, seja no setor elétrico. São investimentos bilionários – nos próximos dez anos, devemos ter investimentos da ordem de R$ 3 trilhões, e isso tem ocorrido ano a ano”, afirma o ministro. “Investimentos estão sendo feitos de centenas de bilhões de reais nos últimos dois anos, e teremos aí mais outros R$ 2,5 trilhões até 2030.”

De acordo com Bento Albuquerque, esses investimentos ocorrem porque o Brasil tem atratividade, diversidade de fontes de energia e segurança jurídica e regulatória. “Isso é extremamente importante para atrair investimentos privados.”

O ministro destaca outro fator importante, que é a retomada dos leilões no país: em 2021 serão seis leilões só de energia elétrica, de petróleo e de gás. “É importante dar previsibilidade para o mercado.”

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Energia renovável

Na entrevista, o ministro ressalta ainda que o Brasil é uma referência no mercado internacional de energia, reconhecido pelas Nações Unidas. “O Brasil foi convidado, por exemplo, para liderar um grupo de países na transição energética, e nós vamos apresentar o nosso trabalho na Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro. Então, o Brasil é uma referência no mundo, e a energia é estratégica para qualquer país, ainda mais no momento em que o mundo vive uma transição energética para uma economia de baixo carbono.”

Segundo Bento Albuquerque, 83% da energia brasileira é renovável e, se for considerada a energia limpa, o índice sobe para 85%. No mundo, a média dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é 25%.

Mineração

Sobre a exploração das riquezas minerais do país, atualmente em 0,7%, o ministro considera é pequeno o percentual frente ao potencial que o Brasil tem. “Nós temos mais de 80 variedades de minerais na pauta de exportações. Por exemplo, o minério de ferro é o segundo item [da pauta de exportações], só sendo superado pelo agronegócio. O petróleo é o terceiro. A mineração traz muito investimentos para o Brasil”, enfatiza.

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Para Bento Albuquerque, o importante é que o país tenha programas de incentivo à mineração, e isso está sendo construído com a indústria e com o Congresso Nacional. “Investimentos vultosos também estão ocorrendo [na mineração]. Cerca de US$ 40 bilhões serão investidos nos próximos quatro anos. Ano passado também batemos recorde de exportação em minério de ferro, ouro e outros minerais”, destaca.

Edição: Nádia Franco

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