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FMI: pobreza deve cair, mas segue acima do projetado antes da pandemia

Segundo relatório do órgão, crises sanitária e econômica deixarão ‘marca duradoura’ na maioria dos países

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Um relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) nesta quarta-feira, 13, aponta que a pobreza no mundo deve começar a ser reduzida até o fim de 2021, na comparação com o ano passado, mas continuará muito acima do nível projetado antes da pandemia de covid-19.

Diário do Poder

De acordo com o levantamento do órgão, as crises sanitária e econômica causadas pela pandemia deixarão uma “marca duradoura” nas finanças de governos, com efeitos sobre o Produto Interno Bruto (PIB) mundial, a desigualdade e a pobreza.

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Segundo o FMI, a pobreza deve cair neste ano, “parcialmente compensando o grande aumento em 2020”, “mas o número de pessoas na pobreza ainda é projetado para ser entre 65 milhões e 75 milhões mais alto do que (o projetado) antes da pandemia”.

De acordo com o relatório da instituição, no entanto, essa estimativa apresenta um “alto grau de incerteza e vai depender, entre outros fatores, da força da recuperação e da eficiência de redes de proteção”.

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Uma das maiores preocupações do FMI é o crescimento da dívida pública da maioria dos países. Para o fundo, a expectativa é que nos próximos anos a dívida global se estabilize em torno de 97% do PIB, muito acima do nível projetado antes da pandemia. Somente a partir de 2016 esse percentual deve começar a cair.

“O aumento na dívida pública em 2020 foi inteiramente justificado pela necessidade de responder à covid-19 e suas consequências econômicas, sociais e financeiras”, afirmou o diretor do Departamento de Assuntos Fiscais, Vitor Gaspar, durante a apresentação do relatório.

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Com informações da BBC

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