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MERCADO

Dólar sobe para R$ 5,52, e bolsa fecha no menor nível em um ano

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As incertezas em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) dos Precatórios e a aversão ao risco no exterior fizeram o mercado ter um dia tenso. O dólar subiu pela terceira sessão seguida, continuando acima de R$ 5,50. A bolsa de valores caiu para o menor nível em pouco mais de um ano.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (17) vendido a R$ 5,524, com alta de R$ 0,024 (+0,45%). A cotação ficou em queda durante boa parte da manhã, chegando a R$ 5,47 na mínima do dia, por volta das 10h. No entanto, inverteu o movimento a partir do fim da manhã e acomodou-se na faixa entre R$ 5,52 e R$ 5,53 nas horas finais de negociação.

Apesar da alta de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 2,16% no mês. Em 2021, a valorização chega a 6,46%.

O dia também foi turbulento no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 102.948 pontos, com queda de 1,39%. O indicador está no nível mais baixo desde 12 de novembro do ano passado, quando o mercado global ainda estava sob a tensão do resultado das eleições presidenciais norte-americanas.

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No mercado externo, o dia foi marcado pela alta generalizada do dólar, que subiu perante as moedas de países emergentes, com valorização relevante perante o peso chileno e a lira turca. A divulgação de que a atividade econômica e a inflação em diversos países desenvolvidos estão subindo mais alto que o esperado reforça a expectativa de aumento de juros em economias avançadas, o que estimula a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

No plano interno, as incertezas sobre a tramitação da PEC dos Precatórios no Senado aumentaram o pessimismo no mercado financeiro. Apesar de a proposta liberar R$ 91,6 bilhões fora do teto de gastos em 2022, os analistas econômicos acreditam que essa solução gera menos impacto sobre as contas públicas do que um eventual decreto de calamidade pública que libere créditos extraordinários (despesas imprevistas fora do teto de gastos) no Orçamento do próximo ano.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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ECONOMIA

Governador sanciona lei do maior pacote de redução de impostos nesta terça-feira (07)

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O governador Mauro Mendes irá sancionar nesta terça-feira (07.12), às 15h, a Lei Complementar que irá reduzir em Mato Grosso a alíquota de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a energia elétrica, a comunicação, o gás industrial e os combustíveis.

O Projeto de Lei 49/2021, de autoria do Governo do Estado, foi aprovado pela Assembleia Legislativa e passa a valer a partir de janeiro de 2022.

Com as reduções de ICMS, o Governo de Mato Grosso deve deixar de arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão por ano, valor que permanece no bolso dos contribuintes, aliviando o orçamento doméstico de milhares de pessoas e também de empresas.

A redução do ICMS foi possível em razão das medidas adotadas pela atual gestão – com o apoio da Assembleia Legislativa – que consertaram o caixa do Estado, trouxeram o equilíbrio fiscal e permitiram que o Governo saltasse de Nota C para Nota A no Tesouro Nacional.

Serviço

Governador sanciona lei que reduz impostos em Mato Grosso

Data: 07/12/2021 (terça-feira)
Horário: 15h
Local: Salão Nobre Cloves Vettorato, Palácio Paiaguás

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Fonte: GOV MT

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