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ECONOMIA

Dólar nas alturas – como conseguir melhor cotação nas férias?

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De acordo com uma pesquisa realizada pelo Banco Central, os gastos de brasileiros no exterior em relação a 2018 caíram 7,3%, isto se deu principalmente ao aumento da moeda americana, que em seu patamar mais elevado alcançou R$ 4,12, isto só em 2019. O planejamento mais indicado para uma viagem ao exterior costuma partir do orçamento, o que pode se tornar algo preocupante para muitas pessoas, ainda mais agora que o valor do dólar transita entre R$ 3,85 e R$ 4,00, podendo levar muitos a alterarem seus planos de viajar. Fernando Bergallo, Diretor de Câmbio da FB Capital, listou 5 dicas para se conseguir a melhor cotação da moeda americana durante o período de férias.

1- Fuja de shoppings e aeroportos: Quando se fala em comprar dólar turismo, é necessário pensar sobre uma série de fatores em relação ao câmbio, como por exemplo o local onde a compra será efetuada, já que isto costuma alterar o valor. A taxa cambial é livre, então são preços diferentes, não existe uma cotação oficial para dólar turismo, diferente do comercial. As despesas em lugares como esses tornam a taxa mais alta, além disso, o câmbio em shoppings e aeroportos costuma ser uma opção de quem não se planejou ou pesquisou cotações, o que também tem participação no preço elevado, já que o comprador tem mais desespero para fazer a compra;

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2- Preço médio: A recomendação é que a compra seja feita de forma planejada e fracionada, buscando uma taxa média. Comece a comprar o dólar com antecedência e aos poucos, isso evita a compra em grande quantidade durante um momento de valor elevado. A compra fracionada permite que o cliente aproveite os momentos de baixa da moeda americana e gaste menos;

3- Pechinche o máximo que puder: Se um comprador cotar o dólar em 15 lugares diferentes, ele terá 15 preços diferentes. Nessas horas cabe fazer valer o lado consumidor e pechinchar. Normalmente as corretoras e correspondentes cambiais tendem a ter valores mais acessíveis e ceder com mais facilidade, levando em conta que o comprador precisa de boas estratégias para não sair muito do orçamento inicial e fazer uma boa viagem. Se o cliente mostrar que tem uma cotação com menor valor que o proposto, a possibilidade de que a instituição ceda é bem maior;

4 – Pesquise plataformas online: Algumas plataformas online atuam como representantes de casas de câmbio. Nelas é possível comparar cotações e fazer o pagamento em um só lugar. Há a opção de retirar o dólar em uma loja ou recebê-lo em casa mesmo. O bom dessas plataformas é poder fazer comparações de qualquer lugar que estiver, não é necessário visitar diversas casa de câmbio para saber o que cada uma tem para oferecer;

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5 – Utilize moeda em espécie: Ao comprar dólar com moeda em espécie, ou seja, dinheiro na mão, o IOF (Imposto Sobre Operações Financeiras) é cobra uma taxa de 1,1%, enquanto que no cartão de crédito, por exemplo, esse valor salta para 6,38%. Deixar o cartão em casa é também uma forma de economizar ao comprar a moeda americana.  Leve sempre o dinheiro em espécie e de preferência com a quantia já determinada, para não fugir muito do planejamento.

Fonte: Gueratto Press

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ECONOMIA

Anfavea: produção de veículos cai 32% em julho em relação a 2019

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A produção de veículos no país caiu 36,2% em julho na comparação com o mesmo mês de 2019, ao passar de 267 mil unidades para 170,3 mil. Comparada à produção de junho, quando foram produzidos 98,4 mil, houve aumento de 73%. No acumulado do ano a produção de novos veículos registrou queda de 48,3%, com 899,6 mil unidades ante as 1.741,3 mil do mesmo período do ano anterior.

De acordo com o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luis Carlos Moraes, que divulgou os dados hoje (7), a produção das fábricas que estavam paradas devido à pandemia de covid-19 voltaram no mês de julho e praticamente todas as montadoras voltaram a produzir, mesmo que em um ritmo diferente.

“No acumulado do ano a queda na produção foi significativa comparado com mesmo período de 2009 por conta da paralisação em março e abril e o retorno gradativo das fábricas em maio, junho e julho. Porém o ritmo está mais baixo por conta dos cuidados com a saúde. Muitas voltaram em um turno só e outras voltaram em dois, mas com menos pessoas na linha de produção”, disse Moraes.

Segundo a Anfavea, as vendas em julho chegaram a 174,5 mil veículos, um aumento de 31,4% na comparação com junho. Na comparação com julho de 2019 quando as vendas atingiram as 243,6 mil unidades, houve queda de 28,4%. No acumulado do ano também houve queda (-36,6%) ao passar dos 1.551,8 mil carros vendidos para os 983,3 mil. “As vendas foram as piores desde julho de 2006, mas foram o melhor resultado desde o início da pandemia de covid-19”, ressaltou Moraes.

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As exportações de veículos montados cresceram 49,7% em julho ante junho, ao atingir as 29,1 mil unidades. Em relação a julho do ano passado, as vendas para o exterior caíram 30,8%% e no acumulado do ano a queda foi de 43,7%, já que foram comercializadas 149,7 mil ante 264,1 mil.

“Foi um mês bom, porque como as empresas ficaram paralisadas durante abril e maio parte desses embarques foram feitos em julho. Havia ainda um represamento de embarques de meses anteriores por conta da liberação de importação do governo argentino e isso foi regularizado parte em julho. O número baixo no acumulado do ano se deve ao fato de que os principais mercados também estão sofrendo pela crise causada pela pandemia”, explicou.

De acordo com a associação, o emprego no setor sofreu variação negativa de 1,2% ao reduzir em julho o número de postos de trabalho de 124.001 (em junho) para 112.517. Na comparação com julho do ano passado a redução foi de 4,8%. “Já foram 3,5 mil demissões desde o início da pandemia. Houve também casos de PDV (Programa de Demissão Voluntária) e não renovação dos contratos com prazo determinado. A redução dos empregos na indústria automobilística só não é pior porque as empresas estão usando os mecanismos da Medida 936”.

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A Lei nº 14.020/2020, aprovada a partir da Medida Provisória 936, citada por Moraes, instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda, como forma de diminuir os efeitos econômicos e sociais causados pela pandemia do novo coronavírus.  Entre outras medidas, a lei permite a suspensão temporária do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução proporcional de salários e da jornada dos trabalhadores pelo período de até 90 dias.

Segundo Moraes, o setor sempre defendeu a quantidade e qualidade dos empregados porque as pessoas são muito bem preparadas e treinadas em todas as áreas. “São pessoas trabalhando com novas tecnologias, mas a realidade que estamos enfrentando é um novo patamar de mercado e ajustes aconteceram esse mês e podem acontecer nos próximos meses”.

Edição: Aline Leal

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