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FUNDEIC

Desenvolve MT prorroga prazo para pagamento de financiamentos do Fundeic

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Agência de Fomento- Desenvolve MT adotou novas medidas para reduzir os impactos econômicos a seus clientes, neste momento de pandemia do coronavírus. Com isso, acrescentou dispositivo à lei nº 8.938 de 22 de julho de 2008, que trata do Fundo de Desenvolvimento Industrial e Comercial – Fundeic.

Desta forma, a Desenvolve MT está autorizada a prorrogar o pagamento de até dez parcelas dos financiamentos contraídos junto ao FUNDEIC.

A medida disponibiliza as seguintes condições de renegociação emergencial para os clientes com contratos ativos.

Renegociação dos Contratos

  • O contrato deve estar adimplente, ou seja, com todas as prestações pagas até fevereiro/2020.
  • Poderão ser renegociadas as prestações com vencimento entre os meses (03 a 12/2020). O cliente voltará a pagar o financiamento em Janeiro/2021.
  • Não será aplicada multa e juros de mora incidentes nas parcelas suspensas.
  • O valor das prestações renegociadas será incorporado ao saldo devedor, e atualizado somente pela taxa de juros do contrato;
  • O número de parcelas renegociadas serão acrescidas ao número de parcelas restantes do contrato;
  • O cliente deverá manifestar a solicitação de renegociação pelo e-mail, [email protected] informando o nome e CPF/CNPJ.
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Fonte: GOV MT

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ECONOMIA

Empresas lideradas por mulheres negras são mais atingidas por pandemia

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As mulheres empreendedoras negras são o segmento mais afetado pela pandemia do novo coronavírus entre todos os grupos de empreendedores brasileiros. Pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), divulgada hoje (3) mostra que as empresas lideradas por mulheres negras têm maior dificuldade de funcionar de modo virtual e conseguir empréstimos bancários em razão do CPF negativado.

O levantamento, feito em parceria com a Fundação Getulio Vargas, revela ainda que os pequenos negócios liderados por esse grupo representam a maior proporção entre as empresas que ainda permanecem com a atividade interrompida.

A pesquisa ouviu 6.470 donos de pequenos negócios de todos os estados e do Distrito Federal, entre os dias 25 e 30 de junho. Os dados mostram que enquanto 36% das empreendedoras negras estão com a atividade interrompida temporariamente, essa proporção cai para 29% entre as empresárias brancas e 24% entre os homens brancos (entre os homens negros, a proporção é de 30%).

De acordo com o Sebrae, a dificuldade enfrentada pelas mulheres negras para manter suas atividades é explicada, em parte, pelo fato de que os seus negócios só conseguem operar de forma presencial (27%). Entre as mulheres brancas, a proporção cai para 21% e entre os empreendedores brancos, o segmento representa 20% (entre os empresários negros, o percentual é de 25%).

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Crédito

Considerando o acesso a crédito, segundo o levantamento, 58% daquelas que pediram empréstimo tiveram o crédito recusado. Ao analisar as razões apresentadas pelas instituições financeiras para a recusa, as mulheres negras apresentaram a maior proporção de CPF negativado (25%), contra 24% dos empresários negros, 17% de mulheres brancas e 15% de homens brancos.

As mulheres empreendedoras negras também apresentam uma proporção mais elevada de dívidas em atraso que as mulheres brancas à frente de um negócio. Enquanto 45% das empresárias negras enfrentam tal  situação, essa é a realidade de 36% das mulheres brancas.

A pesquisa ainda revelou que as empresárias negras são as que menos têm negócios com empregados em regime de CLT (29%), elas são as que demitiram maior número médio de empregados (3 em média). O estudo também mostrou que as mulheres negras à frente de uma empresa têm a maior proporção de negócios que recorreram à redução de jornada e salários (29%).

De acordo com o Sebrae, o levantamento mostrou que a proporção dos empresários que já tomaram  a decisão definitiva de fechar ainda é baixa. Mas, pela amostra pesquisada, esta foi uma opção mais adotada entre as empreendedoras negras. Já desistiram de continuar em atividade 5% das mulheres negras donas de negócio, contra 4% no caso das mulheres brancas e homens brancos e 3% no caso dos homens negros.

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Edição: Nádia Franco

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