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OPINIÃO DO DIA: Wilson Santos, opositor consciente e situacionista em momentos certos!

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Sou um grande fá e admirador do Deputado Wilson Santos (PSDB) amigos; tenho por ele um respeito enorme e acompanho sua carreira e ascensão há anos.

Homem inteligente, que domina de improviso discursos e colocações como poucos de seus pares, conhecedor do Estado, administrador ousado e competente, um exímio articulista; qualidades que explicam suas reeleições afirmativas.

É muito bom sentar à mesa com Wilson, enfeitada com uma cerveja ou um bom vinho e passar horas a fio jogando conversa fora e falando de assuntos variados ou praticando o nosso hobby adorado e comum que é a análise política de fatos e ações do dia a dia deste mundo.

Ouvir estórias e histórias do articulado professor Wilson Santos é uma delícia. Ele é um Forrest Gump do Pantanal com vasto conhecimento de detalhes que vão de Rondon a figuras marcantes do Mato Grosso.

Impressões verdadeiras e de coração colocadas à parte, como jornalista – que milita a quase 40 anos em Mato Grosso – não posso me furtar a críticas a quem quer que seja não são pessoalidades, elas advêm de momento e de uma visão de quadros.

Até 184 dias atrás, o deputado Wilson era um situacionista intransigente, no seu papel de líder e ativista da gestão anterior Pedro Taques. O deputado, no seu papel constitucional e partidário, usando da sua peculiar lealdade, defendeu indefensáveis posicionamentos, abraçou causas perdidas, colocou o peito sob a mira de tiros certeiros e navegou no barco até o fim.

Correu o risco eminente de não se reeleger – foram somente 500 votos que lhe garantiram o mandato – passou raspando.

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No testamento que deixou esta herança maldita que o Estado recebeu, tinha sua assinatura como copartícipe e testemunha, não somente ocular, ele fazia parte do núcleo decisório.

Conhecedor de gestão, organogramas, estatísticas e números como poucos, o Galinho sabe bem da real e atual situação do Estado.

Por momentos, nunca disfarçou o constrangimento de ver demonstrado os números que Mauro Mendes apresentou, ao assumir o governo, e que nos levaram a esta situação.

Uma sugestão que este amigo escriba – também um amante apaixonado por Mato Grosso – e, que tenho certeza é também o clamor da nossa combalida população, era que o Deputado adotasse uma postura que poderia ser um marco na sua carreira política, bem como uma demonstração de que o Estado esta além de nossas diferenças partidárias.

Sua expertise, liderança e conhecimento do Estado e suas mazelas seriam mais que bem-vindas e aproveitadas neste momento.

Santos é um líder nato que poderia aglutinar as forças contrárias para o bem de Mato Grosso, não falo de vassalismo ou subserviência, falo sobre consciência, não é fazer defesa de Mauro Mendes ou apoiar, indistintamente, suas agendas, mas, simplesmente olhar o todo, sugerir e participar daquilo que é bom para o Estado.

Ser vidraça é uma condição delicada, Wilson sabe bem, nem sempre suas boas intenções são lidas e aceitas com simpatia, às vezes, impopularidade são essenciais para o bem coletivo futuro, ele sabe disso.

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Que gesto nobre, que repercussão daria uma oposição pragmática mais consciente, onde Mato Grosso seria o maior beneficiado. É disso que todos precisam do nobre deputado, sua ajuda!

Convoque uma coletiva, una seus parceiros oposicionistas, relevem diferenças e se engajem, neste momento crucial, ao Governador Mauro Mendes e sua gestão, numa aposta e crédito até por tempo determinado de ajudá-lo a emplacar as medidas anunciadas e que são sólidas e repletas de embasamento.

Outra frente, que acho que também deva ser encampada, é o trabalho conjunto para o fim desta greve, que está se tornando ridícula e que só tem prejudicado inocentes.

Na sua grandeza, hombridade e espírito público, Wilson pode se transformar, neste momento, numa peça fundamental para a esperada retomada de nosso ritmo de desenvolvimento.

Não é hora de oposição somente por oposição, o que se tem e é preciso fazer agora é reconstruir um Estado que tem legado para o desenvolvimento e o progresso, unir forças, este deve ser o espírito independente de partidos, diferenças ou ideologias.

Espero que sentado sob a sombra de seus milhares de limoeiros orgânicos, que tão bem o deputado cuida, que ele leia este artigo, escrito por este escriba e pondere suas decisões que podem trazer ao Mato Grosso e sua gente dias melhores e um futuro mais promissor.

JPM – João Pedro Marques é advogado e jornalista, com escritórios em Brasília e Mato Grosso e um amigo fiel do Deputado Wilson Santos.

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Bolsonaro lamenta marca de quase cem mil mortes pela Covid-19 e convoca sociedade a tocar em frente

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TOCANDO EM FRENTE

O presidente Jair Bolsonaro disse, em transmissão pelas redes sociais, lamentar as mortes por Covid-19 no país, que devem chegar em breve a 100 mil, mas disse que é preciso tocar a vida e buscar formas de superar o novo coronavírus. “A gente lamenta todas as mortes, está chegando ao número 100 mil… mas vamos tocar a vida e buscar uma maneira de se safar desse problema”, disse Bolsonaro.

EFEITO COVID

Os efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia foi mais drástico do que o previsto. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Brasil encerrou o segundo trimestre com a maior taxa de desemprego em três anos e redução recorde no número de pessoas ocupadas, como consequência das medidas de contenção da pandemia de coronavírus.

ABENÇOADOS

Por outro lado, cerca de 10 milhões de trabalhadores que conseguiram manter os seus empregos retornaram ao trabalho após afastamento por causa da covid-19. De 12 a 18 de julho, estavam nessa condição 6,2 milhões (7,5% da população ocupada). O número de afastados caiu pela oitava semana seguida. Entre essas pessoas, 8,2 milhões (ou 11,3%) trabalhavam remotamente.

BEM NA PRAÇA

O presidente Jair Bolsonaro continua em alta com policiais militares. Uma pesquisa inédita divulgada pelo UOL mostra que parte considerável dos policiais brasileiros usa as redes sociais para interagir com páginas e grupos bolsonaristas. De acordo com o estudo feito pelo FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) em parceria com a empresa de inteligência de dados Decode cerca de 41% dos praças da PM no país são bolsonaristas roxos.

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BEM NA PRAÇA (2)

Por falar em bem na praça, se a eleição presidencial fosse hoje, o presidente Jair Bolsonaro seria reeleito com 38%, Fernando Haddad teria 14% dos votos, Sérgio Moro ficaria com pífios 10% e Ciro ficaria estacionado nos 6% de intenções de votos que sempre teve. Na pesquisa também aparecem com menos de 5% Henrique Mandetta e João Doria. Pela pesquisa, Bolsonaro lideraria isolado a intenção de votos para o 1º turno da disputa ao Planalto, em 2022. A pesquisa é do PoderData e foi coletada de 3 a 5 de agosto.

GESTO HUMANITÁRIO

Ao que tudo indica o presidente Bolsonaro também vai estar de bem com a comunidade libanesa no Brasil, que é a maior do mundo fora do Líbano. Em contato com a Embaixada do Líbano no Brasil e com a comunidade libanesa em São Paulo, Jair Bolsonaro identificou as necessidades no país e prometeu ajuda financeira. “O Brasil vai fazer mais que um gesto, algo concreto, para atender em parte aquelas pessoas que estão numa situação complicada”, declarou. Foi um gesto humanitário, acima de tudo.

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ACERTIVO

O presidente Jair Bolsonaro deu um importante passo ao assinar a MP que abre crédito extraordinário de cerca de R$ 2 bilhões para viabilizar a produção e aquisição da vacina contra a covid-19. Ao menos, Bolsonaro evitou polêmica ao rejeitar a vacina russa e recomendar a compra da que está sendo desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca, em parceria com a Universidade de Oxford. Com isso, caso a eficácia do imunobiológico seja comprovada, o Brasil deverá produzir 100 milhões de doses.

BLINDAGEM

Assessores próximos ao presidente Jair BoIsonaro (sem partido) e a cúpula do governo no Palácio do Planalto estão tentando traçar uma estratégia para blindar o presidente sobre a revelação feita nesta sexta-feira (7) de que o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, depositou R$ 72 mil na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Mesmo com o presidente não tendo relação direta com as atitudes do filho, os fatos poderão respingar na imagem do Planalto. Canja de galinha de galinha e precaução não faz mal a ninguém, não é mesmo?

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