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CARROS E MOTOS

Veja 5 verdades que afetam diretamente a vida útil do pneu do seu carro

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Pneu do tipo
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Pneu do tipo “run flat” pode custar o dobro de um convencional, mas pode rodar vazio

É fato que não basta escolher a melhor marca de pneu e achar que ele vai durar por muito tempo só por ser um produto de qualidade superior às demais marcas. Há de se levar em conta o cuidado, visto que  um mesmo modelo de pneu pode estar comprometido antes dos 30.000 km ou chegar em boa forma aos 50.000 km .

Para isso, é preciso ter consciência de que o pneu é um produto de extrema importância, pois está intrinsicamente ligado à sua segurança. Hábitos simples, além de garantir uma durabilidade maior para o pneu, protege o seu bolso e, principalmente a sua vida, dos demais ocupantes e a de outros motoristas.

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“O passo mais importante em direção a uma longa vida do seu pneu passa por você conhecer um pouco mais sobre os quatro vilões que trabalham o tempo todo para reduzir a quilometragem deste produto”, explica Rafael Astolfi, gerente de assistência técnica da Continental Pneus. São eles:

Pressão incorreta

Pneu calibrado é fundamental para não gastar mais combustível que o ideal no dia a dia
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Pneu calibrado é fundamental para não gastar mais combustível que o ideal no dia a dia

A pressão incorreta dos pneus tem impacto direto na vida útil do pneu que, ao rodar abaixo da calibragem recomendada pelo fabricante, vê a sua vida útil extremamente comprometida, contribuindo não só para o desgaste prematuro da banda de rodagem como também da estrutura. Lembre-se que calibrar regulamente os pneus do seu carro contribui significativamente para a redução no consumo de combustível.

Alinhamento incorreto

Alinhamento de pneus também é importante para não haver desgaste irregular e não aumentar o consumo
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Alinhamento de pneus também é importante para não haver desgaste irregular e não aumentar o consumo

Se você solta por um instante o volante do veículo e a direção pende para um lado, desviando da linha reta, é sinal de que a geometria pode estar com alguma irregularidade. Corrigir o alinhamento significa equilibrar todas as forças que atuam no veículo, tais como gravidade e força centrífuga , entre outras. O desequilíbrio gera um desgaste adicional no pneu, encurtando a sua vida útil, além de comprometer a segurança.

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Conjunto Pneu/Roda Desbalanceado

O balanceamento é feito junto com o alinhamento, para garantir uma direção segura e frenagens eficientes
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O balanceamento é feito junto com o alinhamento, para garantir uma direção segura e frenagens eficientes

Aqui o sintoma pode ser uma trepidação no volante conforme o carro atinge velocidades maiores. Esse balanceamento é normalmente executado junto com o alinhamento, assegurando uma maior quilometragem, uma direção segura e frenagens eficientes.

Roda amassada ou torta

Além da questão da dirigibilidade prejudicada, a roda amassada faz o pneu perder mais pressão
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Além da questão da dirigibilidade prejudicada, a roda amassada faz o pneu perder mais pressão

Uma roda amassada ou torta representa um sério risco para a sua segurança, dos que viajam com você e dos outros motoristas e pedestres. Há um alto risco de perda repentina de toda a pressão do pneu, que pode comprometer totalmente a dirigibilidade e causar um acidente.

Escolha do pneu mais adequado

As letrinhas no pneu não estão lá à toa. Cada uma indica uma especificação, como tamanho, perfil, largura e o peso
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As letrinhas no pneu não estão lá à toa. Cada uma indica uma especificação, como tamanho, perfil, largura e o peso

A evolução do processo de produção dos pneus permite que você escolha o modelo mais adequado para a sua proposta de uso, mas lembre-se de sempre obedecer às medidas originais recomendadas por cada fabricante. Acontece que quando um determinado veículo é lançado, ele já passou por uma série de testes que certificaram a melhor condição.

Fonte: IG CARROS

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CARROS E MOTOS

MINI comemora 60 anos de lançamento de seu primeiro Cooper

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Mini Cooper surgiu em 1961 e foi preparada por John Cooper e se consagrou nas pistas de corrida
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Mini Cooper surgiu em 1961 e foi preparada por John Cooper e se consagrou nas pistas de corrida

Tudo começou quando o designer britânico Alec Issigonis desenvolveu um novo carro para a British Motor Corporation , visando espaço e economia de combustível. Lançado em 1959, o Austin MINI clássico conseguiu unir tudo isso. Mas ganharia um lado inesperado em setembro de 1961, quando foi lançado o primeiro MINI Cooper.

Com a ideia fixa de oferecer o melhor espaço em um carrinho tão diminuto, o Austin MINI receberia motor e câmbio transversais, cuja configuração interferia pouco na cabine, enquanto as rodas montadas nas extremidades permitiam que as caixas de rodas abrissem mais espaço aos ocupantes do banco traseiro.

A racionalidade do projeto não só fez bonito nas vendas, mas também nas pistas. Assim o reconhecido engenheiro/preparador/construtor de carros de corrida John Cooper decidiu modificar o carro para competir na escuderia Cooper a qual já dominava a Fórmula 1 naquele período, seguindo a vitória dos campeonatos de 1959 e 1960.

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O preparador John Cooper e o designer Alec Issigonis se uniram para criar um carro capaz de dominar outras categorias. Cooper preparou o motor original de 848 cm³ e 34 cv de potência, que foi ampliado a 997 cm³ e passou a gerar 55 cv, números que faziam toda a diferença visando que o carrinho pouco mais de 600 kg.

Além disso, o uso de homocinéticas ajudou a não perder tração ou ter movimentações indesejadas do volante. A revolucionária suspensão hidro-elástica reduzia a rolagem lateral e entregava precisão e estabilidade acima da média e na medida para encarar circuitos de rali e competir com modelos bem maiores e mais potentes.

A suspensão usava batentes de borracha de curso bem curto que deixavam o Mini com um comportamento mais dinâmico. Todas estas qualidades fizeram do pequeno da MINI ser comparado a um kart, nascendo o termo Go-Kart Feeling , expressão que é lembrada até hoje pela marca inglesa.

As mulheres também tiveram papel fundamental na brilhante trajetória da Mini através das vitórias das britânicas Pat Moss, irmã do lendário Stirling Moss , e Ann Wisdom que participou das provas enquanto estava grávida. As conquistas de 1962 na Copa das Damas, a categoria feminina do Rali de Monte Carlo , e no Rali da Tulipa , na Holanda, foram as primeiras vitórias obtidas por mulheres na categoria. A dupla ainda venceria os Ralis da Alemanha e de Sderström, na Suécia.

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John Cooper logo criaria uma versão MINI Cooper S . O motor passou a ter 1.071 cm³ e rendia 70 cv. Foi nessa época em que o predomínio do esportivo começou na série de ralis de Monte Carlo. A dupla Paddy Hopkirk e Henry Liddon ganhou o prêmio do rali em 1964. Foram eles que iniciaram a época dos Três Mosqueteiros , trio de pilotos formado pelo próprio escocês Hopkirk e pelos finlandeses Rauno Aaltonen e Timo Mäkinen.

Foi em 1965 que Timo Mäkinen e Paul Easter (co-piloto) levaram o novo MINI Cooper S 1.3 de 90 cv ao título após um longo e emocionante rali. Habituado a neve, o finlandês Mäkinen foi o único piloto que não recebeu nenhuma penalidade.

No ano seguinte, Mäkinen, Aaltonen e Hopkirk dominaram o Rali de Monte Carlo de ponta a ponta e ganharam o pódio, porém foram desclassificados por uma suposta irregularidade nos faróis, uma das maiores polêmicas da história dos ralis. A compensação viria no ano seguinte. A altonen e Henry Liddon (co-piloto) faturaram o primeiro lugar. Era apenas o início de uma história que vive até hoje no MINI John Cooper Works.

Fonte: IG CARROS

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