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Primeiro carro voador do mundo recebe certificação de uso civil na Europa

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PAL-V Libery
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PAL-V Liberty, o primeiro carro voador do mundo passará a tornar realidade o sonho que antes era possível apenas nos filmes de ficção

O futuro já começou na Europa, onde o primeiro carro voador da história recebeu certificação para uso civil. Trata-se do PAL-V Liberty , modelo que foi submetido a um programa rigoroso de testes durante os últimos anos. O motorista – ou seria piloto? – deverá ter uma carteira de habilitação especial para adquirir o veículo.

Desde 2015, o PAL-V-Liberty vem sendo acompanhado de perto pela Agência de Segurança Aérea da União Europeia. Mais testes deverão ser feitos antes que o modelo possa ser encomendado pelo público em meados de 2022. 

“Cooperamos com as autoridades aeronáuticas por muitos anos para atingir este feito. Nossa equipe está empolgada”, afirma Mike Stekelenburg, chefe de tecnologia da PAL-V. “Criar esta aeronave foi muito desafiador, uma vez que o veículo precisa circular tanto no ar quanto nas ruas” 

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O piloto de testes Hans Joore também comentou sobre sua experiência a bordo do PAL-V Liberty. “Ver o veículo ganhar vida é magnífico. Sua dirigibilidade é suave e responsiva aliada ao peso de apenas 660 kg. A sensação é de estar pilotando um carro esportivo, pois o Liberty acelera forte”.


Alguns clientes já reservaram suas unidades do PAL-V , apesar dos 399 mil euros (R$ 2,6 milhões) cobrados pela fabricante. Segundo a marca, 80% dos clientes não têm qualquer experiência de voo; por isso, os treinamentos já começaram em uma academia licenciada da PAL-V.

Fonte: IG CARROS

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CARROS E MOTOS

Veja 5 parentes do Chevrolet Opala que nunca tivemos no Brasil

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Primeiro carro de passeio produzido pela Chevrolet no Brasil, o Opala foi lançado em 1968 e seguia a tradição dos utilitários da filial brasileira da marca americana, sendo um produto único no mundo e produzido apenas na fábrica de São Caetano do Sul (SP), basicamente para atender à demanda do mercado local.


Mas apesar de ser uma jabuticaba automotiva — afora uns poucos exemplares exportados, quase a totalidade da produção foi vendida no Brasil — o Chevrolet Opala era um carro mais internacional do que se pensa. Usava a carroceria modificada e boa parte do conjunto mecânico do alemão Opel Rekord C, mas combinado aos motores de 4 e 6 cilindros da linha americana.

Por aqui, ficaria em linha até 1992, quando foi substituído pelo Chevrolet Omega e pela station Suprema, tendo sido oferecido nas carrocerias sedã de quatro portas, cupê e station wagon de duas portas (Caravan). Mas além das opções de carroceria adicionais do Rekord C que nunca foram empregadas no carro brasileiro, a General Motors chegou a repetir a fórmula do Opala em outros mercados. Confira a seguir os 5 parentes que nunca chegaram ao Brasil.

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1 – Opel Rekord Taxi

Opel Rekord Taxi: vinha com distância entre-eixos alongada em 29 centímetros em relação às demais versões do sedã
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Opel Rekord Taxi: vinha com distância entre-eixos alongada em 29 centímetros em relação às demais versões do sedã


Aqui e na Alemanha, o Rekord/Opala foi bastante utilizado como veículo de serviço, tendo sido empregado nas frotas de forças de segurança e órgãos públicos.

Mas nunca tivemos no Brasil uma variação desenvolvida especificamente para uso como táxi, como o Rekord Taxi europeu, que tinha entre-eixos alongado em 29 cm e trazia uma divisão entre a cabine de passageiros e o motorista.

Diferente do Opala, com seus motores 2.5 de quatro cilindros e 3.8 e 4.1 de seis cilindros, o carro alemão tinha uma linha de motores com opções que iam de um 1.5 de quatro cilindros e 58 cv a um 2.2 de seis cilindros e 95 cv.

2 – Rekord C Sedan 2 portas

Opel Rekord Sedan 2 portas: sabiamente, a GM resolveu trazer o Opala cupê ao Brasil, com desenho mais harmônico
Divulgação

Opel Rekord Sedan 2 portas: sabiamente, a GM resolveu trazer o Opala cupê ao Brasil, com desenho mais harmônico


Embora os carros de duas portas fossem a opção preferida das famílias brasileiras até os anos 1990, a Chevrolet tinha como opção de duas portas do Opala apenas a bela carroceria cupê.

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Já na Alemanha, o Rekord tinha uma carroceria sedã de duas portas, que mantinha a coluna central da carroceria e repetia a caída do teto do modelo de quatro portas.

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3 – Rekord Caravan 4 portas

Opel Rekord Caravan: no Brasil, a Caravan foi vendida apenas com duas portas até sair de linha, em 1992
Divulgação

Opel Rekord Caravan: no Brasil, a Caravan foi vendida apenas com duas portas até sair de linha, em 1992


O Chevrolet Caravan era o equivalente brasileiro ao Rekord Caravan alemão. Apesar de ter sido lançada no Brasil apenas em 1975, a perua repetia exatamente a mesma fórmula do sedã e do cupê, aproveitando boa parte da carroceria do carro alemão feito entre 1966 e 1971.

Mas além da opção de duas portas, os alemães tiveram também uma variação de quatro portas. Curiosamente, se tivesse sido lançada aqui, seria a única station de quatro portas produzida em série no Brasil até o surgimento da Volkswagen Quantum, em 1985.

4 – Opel Commodore GS/E

Opel Commodore GS/E: versão esportiva vem com faróis auxiliares de milha e faixas decorativas na carroceria
Divulgação

Opel Commodore GS/E: versão esportiva vem com faróis auxiliares de milha e faixas decorativas na carroceria


No Brasil, tivemos o Comodoro como uma opção mais luxuosa do Opala nos anos 1970. Na Alemanha o seu equivalente na linha Opel era o Commodore.

Mas além das variações de luxo, com acabamento mais sofisticado e motores mais potentes do que os do Rekord, a linha Commodore contava ainda com a sofisticada versão esportiva GS/E, dotada de um motor 2.5 de seis cilindros equipado com injeção Bosch D-Jetronic, que desenvolvia 150 cv e levava o carro a 197 km/h.

5 – Ranger

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“GM” Ranger não tem nada a ver com a Ford. Trata-se do sedã que GM chegou a vender na África do Sul


No mesmo ano em que lançou o Opala no Brasil, a General Motors lançou o Ranger na África do Sul. Era o único modelo de uma divisão de mesmo nome, lançada especificamente para o país africano.

O Ranger usava a carroceria do Opel Rekord C, combinada com a dianteira e alguns componentes do inglês Vauxhall Victor e os motores 2.1 e 2.5 de quatro cilindros, que assim como os do Chevrolet Opala tinham projeto americano. O modelo durou até 1973, quando a GM optou por produzir localmente o Rekord D.

Fonte: IG CARROS

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