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Opel revela novo Astra 2022, que estreia a mesma plataforma do Peugeot 308

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Opel Astra 2022 foi totalmente reformulado com direito à estreia de nova plataforma EMP2, a mesma  do  Peugeot 308
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Opel Astra 2022 foi totalmente reformulado com direito à estreia de nova plataforma EMP2, a mesma do Peugeot 308


O Opel Astra é um dos carros mais antigos no segmento de compactos da Europa e naquele continente está prestes a receber um novo visual com um design completamente novo, por dentro e por fora, juntamente com a estreia de nova plataforma EMP2, da PSA (Peugeot-Citroën), agora que a tradicional marca alemã não é mais da GM, que a controlou por mais de 80 anos.

A sexta geração do Astra alemão será, como de costume, produzido em Rüsselsheim, e competirá com Volkswagen Golf, Ford Focus, Renault Megane e Skoda Octavia e Peugeot 308 , o qual também compartilha a mesma base com o hatch da Opel , considerando que ambas as marcas fazem parte da Stellantis – o quarto maior fabricante de automóveis do mundo.

Apesar disso, Astra e 308 são bem diferentes. A versão francesa tem uma abordagem mais ousada, enquanto seu primo alemão é mais comedido, com uma aparência mais limpa. No caso do novo Astra , em relação à geração anterior, houve um crescimento de insignificantes quatro milímetros no comprimento total.

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Agora são 4.374 mm . Por outro lado, a distância entre eixos foi esticada significativamente em 13 mm (2.675 mm). A largura, por sua vez, aumentou pouco, 1.860 mm (51 mm a mais). No porta-malas, o volume cresceu 52 litros indo para 422 litros.

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Quanto à motorização, a Opel não revelou muitos detalhes, mas a julgar pelo compartilhamento da mesma base com o 308, na Europa espera-se as mesmas opções à gasolina e diesel com potência variando de 110 cv a 225 cv.

Pela primeira vez, uma configuração híbrida de plug-in estará disponível e virá em duas configurações. Dependendo do trem de força, serão oferecidos câmbios manuais de seis marchas e automáticos de oito .

Outra mudança ocorre no conjunto óptico como era de se esperar, a inclusão da a tecnologia de LED de matriz do carro-chefe Insignia , com nada menos que 84 diodos emissores de luz por conjunto de faróis. O controle de cruzeiro com stop & go está disponível, assim como um head-up display e uma câmera de 360 ​​graus.

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Na parte interna, há sutilezas e um painel mais clean e funcional, com poucos botões convencionais e atalhos para funções usadas com frequência. A maioria das configurações pode ser acessada por meio da tela sensível ao toque de 10 polegadas do sistema de infoentretenimento. À sua esquerda, um painel de instrumentos totalmente digital tem o mesmo tamanho.

Astra também esteve de passagem no Brasil

Chevrolet Astra GSi versão mais potente e equipada do modelo que foi fabricada no Brasil entre 1998 e 2011
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Chevrolet Astra GSi versão mais potente e equipada do modelo que foi fabricada no Brasil entre 1998 e 2011

Além do hatch que tem previsão de encomendas para o final do segundo semestre deste ano, com entregas para início de 2022, por lá ainda a Opel ainda oferecerá a versão perua, cuja divulgação da nova geração deve ocorrer em breve.

Segundo notas e informações da imprensa especializada, esta será a última geração equipada com motores a combustão na Europa, pois a marca prometeu migrar apenas para a nova tecnologia dos elétricos na Europa até 2028.

No Brasil, o Astra teve uma tímida participação nos segmentos dos hatch médios. Começou a ser nacionalizado a partir de 1998, ganhou versão Sedan e em 2000, a configuração minivan (Zafira) . Além disso, recebeu a tecnologia flexível de combustível e poucas alterações de estilo até sair de cena em 2011.

Fonte: IG CARROS

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MINI comemora 60 anos de lançamento de seu primeiro Cooper

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Mini Cooper surgiu em 1961 e foi preparada por John Cooper e se consagrou nas pistas de corrida
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Mini Cooper surgiu em 1961 e foi preparada por John Cooper e se consagrou nas pistas de corrida

Tudo começou quando o designer britânico Alec Issigonis desenvolveu um novo carro para a British Motor Corporation , visando espaço e economia de combustível. Lançado em 1959, o Austin MINI clássico conseguiu unir tudo isso. Mas ganharia um lado inesperado em setembro de 1961, quando foi lançado o primeiro MINI Cooper.

Com a ideia fixa de oferecer o melhor espaço em um carrinho tão diminuto, o Austin MINI receberia motor e câmbio transversais, cuja configuração interferia pouco na cabine, enquanto as rodas montadas nas extremidades permitiam que as caixas de rodas abrissem mais espaço aos ocupantes do banco traseiro.

A racionalidade do projeto não só fez bonito nas vendas, mas também nas pistas. Assim o reconhecido engenheiro/preparador/construtor de carros de corrida John Cooper decidiu modificar o carro para competir na escuderia Cooper a qual já dominava a Fórmula 1 naquele período, seguindo a vitória dos campeonatos de 1959 e 1960.

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O preparador John Cooper e o designer Alec Issigonis se uniram para criar um carro capaz de dominar outras categorias. Cooper preparou o motor original de 848 cm³ e 34 cv de potência, que foi ampliado a 997 cm³ e passou a gerar 55 cv, números que faziam toda a diferença visando que o carrinho pouco mais de 600 kg.

Além disso, o uso de homocinéticas ajudou a não perder tração ou ter movimentações indesejadas do volante. A revolucionária suspensão hidro-elástica reduzia a rolagem lateral e entregava precisão e estabilidade acima da média e na medida para encarar circuitos de rali e competir com modelos bem maiores e mais potentes.

A suspensão usava batentes de borracha de curso bem curto que deixavam o Mini com um comportamento mais dinâmico. Todas estas qualidades fizeram do pequeno da MINI ser comparado a um kart, nascendo o termo Go-Kart Feeling , expressão que é lembrada até hoje pela marca inglesa.

As mulheres também tiveram papel fundamental na brilhante trajetória da Mini através das vitórias das britânicas Pat Moss, irmã do lendário Stirling Moss , e Ann Wisdom que participou das provas enquanto estava grávida. As conquistas de 1962 na Copa das Damas, a categoria feminina do Rali de Monte Carlo , e no Rali da Tulipa , na Holanda, foram as primeiras vitórias obtidas por mulheres na categoria. A dupla ainda venceria os Ralis da Alemanha e de Sderström, na Suécia.

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John Cooper logo criaria uma versão MINI Cooper S . O motor passou a ter 1.071 cm³ e rendia 70 cv. Foi nessa época em que o predomínio do esportivo começou na série de ralis de Monte Carlo. A dupla Paddy Hopkirk e Henry Liddon ganhou o prêmio do rali em 1964. Foram eles que iniciaram a época dos Três Mosqueteiros , trio de pilotos formado pelo próprio escocês Hopkirk e pelos finlandeses Rauno Aaltonen e Timo Mäkinen.

Foi em 1965 que Timo Mäkinen e Paul Easter (co-piloto) levaram o novo MINI Cooper S 1.3 de 90 cv ao título após um longo e emocionante rali. Habituado a neve, o finlandês Mäkinen foi o único piloto que não recebeu nenhuma penalidade.

No ano seguinte, Mäkinen, Aaltonen e Hopkirk dominaram o Rali de Monte Carlo de ponta a ponta e ganharam o pódio, porém foram desclassificados por uma suposta irregularidade nos faróis, uma das maiores polêmicas da história dos ralis. A compensação viria no ano seguinte. A altonen e Henry Liddon (co-piloto) faturaram o primeiro lugar. Era apenas o início de uma história que vive até hoje no MINI John Cooper Works.

Fonte: IG CARROS

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