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Jeep adota uma série de mudanças no Compass para manter liderança

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Jeep Compass 2022: série especial de 80 anos da marca americana já teve o lote de 1000 unidades todo vendido
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Jeep Compass 2022: série especial de 80 anos da marca americana já teve o lote de 1000 unidades todo vendido

A Jeep lança a linha 2022 do Compass em várias novidades para defender a posição de SUV médio mais vendido do Brasil mesmo com a chegada de novos rivais, como Toyota Corolla CrossFord Bronco Sport e VW Taos , os últimos com chegada marcada para maio. Quem dá uma olhada no carro por fora não imagina o volume de mudanças que foram adoradas pela marca norte-americana.

Por fora, mudam apenas os farois e lanternas, que passam a funcionar apenas com LED, além dos para-choque reestilizados e os jogos de rodas inéditos. A tampa do porta-malas do Jeep Compass 2022 parece a mesma, mas nas versões mais equipadas passa a ser aberta e fechada com sensores, bastando passar o pé debaixo do para-choque, o que facilita a vida de quem estiver com as mãos ocupadas com bagagem.

Ao abrir as portas, você vai notar que mudou tudo no interior, até o volante, que deixa de ter aqueles botões escondidos atrás dos raios horizontais. A central mulmídia também é toda nova, com 8,4 ou 10,1 polegadas e o quadro de instrumentos passa a ser digital e configurável , com mostrador de alta resolução de 10,25 polegadas. Saídas de ar e comandos do sistema de climatização são outros itens mudaram completamente.

Os dispositivos de segurança também evoluíram. Agora, estão disponíveis itens como detector de fadiga, detector ativo de faixa (chega a mover o volante para manter o carro na trajetória ideal), reconhecimento de placas de trânsito e novos radares capazes de detectar pedestes, ciclistas e motociclistas e ajudarem no sistema de frenagem de emergência. Além disso, o carregador do celular passa a ser sem fio.

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Se faltavam mais porta-objetos no Compass anterior, na linha 2022 foram incluídos uma série de outros, chegando a 30 litros no total, conforme a fabricante. Assim como a recarga do celular, o pareamento com a central multimídia agora é sem fio e incluíram novos tipos de entradas USB (A e C).

Para quem dirige, um novo item de conforto fica por conta da tecla “auto hold”. Uma vez acionada, segura o SUV automaticamente em aclives sem precisar acionar o freio e até que o aceleador seja acionado e o carro entre em movimento.

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A lista de novos recursos disponíveis no Jeep Compass 2022 continua com partida remota e o controle de tração entre as rodas do eixo dianteiro nas versões 4×2 que funciona com ajuda do módulo do ESC (controle eletrônico de estabilidade).

Bom também é que as versões flex passam a ter maior ângulo de entrada (21,5°), novos ajustes de suspensão e o novo motor 1.3 turbo, que gera 185 cv e 27,6 kgfm de torque com apenas etanol no tanque.

Mais desempenho e menos consumo

Jeep Compass 2022: versões 4x2 passam a ter novo sistema de controle de tração que distribui a força entre as rodas
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Jeep Compass 2022: versões 4×2 passam a ter novo sistema de controle de tração que distribui a força entre as rodas

Conforme a Jeep , o Compass da linha 2022 com motor turbo flex é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos com câmbio automático de seis marchas, que recebeu nova calibragem e seletor de padrão, o que permite acionar o modo de condução esportivo, quando as reações do carro passam a ficar mais ágeis e o volante fica um pouco mais firme.

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Na comparação com a antiga versão com motor Tigerskark 2.0, o novo 1.3 turbo flex, ainda de acordo com a fabricante, a redução média de consumo fica entre 15% e 17%.

A Jeep diz que com a chegada das novas versões turbo flex o mix de vendas do Compass deverá mudar. Atualmente, as versões a diesel representam metade do total, mas isso tende a cair para 40%. Confira abaixo como ficaram os preços da nova linha 2022 do SUV médio .

Valores para todo o Brasil, exceto estados de São Paulo e Paraíba

• Jeep Compass Sport T270 Turbo Flex AT6 – R$ 139.990 • Jeep Compass Longitude T270 Turbo Flex AT6 – R$ 154.990 • Jeep Compass 80 Anos T270 Turbo Flex AT6 – R$ 162.990 • Jeep Compass Limited T270 Turbo Flex AT6 – R$ 176.990 • Jeep Compass Série S T270 Turbo Flex AT6 – R$ 187.990 • Jeep Compass Longitude TD350 Turbo Diesel AT9 4×4 – R$ 196.990 • Jeep Compass 80 Anos TD350 Turbo Diesel AT9 4×4 – R$ 204.990 • Jeep Compass Limited TD350 Turbo Diesel AT9 4×4 – R$ 216.990 • Jeep Compass Trailhawk TD350 Turbo Diesel AT9 4×4 – R$ 216.990

Valores para o estado de São Paulo:

• Jeep Compass Sport T270 Turbo Flex AT6 – R$ 144.647 • Jeep Compass Longitude T270 Turbo Flex AT6 – R$ 160.146 • Jeep Compass 80 Anos T270 Turbo Flex AT6 – R$ 168.412 • Jeep Compass Limited T270 Turbo Flex AT6 – R$ 182.878 • Jeep Compass Série S T270 Turbo Flex AT6 – R$ 194.244 • Jeep Compass Longitude TD350 Turbo Diesel AT9 4×4 – R$ 203.630 • Jeep Compass 80 Anos TD350 Turbo Diesel AT9 4×4 – R$ 211.900 • Jeep Compass Limited TD350 Turbo Diesel AT9 4×4 – R$ 224.304 • Jeep Compass Trailhawk TD350 Turbo Diesel AT9 4×4 – R$ 224.304

Fonte: IG CARROS

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MINI comemora 60 anos de lançamento de seu primeiro Cooper

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Mini Cooper surgiu em 1961 e foi preparada por John Cooper e se consagrou nas pistas de corrida
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Mini Cooper surgiu em 1961 e foi preparada por John Cooper e se consagrou nas pistas de corrida

Tudo começou quando o designer britânico Alec Issigonis desenvolveu um novo carro para a British Motor Corporation , visando espaço e economia de combustível. Lançado em 1959, o Austin MINI clássico conseguiu unir tudo isso. Mas ganharia um lado inesperado em setembro de 1961, quando foi lançado o primeiro MINI Cooper.

Com a ideia fixa de oferecer o melhor espaço em um carrinho tão diminuto, o Austin MINI receberia motor e câmbio transversais, cuja configuração interferia pouco na cabine, enquanto as rodas montadas nas extremidades permitiam que as caixas de rodas abrissem mais espaço aos ocupantes do banco traseiro.

A racionalidade do projeto não só fez bonito nas vendas, mas também nas pistas. Assim o reconhecido engenheiro/preparador/construtor de carros de corrida John Cooper decidiu modificar o carro para competir na escuderia Cooper a qual já dominava a Fórmula 1 naquele período, seguindo a vitória dos campeonatos de 1959 e 1960.

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O preparador John Cooper e o designer Alec Issigonis se uniram para criar um carro capaz de dominar outras categorias. Cooper preparou o motor original de 848 cm³ e 34 cv de potência, que foi ampliado a 997 cm³ e passou a gerar 55 cv, números que faziam toda a diferença visando que o carrinho pouco mais de 600 kg.

Além disso, o uso de homocinéticas ajudou a não perder tração ou ter movimentações indesejadas do volante. A revolucionária suspensão hidro-elástica reduzia a rolagem lateral e entregava precisão e estabilidade acima da média e na medida para encarar circuitos de rali e competir com modelos bem maiores e mais potentes.

A suspensão usava batentes de borracha de curso bem curto que deixavam o Mini com um comportamento mais dinâmico. Todas estas qualidades fizeram do pequeno da MINI ser comparado a um kart, nascendo o termo Go-Kart Feeling , expressão que é lembrada até hoje pela marca inglesa.

As mulheres também tiveram papel fundamental na brilhante trajetória da Mini através das vitórias das britânicas Pat Moss, irmã do lendário Stirling Moss , e Ann Wisdom que participou das provas enquanto estava grávida. As conquistas de 1962 na Copa das Damas, a categoria feminina do Rali de Monte Carlo , e no Rali da Tulipa , na Holanda, foram as primeiras vitórias obtidas por mulheres na categoria. A dupla ainda venceria os Ralis da Alemanha e de Sderström, na Suécia.

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John Cooper logo criaria uma versão MINI Cooper S . O motor passou a ter 1.071 cm³ e rendia 70 cv. Foi nessa época em que o predomínio do esportivo começou na série de ralis de Monte Carlo. A dupla Paddy Hopkirk e Henry Liddon ganhou o prêmio do rali em 1964. Foram eles que iniciaram a época dos Três Mosqueteiros , trio de pilotos formado pelo próprio escocês Hopkirk e pelos finlandeses Rauno Aaltonen e Timo Mäkinen.

Foi em 1965 que Timo Mäkinen e Paul Easter (co-piloto) levaram o novo MINI Cooper S 1.3 de 90 cv ao título após um longo e emocionante rali. Habituado a neve, o finlandês Mäkinen foi o único piloto que não recebeu nenhuma penalidade.

No ano seguinte, Mäkinen, Aaltonen e Hopkirk dominaram o Rali de Monte Carlo de ponta a ponta e ganharam o pódio, porém foram desclassificados por uma suposta irregularidade nos faróis, uma das maiores polêmicas da história dos ralis. A compensação viria no ano seguinte. A altonen e Henry Liddon (co-piloto) faturaram o primeiro lugar. Era apenas o início de uma história que vive até hoje no MINI John Cooper Works.

Fonte: IG CARROS

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