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Chevrolet Onix Plus é o carro que menos perde valor, aponta estudo

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Chevrolet Onix Plus: em um anos, perde apenas 7,6% do valor de tabela conforme o estudo da Agência Autoinforme

O Chevrolet Onix Plus foi eleito o modelo que menos perde valor depois de um ano na 7ª edição do Selo Maior Valor de Revenda, com apenas 7,6% de depreciação entre agosto de 2019 e o preço do mesmo carro (portanto com um ano de uso) doze meses depois. Foram consideradas 15 categorias, ante 19 do ano passado.

Segundo o idealizador da certificação, Joel Leite, “este ano, decidimos extinguir Hatch Médio, Hatch Premium, Perua e Sedã Grande porque esses segmentos apresentaram apenas um modelo em comercialização, ou significaram vendas abaixo de mil unidades no período de 12 meses”, disse ele. “Além disso, veículos elétricos e híbridos foram separados porque, mesmo sem altos volumes, conquistaram representatividade no mercado brasileiro”, completou.

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A pesquisa considerou os 102 modelos novos mais vendidos, de 20 marcas. Foram analisados modelos das marcas BMW, Caoa Chery, Citroën, Ford, Kia Motors, Land Rover, Lexus, Mitsubishi, Nissan, Peugeot e Suzuki. Segundo os organizadores, “seis modelos vencedores desta edição pioraram suas posições em relação à sexta edição do estudo, com índices de depreciação maiores. São os casos dos modelos VW Up!, VW Saveiro, VW Tiguan, Fiat Toro, Jeep Compass e Toyota SW4.

Apenas dois modelos – Toyota Corolla e Toyota Hilux – conseguiram melhorar ainda mais os seus índices de depreciação. Essas variações refletem o comportamento do mercado – oferta e demanda – e o trabalho da indústria e sua rede de distribuição no quesito pós-vendas”.

Na avaliação de Luiz Cipolli Junior, do Departamento de Pesquisa da Agência Autoinforme, “a depreciação depende de vários fatores: do tamanho do carro, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Daí a importância do selo”.

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Confira abaixo os vencedores de cada uma das 15 categorias com a porcentagem que mostra quanto cada um desvaloriza em um ano.

  • Entrada: VW Up! (8,1%)
  • Elétrico: Renault Zoe (9,9%)
  • Hatch compacto: Hyundai HB20 (9,2%)
  • Híbrido: Volvo XC60 Hybrid (9,8%)
  • Monovolume: Honda Fit (9,4%)
  • Picape pequena: VW Saveiro (15,1%)
  • Picape Compacta: Fiat Toro (13,7%)
  • Picape média: Toyota Hilux (9%)
  • Sedã de entrada: Hyundai HB20S (12,9%)
  • Sedã Compacto: Chevrolet Onix Plus (7,6%)
  • Sedã Médio: Toyota Corolla (8,9%)
  • SUV de entrada: Honda HR-V (9,2%)
  • SUV Compacto: Jeep Compass (11,7%)
  • SUV Médio: VW Tiguan (10,9%)
  • SUV Grande: Toyota SW4 (10,1%)
Fonte: IG CARROS

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Veja 5 parentes do Chevrolet Opala que nunca tivemos no Brasil

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Primeiro carro de passeio produzido pela Chevrolet no Brasil, o Opala foi lançado em 1968 e seguia a tradição dos utilitários da filial brasileira da marca americana, sendo um produto único no mundo e produzido apenas na fábrica de São Caetano do Sul (SP), basicamente para atender à demanda do mercado local.


Mas apesar de ser uma jabuticaba automotiva — afora uns poucos exemplares exportados, quase a totalidade da produção foi vendida no Brasil — o Chevrolet Opala era um carro mais internacional do que se pensa. Usava a carroceria modificada e boa parte do conjunto mecânico do alemão Opel Rekord C, mas combinado aos motores de 4 e 6 cilindros da linha americana.

Por aqui, ficaria em linha até 1992, quando foi substituído pelo Chevrolet Omega e pela station Suprema, tendo sido oferecido nas carrocerias sedã de quatro portas, cupê e station wagon de duas portas (Caravan). Mas além das opções de carroceria adicionais do Rekord C que nunca foram empregadas no carro brasileiro, a General Motors chegou a repetir a fórmula do Opala em outros mercados. Confira a seguir os 5 parentes que nunca chegaram ao Brasil.

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1 – Opel Rekord Taxi

Opel Rekord Taxi: vinha com distância entre-eixos alongada em 29 centímetros em relação às demais versões do sedã
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Opel Rekord Taxi: vinha com distância entre-eixos alongada em 29 centímetros em relação às demais versões do sedã


Aqui e na Alemanha, o Rekord/Opala foi bastante utilizado como veículo de serviço, tendo sido empregado nas frotas de forças de segurança e órgãos públicos.

Mas nunca tivemos no Brasil uma variação desenvolvida especificamente para uso como táxi, como o Rekord Taxi europeu, que tinha entre-eixos alongado em 29 cm e trazia uma divisão entre a cabine de passageiros e o motorista.

Diferente do Opala, com seus motores 2.5 de quatro cilindros e 3.8 e 4.1 de seis cilindros, o carro alemão tinha uma linha de motores com opções que iam de um 1.5 de quatro cilindros e 58 cv a um 2.2 de seis cilindros e 95 cv.

2 – Rekord C Sedan 2 portas

Opel Rekord Sedan 2 portas: sabiamente, a GM resolveu trazer o Opala cupê ao Brasil, com desenho mais harmônico
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Opel Rekord Sedan 2 portas: sabiamente, a GM resolveu trazer o Opala cupê ao Brasil, com desenho mais harmônico


Embora os carros de duas portas fossem a opção preferida das famílias brasileiras até os anos 1990, a Chevrolet tinha como opção de duas portas do Opala apenas a bela carroceria cupê.

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Já na Alemanha, o Rekord tinha uma carroceria sedã de duas portas, que mantinha a coluna central da carroceria e repetia a caída do teto do modelo de quatro portas.

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3 – Rekord Caravan 4 portas

Opel Rekord Caravan: no Brasil, a Caravan foi vendida apenas com duas portas até sair de linha, em 1992
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Opel Rekord Caravan: no Brasil, a Caravan foi vendida apenas com duas portas até sair de linha, em 1992


O Chevrolet Caravan era o equivalente brasileiro ao Rekord Caravan alemão. Apesar de ter sido lançada no Brasil apenas em 1975, a perua repetia exatamente a mesma fórmula do sedã e do cupê, aproveitando boa parte da carroceria do carro alemão feito entre 1966 e 1971.

Mas além da opção de duas portas, os alemães tiveram também uma variação de quatro portas. Curiosamente, se tivesse sido lançada aqui, seria a única station de quatro portas produzida em série no Brasil até o surgimento da Volkswagen Quantum, em 1985.

4 – Opel Commodore GS/E

Opel Commodore GS/E: versão esportiva vem com faróis auxiliares de milha e faixas decorativas na carroceria
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Opel Commodore GS/E: versão esportiva vem com faróis auxiliares de milha e faixas decorativas na carroceria


No Brasil, tivemos o Comodoro como uma opção mais luxuosa do Opala nos anos 1970. Na Alemanha o seu equivalente na linha Opel era o Commodore.

Mas além das variações de luxo, com acabamento mais sofisticado e motores mais potentes do que os do Rekord, a linha Commodore contava ainda com a sofisticada versão esportiva GS/E, dotada de um motor 2.5 de seis cilindros equipado com injeção Bosch D-Jetronic, que desenvolvia 150 cv e levava o carro a 197 km/h.

5 – Ranger

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“GM” Ranger não tem nada a ver com a Ford. Trata-se do sedã que GM chegou a vender na África do Sul


No mesmo ano em que lançou o Opala no Brasil, a General Motors lançou o Ranger na África do Sul. Era o único modelo de uma divisão de mesmo nome, lançada especificamente para o país africano.

O Ranger usava a carroceria do Opel Rekord C, combinada com a dianteira e alguns componentes do inglês Vauxhall Victor e os motores 2.1 e 2.5 de quatro cilindros, que assim como os do Chevrolet Opala tinham projeto americano. O modelo durou até 1973, quando a GM optou por produzir localmente o Rekord D.

Fonte: IG CARROS

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