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Aceleramos um Fusca no estilo velha escola Brasil

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Fusca VEB com acessórios de época e a saudosa cor ocre Marajó entre os itens que chamam atenção
Renato Bellote

Fusca VEB com acessórios de época e a saudosa cor ocre Marajó entre os itens que chamam atenção

Quando se fala dos modelos Volkswagen com motores refrigerados a ar pensamos em alguns tipos de customização. Além do original, é claro, esses carros têm uma personalidade muito interessante e, por conta disso, foram criados estilos para que o design ficasse ainda mais evidenciado.

Basicamente podemos definir em três esse esses estilos: german look, callook e o velha escola Brasil . Já falei bastante aqui na coluna sobre o primeiro. Aliás, é o estilo do meu Fusca. Já a customização californiana tem características próprias e, geralmente, é feita nos modelos da década de 60. Ambas possuem uma grande quantidade de fãs.

Hoje eu mostro para vocês um exemplar no estilo VEB , ou seja, velha escola Brasil. Basicamente ele vem ganhando força nos últimos anos e trazendo características bastante próprias do mercado nacional de acessórios vendidos por aqui – especialmente – entre as décadas de 70 e 80.

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Toca fitas, equalizador, rodas de 13 ou 14 polegadas, encostos de cabeça, teto solar, tipos de escapamento e alguns outros acessórios que faziam a cabeça da molecada na época estão presentes nesses modelos. Um ponto importante é que ele abrange várias marcas e não apenas a Volkswagen , o que é algo muito legal para quem gosta de carros.

O exemplar da matéria traz um pouco de tudo a que me referi no parágrafo anterior e um ponto muito bacana: ele foi customizado na época. Um dos diferenciais é o jogo de pára-choques com lâminas duplas. Além disso no conjunto se destacam as rodas modelo Castelinho de 13 polegadas com tala oito na traseira.

Sobre a parte mecânica temos o motor com 1300 cm³ de cilindrada e 46 cv, com carburação simples e dínamo. Um estilo bem original. O destaque do ronco fica também para o jogo de ponteiras da época, sem miolo, o que proporciona um ronco bastante singular.

Guiar um Fusca da época e voltar no tempo. A suspensão também foi retrabalhada para diminuir a altura e aumentar o estilo. Na rua o besouro atrai olhares. Ponto positivo para a cor ocre Marajó, um clássico dos anos 70. Nos falamos na próxima semana.

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Fonte: IG CARROS

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MINI comemora 60 anos de lançamento de seu primeiro Cooper

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Mini Cooper surgiu em 1961 e foi preparada por John Cooper e se consagrou nas pistas de corrida
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Mini Cooper surgiu em 1961 e foi preparada por John Cooper e se consagrou nas pistas de corrida

Tudo começou quando o designer britânico Alec Issigonis desenvolveu um novo carro para a British Motor Corporation , visando espaço e economia de combustível. Lançado em 1959, o Austin MINI clássico conseguiu unir tudo isso. Mas ganharia um lado inesperado em setembro de 1961, quando foi lançado o primeiro MINI Cooper.

Com a ideia fixa de oferecer o melhor espaço em um carrinho tão diminuto, o Austin MINI receberia motor e câmbio transversais, cuja configuração interferia pouco na cabine, enquanto as rodas montadas nas extremidades permitiam que as caixas de rodas abrissem mais espaço aos ocupantes do banco traseiro.

A racionalidade do projeto não só fez bonito nas vendas, mas também nas pistas. Assim o reconhecido engenheiro/preparador/construtor de carros de corrida John Cooper decidiu modificar o carro para competir na escuderia Cooper a qual já dominava a Fórmula 1 naquele período, seguindo a vitória dos campeonatos de 1959 e 1960.

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O preparador John Cooper e o designer Alec Issigonis se uniram para criar um carro capaz de dominar outras categorias. Cooper preparou o motor original de 848 cm³ e 34 cv de potência, que foi ampliado a 997 cm³ e passou a gerar 55 cv, números que faziam toda a diferença visando que o carrinho pouco mais de 600 kg.

Além disso, o uso de homocinéticas ajudou a não perder tração ou ter movimentações indesejadas do volante. A revolucionária suspensão hidro-elástica reduzia a rolagem lateral e entregava precisão e estabilidade acima da média e na medida para encarar circuitos de rali e competir com modelos bem maiores e mais potentes.

A suspensão usava batentes de borracha de curso bem curto que deixavam o Mini com um comportamento mais dinâmico. Todas estas qualidades fizeram do pequeno da MINI ser comparado a um kart, nascendo o termo Go-Kart Feeling , expressão que é lembrada até hoje pela marca inglesa.

As mulheres também tiveram papel fundamental na brilhante trajetória da Mini através das vitórias das britânicas Pat Moss, irmã do lendário Stirling Moss , e Ann Wisdom que participou das provas enquanto estava grávida. As conquistas de 1962 na Copa das Damas, a categoria feminina do Rali de Monte Carlo , e no Rali da Tulipa , na Holanda, foram as primeiras vitórias obtidas por mulheres na categoria. A dupla ainda venceria os Ralis da Alemanha e de Sderström, na Suécia.

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John Cooper logo criaria uma versão MINI Cooper S . O motor passou a ter 1.071 cm³ e rendia 70 cv. Foi nessa época em que o predomínio do esportivo começou na série de ralis de Monte Carlo. A dupla Paddy Hopkirk e Henry Liddon ganhou o prêmio do rali em 1964. Foram eles que iniciaram a época dos Três Mosqueteiros , trio de pilotos formado pelo próprio escocês Hopkirk e pelos finlandeses Rauno Aaltonen e Timo Mäkinen.

Foi em 1965 que Timo Mäkinen e Paul Easter (co-piloto) levaram o novo MINI Cooper S 1.3 de 90 cv ao título após um longo e emocionante rali. Habituado a neve, o finlandês Mäkinen foi o único piloto que não recebeu nenhuma penalidade.

No ano seguinte, Mäkinen, Aaltonen e Hopkirk dominaram o Rali de Monte Carlo de ponta a ponta e ganharam o pódio, porém foram desclassificados por uma suposta irregularidade nos faróis, uma das maiores polêmicas da história dos ralis. A compensação viria no ano seguinte. A altonen e Henry Liddon (co-piloto) faturaram o primeiro lugar. Era apenas o início de uma história que vive até hoje no MINI John Cooper Works.

Fonte: IG CARROS

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