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TRIBUTO PERIGOSO: Paulo Guedes insiste com o Senado para criar “imposto do pecado”

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IMPOSTO INDESEJÁVEL

Com  muita insistência, o ministro da Economia, Paulo Guedes, passou a defender veemente   um novo imposto (sobre transações eletrônicas ou sobre “produtos do pecado”) para reduzir a tributação que as empresas pagam sobre os salários dos empregados.O imposto sobre “pecados” incidiria sobre produtos como bebidas alcoólicas, cigarros e alimentos processados com açúcar. Já o imposto sobre transações eletrônicas seria cobrado, sobretudo, das cinco grandes empresas de tecnologia: Google, Apple, Microsoft, Amazon e Facebook.A coluna apurou que a estratégia que já foi rejeitada tanto pelo presidente Bolsonaro,  como também  pelo Congresso Nacional.TÁTICAO presidente Jair Bolsonaro pretende criar uma assessoria especial em seu gabinete e nomear para a vaga um militar, que teria a função de ajudá-lo na coordenação das ações do governo. A tarefa deveria caber ao ministro Onyx Lorenzoni, que tem sofrido um processo de perda de atribuições dentro do governo. O convite foi feito para o almirante Flávio Augusto Viana Rocha, atual comandante do 1.º Distrito Naval, no Rio de Janeiro.

TROCAS RÁPIDAS

Em pouco mais de um ano de governo, o presidente já  promoveu a quinta mudança em seu ministério. O chefe do Executivo nomeou ministro do Desenvolvimento Regional o atual secretário especial da Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, ex-deputado federal pelo (PSDB). Ele substitui Gustavo Canuto, que será realocado para presidir a Dataprev, a empresa de processamento de dados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS)

LULA NO VATICANO

Saiu hoje a  decisão da  10ª Vara Criminal Federal do Distrito Federal aceitou o pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para adiar um interrogatório para que ele vá ao Vaticano, onde tem um encontro agendado com o papa Francisco em 13 de fevereiroLula, que aguarda em liberdade o resultado de um recurso contra uma sentença de cerca de nove anos de prisão por corrupção, pediu o adiamento do interrogatório agendado para a próxima terça-feira, 11 de fevereiro, na 10ª Vara Criminal Federal do Distrito Federal, devido a sua viagem à Itália e ao Vaticano entre os dias 12 e 15.PAPEL DE OTÁRIOO presidente Jair Bolsonaro afirmou recentemente que se trata de “vergonha na cara”, e não de um ato de “populismo”, sua recente crítica ao preço dos combustíveis. Ele disse que faz “papel de otário”, já que a Petrobrás reduz o preço médio da gasolina e do diesel nas refinarias, mas, segundo ele, a diferença não é repassada para o consumidor.

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SEM SAÍDA

Sem base consolidada no Congresso Nacional, o Planalto concentra a articulação política nos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), para tentar acelerar a tramitação e aprovar as propostas do pacote econômico, além das reformas – tributária e administrativa – antes das eleições de outubro.

ALERTA

O desmatamento agressivo da Amazônia está começando mais cedo neste ano, disseram agentes do Ibama, ao passo que nesta sexta-feira dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostraram que a destruição dobrou em janeiro se comparada com um ano atrás.

OBRAS NO STF

A sede do Supremo Tribunal Federal (STF) passa por uma obra de restauração das esquadrias. O vitral comum está sendo substituído por um temperado, que não produz estilhaços em caso de quebra. O valor aproximado da reforma é de R$ 4 milhões. O prédio já tem 60 anos.

PAPUDA

Uma outra polêmica  em Brasilia, diz respeito a decisão do governo de  mandar reforçar a segurança no entorno do Presídio Federal de Brasília com o Exército, a seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF) disse que vê com preocupação a decisão. E promete retomar medidas administrativas e, eventualmente judiciais, para a transferência da penitenciária para outro local.

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PALAVRA DO PRESIDENTE

A proposta  sobre autonomia do Banco Central (BC) deve ser votada logo após o Carnaval, garante o  presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e um grupo de deputados estiveram com o presidente do BC, Roberto Campos Neto, para negociar uma série de visitas às bancadas partidárias para tirar dúvidas e ampliar o apoio ao texto.

MOEDA

Segundo o líder do MDB, deputado Baleia Rossi (MDB-SP), a partir da próxima semana o relator da proposta, deputado Celso Maldaner (MDB-SC), e o presidente do BC conversarão com as bancadas para mostrar a importância do projeto no combate à inflação e no fortalecimento da moeda brasileira.

INPC

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação para famílias com renda até cinco salários mínimos, registrou 0,19% em janeiro.A taxa é menor do que o 1,22% de dezembro e a menor para o mês de janeiro desde o início do Plano Real, em 1994, segundo dados divulgados hoje (7), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

ECONOMIA

Na próxima segunda-feira (dia 10), às 9h, aReceita Federal vai abrir a consulta a mais umlote residual deImposto de Renda da Pessoa Física (IRPF), com restituições referentes aos exercícios de 2008 a 2019

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Bolsonaro muda estratégia e pede ajuda para neutralizar emissão de carbono

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AMAZÔNIA É NOSSA?

Aquele discurso de que a Amazônia é unicamente nossa não é mais o mesmo. Ao mudar o discurso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que em relações ambientais dirigentes mundiais devem falar a mesma língua. Na cúpula do clima, nesta quinta-feira, o presidente brasileiro disse que o Brasil terá neutralidade climática até 2050. Bolsonaro foi firme em sua fala de três minutos e não titubeou ao pedir recursos para preservar o meio ambiente, em especial a Amazônia. Ele garantiu que o país reduzirá emissões em 40% até 2030. No entanto, críticos do presidente argumentaram que não basta apenas mudar o discurso, mas as atitudes. Foi um claro recado de que a oposição vai marcar cerrado para ver as promessas serem cumpridas. Enfim, a Amazônia é todos!

FOGO BRANDO

Corre pelos bastidores que o presidente Jair Bolsonaro já enfrenta uma nova pressão para demitir o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ele seria um entrave para que países europeus e o próprio EUA voltassem a doar recursos para a preservação da Amazônia. Salles é acusado pela Polícia Federal de chefiar uma organização criminosa especializada em desmatar a Amazônia para comercializar ilegalmente madeiras. Lógico que o ministro vem se complicado com ações e falas polêmicas, como a “tal boiada passando”, mas está evidente uma queda de braço entre ambientalistas e governo. Mais do que o cargo do ministro, está em jogo cerca de US$ 1 bilhão que Bolsonaro alega precisar para conter o desmatamento na Amazônia. O Brasil também alega que deveria receber US$ 133 bilhões em créditos de carbono pelas reduções nas emissões entre 2006 e 2017. Na política do custe o que custar, se colocarem o cargo de Salles à mesa, é possível que ele seja frito em fogo brando.

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FOGO AMIGO

Se não bastasse o próprio tiroteio efetuado pelos governistas que querem o fim da “ala ideológica no Planalto”, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles foi alvo de um “tuitaço” na véspera da Cúpula do Clima. Organizado organizações ambientais, o movimento pediu a sua saída do cargo. Postagens com a hashtag #ForaSalles foram feitas na rede social por nomes como a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, o compositor Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura, e políticos da oposição como o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) e o senador Humberto Costa (PT-PE). Como reação ao movimento, alguns apoiadores do governo passaram a divulgar mensagens a favor do ministro, com a hashtag #FicaSalles.

REAÇÃO

Quem também saiu em defesa de Ricardo Salles foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Segundo o filho do presidente da República, “o novo alvo do sistema é o ministro Ricardo Salles. Estranho seria não ser atacado. Globalistas e seus tentáculos miram naquele que defende nossas florestas”, ressaltou. “Isso tudo porque Salles fechou a torneira e cortou os milhões de reais do povo brasileiro que iam pra ONGs. O também deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) seguiu a mesma linha. “Não adianta chorar, espernear e levantar hashtag contra. Salles fica e até 2026!”, escreveu. A guerra está declarada.

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PRIVATIZAÇÃO

Em meio ao fogo cruzado entre ambientalistas e governo, na Câmara era aprovado o projeto que abre caminho para privatização dos Correios. Sobre esse assunto quase ninguém comentou. Por 280 votos favoráveis e 165 contrários, deputados chancelaram a proposta que autoriza a participação da iniciativa privada na prestação de serviços postais. Governo e oposição divergem, no entanto, sobre a privatização da estatal. Por enquanto a discussão não pára. O deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), escolhido para ser o relator da proposta, afirmou que vai expandir o diálogo com os todos os parlamentares envolvidos, de modo a construir um novo texto.

CRISE PASSAGEIRA

Com a pandemia do novo coronavírus ficou evidente que um dos setores mais impactados seria o turismo. Segundo as operadoras, o setor perdeu dois terços do faturamento em 2020. O número de passageiros transportados caiu pela metade, de 6,5 milhões no ano anterior para 3,3 milhões em 2020. Segundo o levantamento, o faturamento das empresas caiu de R$ 15,1 bilhões em 2019 para R$ 4 bilhões no ano passado. O setor aposta na vacinação em massa e redução drástica dos casos de contaminação. Por outro lado, existe a tendência das pessoas estarem loucas para viajar com a possibilidade de relaxamento do isolamento social. Talvez, o turismo seja o segmento da economia que responderá mais rapidamente com o fim da pandemia.

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