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Segmento de Capitalização cresce 12% em sete meses

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O segmento de Títulos de Capitalização, produtos que conjugam soluções financeiras com sorteios, registrou uma receita de R$ 13,6 bilhões entre os meses de janeiro a julho. O valor representa um crescimento de 12,7% em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são FenaCap (Federação Nacional de Capitalização), que representa as empresas de capitalização no Brasil.

O presidente da FenaCap, Marcelo Farinha, comentou a onda de crescimento do segmento: “O momento de baixa taxa de juros e a necessidade de criar uma reserva financeira para emergências, coloca os Títulos de Capitalização como um produto que impulsiona o planejamento financeiro de acordo com os objetivos dos consumidores”, analisa o executivo.

Reservas, prêmios e resgates

Ainda de acordo com os dados divulgados pela FenaCap, as reservas técnicas – que correspondem aos recursos de títulos de capitalização ativos – somaram R$ 30,5 bilhões, um crescimento de 4,0%, considerando o mesmo período do ano passado. Foram pagos R$ 671 milhões a clientes sorteados, e R$ 10 bilhões foram devolvidos sob forma de resgates antecipados e finais.

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Títulos de capitalização: soluções para vários perfis de clientes

Instrumento de Garantia – Substitui a figura do fiador nas transações de aluguel de imóveis e serve de garantia para operações financeiras e  contratos de qualquer natureza.
Filantropia Premiável – O consumidor cede o direito de resgate da sua reserva para uma instituição filantrópica previamente credenciada pelas empresas de capitalização e participa de sorteios.
Popular – Permite que o consumidor adquira um título de valor acessível com direito ao resgate de até 50% do valor pago e concorra a muitos prêmios ao longo da vigência.
Tradicional – O objetivo dessa modalidade é a formação de uma reserva, de maneira programada, por um prazo previamente conhecido e valor pré-determinado. Dá direito a participar de sorteios e ao resgate de 100% do que foi pago, atualizado pela TR, ao fim do prazo de vigência.
Incentivo – Nessa modalidade, uma empresa de varejo, por exemplo, adquire uma série exclusiva de títulos e cede aos seus clientes o direito a participar de sorteios.
Compra Programada – Essa modalidade permite a acumulação mensal vinculada à aquisição de bens duráveis com sorteio de prêmios.

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Fonte: Assessoria

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Liberados mais R$ 18,6 milhões para os hospitais filantrópicos em Mato Grosso

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Senador Wellington Fagundes voltou a manifestar preocupação com a escalada de vítimas e óbitos da Covid-19

O Ministério da Saúde liberou nesta segunda-feira, 1, a segunda parcela do auxílio financeiro emergencial às santas casas e hospitais filantrópicos sem fins lucrativos. Os recursos fazem parte dos R$ 2 bilhões de ajuda aprovada pelo Congresso Nacional, destinados ao combate à pandemia do coronavírus. Ao todo, foram depositados R$ 18,6 milhões para 21 unidades hospitalares, beneficiando 18 municípios de Mato Grosso.

Ao todo são beneficiados com essa ação emergencial um total de 17 unidades sem fins lucrativos em 14 municípios do Estado, que participam de forma complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). Na semana passada, o Ministério já havia liberado R$ 3,1 milhões para Mato Grosso. O projeto de lei que deu origem ao auxílio emergencial havia sido aprovado no Senado no dia 31 de março e 19 de abril pela Câmara.

“Com essa segunda parte da liberação, com certeza os hospitais e santas casas beneficiados poderão ter fôlego para trabalhar de forma articulada com o Ministério da Saúde e os gestores do SUS, oferecendo r mais serviços, principalmente leitos de terapia intensiva” – destacou o senador Wellington Fagundes (PL-MT), líder do Bloco Parlamentar Vanguarda.

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Fagundes voltou a manifestar preocupação com a escalada de casos confirmados e de mortes ocasionadas pelo novo coronavírus. No Brasil, os últimos números oficiais, indicam 519.704 casos com 29.534. Em Mato Grosso são 2.429 e 61 óbitos. “Nossa prioridade continua sendo a de salvar vidas” – frisou.

Nesse segundo repasse, serão beneficiados em Cuiabá o Hospital Santa Helena, com R$ 1,8 milhão; Hospital do Câncer, com R$ 1,1 milhão; e Hospital Geral, com R$ 2,8 milhões. Em Rondonópolis serão duas unidades: Associação Beneficente Paulo de Tarso, com R$ 871 mil; e Santa Casa de Misericórdia, com R$ 2,1 milhões.

Outros beneficiados são: Hospital São Luiz, de Cáceres (R$ 1.127 milhão); Centro Hospitalar Parecis, de Campo Novo (R$ 953 mil); Hospital Municipal Coração de Jesus, de Campo Verde (R$ 433 mil), Hospital Nilza Oliveira Pipino, de Claudia (R$ 223 mil); Hospital São João Batista, de Diamantino (R$ 648 mil); Hospital Bom Jesus, de Dom Aquino (R$ 145 mil); Hospital de Jauru, em Jauru (R$ 94 mil); Hospital São Lucas, de Lucas do Rio Verde (R$ 1.132 mil), Hospital Evangélico, de Vila Bela (R$ 428 mil) e Hospital Municipal de Nova Mutum (R$ 586 mil).

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Completam a lista: Hospital Geral de Poconé, R$ 594 mil; Hospital Vale do Guaporé, R$ 699 mil; Hospital São João Batista, de Poxoréu, R$ 485 mil; Hospital Amparo, de Rosário Oeste, R$ 677 mil; Hospital Santa Marcelina de Sapezal, R$ 578 mil; Hospital Santo Antônio de Sinop, R$ 1,013 milhão; Hospital e Assistência de Sorriso, R$ 10 mil.

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