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Negócio dos sonhos: fornecimento de marmitas exige acompanhamento

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Os primeiros meses do ano são, tradicionalmente, o período no qual grande parte das pessoas resolve colocar em prática novos sonhos e projetos. Isso explica o fato de que esse período do ano concentra o maior volume de abertura de novas empresas no Brasil. São milhões de pessoas buscando tirar do papel uma ideia e transformar em realidade o desejo de ser dono do próprio negócio. Segundo a Pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), abrir o próprio negócio é o quarto sonho do brasileiro, depois de ter a casa própria, viajar pelo Brasil e comprar o carro.

Pensando em apoiar esses potenciais empresários, o Sebrae disponibiliza um conteúdo voltado a quem planeja abrir uma empresa e está em busca de orientações. São 350 sugestões para quem pretende se tornar empreendedor em 2020, disponibilizadas no canal Ideias de Negócios no Portal do Sebrae, uma das mais visitadas do site da instituição. Lá é possível acessar diversas informações sobre a área escolhida, como: uma visão geral de mercado, exigências legais e específicas, estrutura necessária para abrir o negócio, pessoal, equipamentos, matéria-prima, mercadoria, organização de processo produtivo, canais de distribuição, investimento, estratégias de divulgação, entre outras.

Entre os segmentos mais procurados pelos potenciais empreendedores, estão loja virtual, pet shop, beleza, turismo, moda, marmita, restaurante, reciclagem, consultório de pedagogia e consultoria. Para incentivar e inspirar os futuros empresários, o Sebrae preparou uma série de matérias que conta a trajetória de donos de pequenos negócios que conquistaram seu espaço nesses dez segmentos. Hoje é a vez da comida fora de domicílio, como as marmitas.

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Foco, qualidade e horário
Foco e buscar apresentar sempre o que há de melhor. Esses são os conselhos para quem quer ter sucesso no negócio de marmitaria, segundo Zenaide Francisca Alves, que atuou por 30 anos no segmento, primeiro na informalidade e depois como Microempreendedora Individual (MEI). “O segredo é focar em um certo número de pessoas para, em seguida, pegar novos clientes”, explica Zenaide, que tem em uma fábrica em Recife, onde mora, sua principal compradora. “O horário também é muito importante para que o negócio dê certo, assim como a variedade do cardápio e a qualidade da comida”, ensina a empreendedora, contando orgulhosa que o trabalho com marmita ajudou a formar sua filha. “Há 30 anos só me dediquei a isso”.

Acompanhamento
Um setor com forte concorrência, mas sem muitas barreiras de entrada a novos competidores, assim é o negócio de fornecer marmitas. De acordo com dados da Receita Federal e do Portal do Empreendedor, a atividade de “fornecimento de alimentos preparados para consumo domiciliar” passou do nono lugar em 2014 para o sexto lugar em 2017, alcançando um crescimento de 22,5% neste período. Atualmente são aproximadamente 172 mil MEIs registrados nessa área, que compreende a preparação de refeições ou pratos cozidos, inclusive congelados, entregues ou servidos em domicílio, como entrega de marmitas.

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A maioria dos consumidores desse segmento situa-se em áreas que apresentam grande concentração de escritórios, lojas, consultórios e serviços públicos. Devido ao risco intrínseco ao negócio, recomenda-se a realização de ações de pesquisa de mercado para avaliar a demanda e a concorrência. Além disso, vender refeição em domicílio é o tipo de negócio que exige o acompanhamento constante do empreendedor junto ao processo produtivo. A administração rigorosa da cozinha, em busca de qualidade e economia, garante o padrão de desempenho desejável. Alguns temperos diferenciados também agregam valor ao produto, sem elevar os custos. Além disso, o empresário deve sempre fazer o atendimento pessoal dos clientes, um dos modos mais seguros de fidelizar a clientela.

Uma outra sugestão é variar permanentemente o cardápio. A preparação de pratos congelados também constitui uma boa opção para incrementar a receita do estabelecimento. Para viabilizar esta linha de negócio, o empreendedor pode desenvolver parcerias com canais de distribuição do varejo como supermercados e lojas de conveniência.

Assessoria de Imprensa Sebrae

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Liberados mais R$ 18,6 milhões para os hospitais filantrópicos em Mato Grosso

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Senador Wellington Fagundes voltou a manifestar preocupação com a escalada de vítimas e óbitos da Covid-19

O Ministério da Saúde liberou nesta segunda-feira, 1, a segunda parcela do auxílio financeiro emergencial às santas casas e hospitais filantrópicos sem fins lucrativos. Os recursos fazem parte dos R$ 2 bilhões de ajuda aprovada pelo Congresso Nacional, destinados ao combate à pandemia do coronavírus. Ao todo, foram depositados R$ 18,6 milhões para 21 unidades hospitalares, beneficiando 18 municípios de Mato Grosso.

Ao todo são beneficiados com essa ação emergencial um total de 17 unidades sem fins lucrativos em 14 municípios do Estado, que participam de forma complementar do Sistema Único de Saúde (SUS). Na semana passada, o Ministério já havia liberado R$ 3,1 milhões para Mato Grosso. O projeto de lei que deu origem ao auxílio emergencial havia sido aprovado no Senado no dia 31 de março e 19 de abril pela Câmara.

“Com essa segunda parte da liberação, com certeza os hospitais e santas casas beneficiados poderão ter fôlego para trabalhar de forma articulada com o Ministério da Saúde e os gestores do SUS, oferecendo r mais serviços, principalmente leitos de terapia intensiva” – destacou o senador Wellington Fagundes (PL-MT), líder do Bloco Parlamentar Vanguarda.

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Fagundes voltou a manifestar preocupação com a escalada de casos confirmados e de mortes ocasionadas pelo novo coronavírus. No Brasil, os últimos números oficiais, indicam 519.704 casos com 29.534. Em Mato Grosso são 2.429 e 61 óbitos. “Nossa prioridade continua sendo a de salvar vidas” – frisou.

Nesse segundo repasse, serão beneficiados em Cuiabá o Hospital Santa Helena, com R$ 1,8 milhão; Hospital do Câncer, com R$ 1,1 milhão; e Hospital Geral, com R$ 2,8 milhões. Em Rondonópolis serão duas unidades: Associação Beneficente Paulo de Tarso, com R$ 871 mil; e Santa Casa de Misericórdia, com R$ 2,1 milhões.

Outros beneficiados são: Hospital São Luiz, de Cáceres (R$ 1.127 milhão); Centro Hospitalar Parecis, de Campo Novo (R$ 953 mil); Hospital Municipal Coração de Jesus, de Campo Verde (R$ 433 mil), Hospital Nilza Oliveira Pipino, de Claudia (R$ 223 mil); Hospital São João Batista, de Diamantino (R$ 648 mil); Hospital Bom Jesus, de Dom Aquino (R$ 145 mil); Hospital de Jauru, em Jauru (R$ 94 mil); Hospital São Lucas, de Lucas do Rio Verde (R$ 1.132 mil), Hospital Evangélico, de Vila Bela (R$ 428 mil) e Hospital Municipal de Nova Mutum (R$ 586 mil).

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Completam a lista: Hospital Geral de Poconé, R$ 594 mil; Hospital Vale do Guaporé, R$ 699 mil; Hospital São João Batista, de Poxoréu, R$ 485 mil; Hospital Amparo, de Rosário Oeste, R$ 677 mil; Hospital Santa Marcelina de Sapezal, R$ 578 mil; Hospital Santo Antônio de Sinop, R$ 1,013 milhão; Hospital e Assistência de Sorriso, R$ 10 mil.

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