Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

Bastidores da República

OPINIÃO: Onyx Lorenzoni nega caixa 2 e diz que novo governo “não tem paz para se organizar e trabalhar”. Confira essa e outras informações na coluna JPM desta quarta-feira (14)

Publicados

em

INDIGNAÇÃO

“Eu não temo ninguém, tenho a verdade comigo.  Vamos parar com o terceiro turno em respeito à decisão das urnas”, desabafou  o  ministro Extraordinário do governo de transição de Jair Bolsonaro (PSL), Onyx Lorenzoni, diante reportagem publicada pela Folha de S.Paulo de que teria recebido R$ 100 mil a mais de caixa 2 em 2012, do grupo JBS, “Jair Bolsonaro, Sérgio Moro e Onyx Lorenzoni são combatentes contra a corrupção, não me incluam nessa lama petista”, disse Lorenzoni. Ao chegar ao CCBB, onde funciona o governo de transição, ele fez um pronunciamento demonstrando irritação. Ele afirmou que recebeu “molotovs” (bomba caseira), de seus adversários petistas, pediu “trégua” à imprensa e disse que o novo governo “não tem paz para se organizar e trabalhar”.”Há tempos tentam destruir Bolsonaro e agora tentam fragilizá-lo, emendou.

SEM INTERFERÊNCIA

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) destacou  que não pretende interferir na eleição para a Presidência da Câmara dos Deputados, que ocorrerá em 1º de fevereiro, mas que outros “bons nomes” estão surgindo para a sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ).”Existem outros candidatos também, muito bons, se lançando”, disse Bolsonaro “Vamos esperar a bancada, afinal de contas o presidente não pode se envolver diretamente nessa questão. Isso não é bom para o Brasil”, afirmou

 

NA PAZ

Em Brasilia, o  governador do Piauí, Wellington Dias (PT), afirmou hoje  que os governadores eleitos do Nordeste têm “todo interesse” em trabalhar em conjunto com a Federação a partir do próximo ano. Dias é o único representante do Nordeste em encontro dos governadores eleitos em 2018 com a participação do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), “Estou bastante animado que vamos poder dialogar. A disposição do Nordeste é do diálogo”, afirmou ao chegar no evento.Segundo Dias, os demais governadores nordestinos não compareceram porque tinham outros compromissos. Ele justificou, ainda, que o encontro foi organizado por três governadores, e não pelo presidente eleito.

Leia Também:  OPINIÃO DO DIA: Aprosoja retoma o caminho do diálogo

 CIDADANIA REFORÇADA

O futuro ministro da Casa Civil do governo Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta quarta-feira (14), que o Ministério do Desenvolvimento Social e o de Direitos Humanos serão fundidos e vão passar a se chamar Ministério da Cidadania. A nova pasta vai aglutinar áreas de desenvolvimento social, direitos humanos e política antidrogas.

MAIS CALMO

Antes resistente à votação da reforma da Previdência, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), sinalizou  que há brechas para que a proposta ande no Congresso ainda neste ano. A mudança de postura foi verbalizada logo após o senador ter recebido na residência oficial do Senado o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.
“Da nossa parte, não há nenhuma indisposição, nenhum interesse de atrapalhar o governo. Pelo contrário, atrapalhar o governo é atrapalhar o Brasil e nós queremos que o Brasil avance”, disse Eunício,

 

PALPITE

Derrotado como candidato  à Presidência nas eleições 2018, João Amoêdo (Novo) disse hoje que o eleito Jair Bolsonaro (PSL) precisa colocar em prática a pauta liberal – bandeira do Novo e presente nos discursos do presidente eleito.O quinto colocado na corrida eleitoral disse esperar que, com o economista Paulo Guedes como ministro da Economia, Bolsonaro faça o que “há tempo na área pública” ele não fez. Ele elogiou os nomes confirmados pelo presidente eleito para seus ministérios até aqui.

Leia Também:  Augusto Aras é a sexta autoridade a participar da posse de Luiz Fux no STF e testar positivo para a Covid-19

PACTO FEDERATIVO

Governadores eleitos de 18 estados e do Distrito Federal reúnem-se nesta quarta -feira (14/11) no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) para o encontro do Fórum de Governadores. O objetivo da reunião é encontrar pautas permanentes entre as Unidades da Federação e construir um novo Pacto Federativo. O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) passará pelo evento no começo da tarde, onde receberá uma carta com os principais pontos levantados durante as reuniões.

DESEJO DE CAIADO

O governador eleito de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM),deseja  que o presidente eleito Jair Bolsonaro considere que a situação do país exige medidas duras e austeras para superar as dificuldades, e que será necessária uma parceira de mão dupla em que os Estados também façam o dever de casa.

 

 

MOMENTO DELICADO

O presidente Michel Temer afirmou que está analisando “com muito cuidado” o reajuste de mais de 16 por cento nos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) aprovado pelo Congresso, e que só vai decidir sobre um possível veto à medida no final do mês.”Estou examinando, vocês sabem que eu tenho 15 dias e estou examinando esse assunto com muito cuidado, e só decidirei lá à frente, vamos ver como fazemos. Temos até o dia 28 de novembro para sanção”, disse Temer

 

FRASE DO DIA

“Vamos tratar de um novo pacto federativo que dê condições a todos os governadores de melhorar a situação das suas populações e da sociedade como um todo”,afirmou o governador eleito do DF, Ibaneis Rocha (MDB),

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Bastidores da República

Bolsonaro muda estratégia e pede ajuda para neutralizar emissão de carbono

Publicados

em

AMAZÔNIA É NOSSA?

Aquele discurso de que a Amazônia é unicamente nossa não é mais o mesmo. Ao mudar o discurso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que em relações ambientais dirigentes mundiais devem falar a mesma língua. Na cúpula do clima, nesta quinta-feira, o presidente brasileiro disse que o Brasil terá neutralidade climática até 2050. Bolsonaro foi firme em sua fala de três minutos e não titubeou ao pedir recursos para preservar o meio ambiente, em especial a Amazônia. Ele garantiu que o país reduzirá emissões em 40% até 2030. No entanto, críticos do presidente argumentaram que não basta apenas mudar o discurso, mas as atitudes. Foi um claro recado de que a oposição vai marcar cerrado para ver as promessas serem cumpridas. Enfim, a Amazônia é todos!

FOGO BRANDO

Corre pelos bastidores que o presidente Jair Bolsonaro já enfrenta uma nova pressão para demitir o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ele seria um entrave para que países europeus e o próprio EUA voltassem a doar recursos para a preservação da Amazônia. Salles é acusado pela Polícia Federal de chefiar uma organização criminosa especializada em desmatar a Amazônia para comercializar ilegalmente madeiras. Lógico que o ministro vem se complicado com ações e falas polêmicas, como a “tal boiada passando”, mas está evidente uma queda de braço entre ambientalistas e governo. Mais do que o cargo do ministro, está em jogo cerca de US$ 1 bilhão que Bolsonaro alega precisar para conter o desmatamento na Amazônia. O Brasil também alega que deveria receber US$ 133 bilhões em créditos de carbono pelas reduções nas emissões entre 2006 e 2017. Na política do custe o que custar, se colocarem o cargo de Salles à mesa, é possível que ele seja frito em fogo brando.

Leia Também:  Semana corrida em Brasília. O governo comemora uma leve subida na arrecadação, o STF analisa os grandes julgamentos de 2019 e o presidente Jair Bolsonaro continua criando polêmicas

FOGO AMIGO

Se não bastasse o próprio tiroteio efetuado pelos governistas que querem o fim da “ala ideológica no Planalto”, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles foi alvo de um “tuitaço” na véspera da Cúpula do Clima. Organizado organizações ambientais, o movimento pediu a sua saída do cargo. Postagens com a hashtag #ForaSalles foram feitas na rede social por nomes como a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, o compositor Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura, e políticos da oposição como o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) e o senador Humberto Costa (PT-PE). Como reação ao movimento, alguns apoiadores do governo passaram a divulgar mensagens a favor do ministro, com a hashtag #FicaSalles.

REAÇÃO

Quem também saiu em defesa de Ricardo Salles foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Segundo o filho do presidente da República, “o novo alvo do sistema é o ministro Ricardo Salles. Estranho seria não ser atacado. Globalistas e seus tentáculos miram naquele que defende nossas florestas”, ressaltou. “Isso tudo porque Salles fechou a torneira e cortou os milhões de reais do povo brasileiro que iam pra ONGs. O também deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) seguiu a mesma linha. “Não adianta chorar, espernear e levantar hashtag contra. Salles fica e até 2026!”, escreveu. A guerra está declarada.

Leia Também:  Governo firma acordo com fornecedores de alimentação do sistema penitenciário

PRIVATIZAÇÃO

Em meio ao fogo cruzado entre ambientalistas e governo, na Câmara era aprovado o projeto que abre caminho para privatização dos Correios. Sobre esse assunto quase ninguém comentou. Por 280 votos favoráveis e 165 contrários, deputados chancelaram a proposta que autoriza a participação da iniciativa privada na prestação de serviços postais. Governo e oposição divergem, no entanto, sobre a privatização da estatal. Por enquanto a discussão não pára. O deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), escolhido para ser o relator da proposta, afirmou que vai expandir o diálogo com os todos os parlamentares envolvidos, de modo a construir um novo texto.

CRISE PASSAGEIRA

Com a pandemia do novo coronavírus ficou evidente que um dos setores mais impactados seria o turismo. Segundo as operadoras, o setor perdeu dois terços do faturamento em 2020. O número de passageiros transportados caiu pela metade, de 6,5 milhões no ano anterior para 3,3 milhões em 2020. Segundo o levantamento, o faturamento das empresas caiu de R$ 15,1 bilhões em 2019 para R$ 4 bilhões no ano passado. O setor aposta na vacinação em massa e redução drástica dos casos de contaminação. Por outro lado, existe a tendência das pessoas estarem loucas para viajar com a possibilidade de relaxamento do isolamento social. Talvez, o turismo seja o segmento da economia que responderá mais rapidamente com o fim da pandemia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

POLÍTICA

POLÍCIA

AGRONEGÓCIO

ECONOMIA

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA