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OPINIÃO DO DIA: Governo Mauro Mendes, revisões e reformas necessárias!

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Como todo gestor responsável e interessado o governador Mauro Mendes tem se desdobrado para solucionar os impasses e agruras do Estado que recebeu de seus antecessores.

Os números para a manutenção da máquina revelaram-se assustadores e insuficientes para a sobrevivência das instituições e custeio fazendo com que medidas urgentes, e às vezes, impopulares e mais que necessárias, tiveram e tenham que ser imediatamente tomadas.

Seis meses de gestão e o que se fez foi levantar passivos, descobrir métodos nocivos até então aplicados e, em detrimento da governabilidade, encontrar caminhos que consigam trazer de volta a tranquilidade e investimentos.

Nestes últimos dias, tenho acompanhado aqui de Brasília as notícias do meu querido Mato Grosso.

O que tenho visto tem sido uma gritaria generalizada de setores que insistem em não compreender e enxergar que como estava não poderíamos mais ficar, sob o eminente risco de quebrar.

Incontestavelmente, assuntos como incentivos fiscais, greve de professores e regulamentação de pesca, estão estampados na imprensa como se fossem assuntos intocáveis de corporações que não podem ser reguladas.

Horas, no quesito incentivo fiscais estava claro, há anos, que esta bomba de efeito retardado montada por interesses suprapartidários e empresariais não mais se sustentaria.

O assunto é complexo, delicado, mais precisa de regulação e fins.

A cadeia produtiva da carne – negócio que tem pessoalidades de muitos de nossos políticos – é um absurdo que tributa a população e dobra o lucro do setor. Algo na casa dos 2,5% de impostos, sem nenhum benefício à população. Temos a carne mais cara para o consumidor final do Brasil. É uma afronta a população e passava da hora de ser extinta.

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Apadrinhados empresariais com benefícios irreais também não seria mais suportado pelas largas costas do Estado. O absurdo de lojas de Shopping poder contar com tais benefícios; é simplesmente inaceitável, não existe poder público que aguente este abuso.

Vemos, ainda, centenas de empresas registrarem altos lucros, contabilizando acúmulos por anos; o que faz com que reservas de mercado impostas por seus diferenciais de preço nasçam, perpetuem-se e imponha aos consumidores a limitação de escolhas e ofertas.

Esta revisão é mais que justa e necessária, as ameaças, condenações e críticas feitas por setores privilegiados não cabem mais. Chega de concentração de renda para poucos e distribuição de miséria para muitos.

Na pesca outro contraponto que não se entende. O que se vê, nos últimos anos, é defensores de rios, fauna, flora e meio ambiente, exigir veementemente com suas bem amparadas organizações, atitudes sólidas do Estado para que esta proteção da pesca predatória seja controlada ou até mesmo abolida.

Ficamos pasmos quando o Governo decretou a regulamentação tão exigida e os defensores – da boca para fora – não se manifestaram. Eles somem e deixam o Estado sozinho à mercê de grupos empresariais que se sentem prejudicados. Dá para acreditar?

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Na Educação, levanto de novo o questionamento das duas perguntas básicas que jamais deixarei calar: Porque somos o vigésimo terceiro lugar dos Estados no IDEB? Porque temos o terceiro maior salário da categoria do País e chegamos a este número ridículo?

A resposta é cristalina: não existe dedicação, compromisso e monitoramento do tal SINTEP que só parece servir para agitar, apadrinhar candidaturas e cultivar seu viés político para eleição de dirigentes e políticos de estimação, nada pode ser mais claro.

A irresponsabilidade é tamanha, que milhares de alunos já correm o risco da perda desse famigerado ano letivo onde já se aprende pouco e de forma negligente em Mato Grosso.

Desconcentrar renda, distribuir um volume maior de benefícios e atenções, equilibrar a balança financeira e fiscal e rever absurdos concedidos a minorias não é o que se quer, é o que tem, deve e deverá ser feito pelo governador.

Ao contrário do que parte da mídia esquerdista tenta impor, a população e o povo de bem deste meu querido Mato Grosso apóia, concorda e acompanha.

Tempos de Robin Hood precisavam mesmo chegar, se não por iniciativa dos ricos, será por exigência dos pobres.

O caminho está correto.

AVANTE MAURO MENDES!!!

JPM – João Pedro Marques é advogado e jornalista, com escritórios em Brasília e Mato Grosso.

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Bastidores da República

Bolsonaro muda estratégia e pede ajuda para neutralizar emissão de carbono

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AMAZÔNIA É NOSSA?

Aquele discurso de que a Amazônia é unicamente nossa não é mais o mesmo. Ao mudar o discurso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que em relações ambientais dirigentes mundiais devem falar a mesma língua. Na cúpula do clima, nesta quinta-feira, o presidente brasileiro disse que o Brasil terá neutralidade climática até 2050. Bolsonaro foi firme em sua fala de três minutos e não titubeou ao pedir recursos para preservar o meio ambiente, em especial a Amazônia. Ele garantiu que o país reduzirá emissões em 40% até 2030. No entanto, críticos do presidente argumentaram que não basta apenas mudar o discurso, mas as atitudes. Foi um claro recado de que a oposição vai marcar cerrado para ver as promessas serem cumpridas. Enfim, a Amazônia é todos!

FOGO BRANDO

Corre pelos bastidores que o presidente Jair Bolsonaro já enfrenta uma nova pressão para demitir o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ele seria um entrave para que países europeus e o próprio EUA voltassem a doar recursos para a preservação da Amazônia. Salles é acusado pela Polícia Federal de chefiar uma organização criminosa especializada em desmatar a Amazônia para comercializar ilegalmente madeiras. Lógico que o ministro vem se complicado com ações e falas polêmicas, como a “tal boiada passando”, mas está evidente uma queda de braço entre ambientalistas e governo. Mais do que o cargo do ministro, está em jogo cerca de US$ 1 bilhão que Bolsonaro alega precisar para conter o desmatamento na Amazônia. O Brasil também alega que deveria receber US$ 133 bilhões em créditos de carbono pelas reduções nas emissões entre 2006 e 2017. Na política do custe o que custar, se colocarem o cargo de Salles à mesa, é possível que ele seja frito em fogo brando.

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FOGO AMIGO

Se não bastasse o próprio tiroteio efetuado pelos governistas que querem o fim da “ala ideológica no Planalto”, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles foi alvo de um “tuitaço” na véspera da Cúpula do Clima. Organizado organizações ambientais, o movimento pediu a sua saída do cargo. Postagens com a hashtag #ForaSalles foram feitas na rede social por nomes como a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, o compositor Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura, e políticos da oposição como o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) e o senador Humberto Costa (PT-PE). Como reação ao movimento, alguns apoiadores do governo passaram a divulgar mensagens a favor do ministro, com a hashtag #FicaSalles.

REAÇÃO

Quem também saiu em defesa de Ricardo Salles foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Segundo o filho do presidente da República, “o novo alvo do sistema é o ministro Ricardo Salles. Estranho seria não ser atacado. Globalistas e seus tentáculos miram naquele que defende nossas florestas”, ressaltou. “Isso tudo porque Salles fechou a torneira e cortou os milhões de reais do povo brasileiro que iam pra ONGs. O também deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) seguiu a mesma linha. “Não adianta chorar, espernear e levantar hashtag contra. Salles fica e até 2026!”, escreveu. A guerra está declarada.

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PRIVATIZAÇÃO

Em meio ao fogo cruzado entre ambientalistas e governo, na Câmara era aprovado o projeto que abre caminho para privatização dos Correios. Sobre esse assunto quase ninguém comentou. Por 280 votos favoráveis e 165 contrários, deputados chancelaram a proposta que autoriza a participação da iniciativa privada na prestação de serviços postais. Governo e oposição divergem, no entanto, sobre a privatização da estatal. Por enquanto a discussão não pára. O deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), escolhido para ser o relator da proposta, afirmou que vai expandir o diálogo com os todos os parlamentares envolvidos, de modo a construir um novo texto.

CRISE PASSAGEIRA

Com a pandemia do novo coronavírus ficou evidente que um dos setores mais impactados seria o turismo. Segundo as operadoras, o setor perdeu dois terços do faturamento em 2020. O número de passageiros transportados caiu pela metade, de 6,5 milhões no ano anterior para 3,3 milhões em 2020. Segundo o levantamento, o faturamento das empresas caiu de R$ 15,1 bilhões em 2019 para R$ 4 bilhões no ano passado. O setor aposta na vacinação em massa e redução drástica dos casos de contaminação. Por outro lado, existe a tendência das pessoas estarem loucas para viajar com a possibilidade de relaxamento do isolamento social. Talvez, o turismo seja o segmento da economia que responderá mais rapidamente com o fim da pandemia.

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