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BASTIDORES DA REPÚBLICA

Interferência externa nas eleições de 2022 volta à pauta nas redes sociais de Bolsonaro

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INTERFERÊNCIA EXTERNA

O presidente Jair Bolsonaro voltou a comparar o processo sucessório nos EUA com as eleições de 2022 no Brasil, na qual ela será candidato a reeleição. Segundo ele, há ingerência de outras potências lá e que também estão de olho cá. Ou seja, vão meter o dedo em nome dos interesses globais. Bolsonaro alega que o potencial do agro brasileiro fará com que alguns países decidam favorecer o lado que lhe ofereçam maior conveniência. O presidente só não esclareceu se esse lado seria o da oposição ou da situação.

TERÇA CINZENTA

Os ânimos prometem ser acirrados nas primeiras sesões da semana na Câmara Federal. Essa queda de braço entre oposição e situação tem provocado um teste de forças. Nas últimas semanas, as votações têm sido adiadas em razão da obstrução tanto por parte da oposição como da base de apoio ao governo. Além da sessão do plenário da Câmara, foi marcada sessão conjunta do Congresso Nacional para quarta-feira (4), com a previsão da votação do veto presidencial à desoneração da folha de pagamento. Quando a primeira semana do mês de novembro começa assim, já se sabe o que esperar ora em diante: pauta travada.

PROVA DE FOGO

Enquanto líderes da oposição e da situação brigam entre si, o presidente Jair Bolsonaro tenta costurar por fora o controle da Comissão Mista de Orçamento, a famosa OMC. A quem diga que será uma prova de fogo ao presidente Bolsonaro e a base aliada liderada pelo Centrão. Ambos lutam para ocupar a mesa do colegiado e construir, ao mesmo tempo, um candidato viável para suceder Rodrigo Maia (DEM-RJ) no comando da Casa de Leis. A única certeza é que será difícil o governo construir algum acordo até 15 de novembro. Por enquanto, fica no zero a zero.

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PREVISÃO TRÁGICA

Por conta de toda essa guerra de poder no Legislativo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, tratou de tirar o corpo fora e lançou uma previsão trágica para 2021. Maia alertou para os efeitos negativos da demora na decisão das prioridades econômicas e da obstrução dos trabalhos na Casa, pela base aliada do Planalto, devido à disputa pelo comando da Comissão Mista de Orçamento. Pelo visto, Maia tirou o corpo sem apontar soluções para os problemas citados.

CADA UM NA SUA

Quem apostou em desentendimento entre o presidente Bolsonaro e o vice, Hamilton Mourão, deu com os burros n’água. O próprio general negou hoje qualquer atrito por causa da vacina contra a covid-19. Na semana passada, Mourão afirmou em entrevista à Veja que “é lógico” que o Brasil comprará doses da vacina chinesa, Coronavac, apesar de Bolsonaro negar essa possibilidade. Mourão reafirmou que opinou e não brigou e, no mais, disse ele, “quem decide é o presidente e ele foi eleito para isso”. Enfim, cada um na sua!

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CADA UM NA SUA (2)

A bronca do vice-presidente Hamilton Mourão foi mesmo contra o candidato à presidência dos Estados Unidos Joe Biden. O brasileiro retrucou as críticas de Biden que, em entrevista publicada no último fim de semana, disse que, caso eleito, vai “reunir o mundo” contra o Brasil para garantir a proteção da Amazônia. Segundo Mourão, “antes de qualquer atitude contra o Brasil, Biden deveria se preocupar com a política ambiental dos próprios EUA”.

 SALVE O PANTANAL

A Comissão Temporária Externa do Senado – criada para acompanhamento das ações de enfrentamento aos incêndios detectados no Pantanal – se reúne nesta quarta-feira, 04, para discutir a criação de programas e projetos de desenvolvimento sustentável para o bioma. A reunião remota, a partir das 10 horas – horário de Brasília -, terá como convidado o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho. “Não podemos abandonar o Pantanal. É preciso ter cuidado e, para isso, necessário se faz olhar para o bioma de forma sustentável, através de suas populações”, frisou o senador Wellington Fagundes (PL-MT), que lidera a CTE.

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Bastidores da República

Governadores anunciam lockdown e Bolsonaro diz que estão na contramão

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LOCKDOWN NO DF

A volta do crescimento nos casos da Covid-19, aqui no Distrito Federal, fez o governo acender a luz vermelha.  O governador Ibaneis Rocha (MDB) determinou que a antecipação das medidas de contenção da pandemia e decreta lockdown total a partir da meia-noite desta sexta-feira (26). A ocupação de leitos de UTIs, na rede pública de saúde, chegou a 98,22%. De acordo com a Sala de Situação da Secretaria de Saúde, apenas um dos três leitos disponíveis é para adulto. Os outros são pediátricos e mais 11 estão bloqueados. Governadores do Sul e alguns do Nordeste também falam em lockdown.

CRÍTICAS AO LOCKDOWN

Quem não gostou “nadica de nada” dessa história de lockdown foi o presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, os governadores que “fecham tudo estão na contramão do que o povo quer”. “Vão para o meio do povo mesmo depois das eleições, porque durante as eleições é muito fácil. Eu quero ver é depois”, disparou Bolsonaro. A declaração ocorreu em Tianguá, no Ceará, durante a cerimônia de assinatura de ordens de serviço da Travessia local, das Variantes de Frios e Umirim e do Viaduto de Horizonte.

DESEMPREGO

Tudo parece conspirar para piorar a situação do emprego no país, que sofre com a pandemia da Covid-19. A taxa de desemprego avançou no Brasil em 2020 e encerrou o último trimestre do ano em 13,9%, percentual que corresponde a 13,9 milhões de desocupados no período. A análise da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta sexta-feira (26) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), aponta para o aumento 13,5% na taxa média anual de brasileiros desocupados em 2020. Trata-se do maior percentual da série iniciada em 2012.

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DIVERGÊNCIA

Pelo que parece, a população está dividida quanto à privatização da Caixa Econômica Federal. Novo levantamento, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte, mostra que 59,8% dos entrevistados rejeitam venda do banco público. A Caixa lidera relação de empresas que sociedade menos quer que seja vendida. De acordo com os dados, divulgados esta semana, apenas 28,6% das pessoas disseram ser a favor da privatização de estatais; 11,6% não souberam opinar ou não responderam. A pesquisa CNT/MDA foi realizada com 2.002 entrevistados, em 137 cidades de 25 estados, entre os dias 18 e 20 deste mês.

PELA EDUCAÇÃO

As novas universidades federais ganharam uma injeção de recursos da ordem de R$ 200 milhões. A proposta apresentada pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT) foi uma das três acatadas pela Comissão de Educação do Senado na quinta-feira. Entre elas está a Universidade Federal de Rondonópolis, a UFR, no Sul de Mato Grosso. A emenda deve constar do Orçamento Geral da União para 2021, a ser votada ainda no mês de março pelo Congresso Nacional. As demais universidades beneficiadas estão nos estados de Tocantins, Goiás, Pernambuco e Piauí.

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NOVA POLÊMICA

Uma nova discussão promete esquentar os ânimos aqui em Brasília. É que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 186, a PEC Emergencial, prevista para ser votada no Senado na terça-feira (02), pode representar um golpe fatal para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ao menos é o que dizem alguns senadores. Sobretudo, em função do artigo quarto do relatório assinado pelo senador Márcio Bittar (MDB/AC) à PEC 186, pelo fim de importante fonte de financiamento (funding) para o BNDES, ou seja, as transferências das contribuições do PIS-PASEP. Sem estes repasses o BNDES deixará de cumprir seu papel em várias frentes de mercados e sociais.

NOTÍCIA BOA

Para quem não apostava na chegada da Internet 5G ao Brasil, pode anotar essa data: julho de 2022. Quem definiu essa data foi a própria Anatel, que anunciou um leilão para quatro faixas de frequência que serão usadas nas transmissões de dados ainda neste semestre. A partir de agora, o governo deverá definir o preço dos lances dos blocos que serão leiloados. Para isso, o Tribunal de Contas da União (TCU) precisa analisar a oferta em até 150 dias, e julgue em 50 dias.

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