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BASTIDORES DA REPÚBLICA

Ibope aponta queda na popularidade de Jair Bolsonaro em 19 cidades

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EM BAIXA

O presidente Jair Bolsonaro perdeu apoio nas capitais durante o período de campanha eleitoral, segundo pesquisas Ibope. O porcentual dos que consideram a administração de Bolsonaro ótima/boa variou negativamente em 19 cidades. Em sete a oscilação aparece dentro da margem de erro. Em outras 12, o resultado aponta um desgaste na imagem do governo. A maior queda de popularidade do presidente ocorreu em João Pessoa – passou de 43% para 30%. Já o porcentual de pessoas que avaliam o governo como ruim/péssimo cresceu de 33% para 43% no mesmo período. A margem de erro das pesquisas é de quatro pontos. Se continuar assim, é bom Bolsonaro mudar a estratégia para se garantir em 2022, no projeto de reeleição ao Planalto.

A COISA TÁ FEIA

Quando o assunto é desemprego aqui em Brasília causa até arrepio. É que a taxa de desemprego do Distrito Federal ficou acima da média nacional segundo o IBGE. Pelo menos 243 mil moradores do DF estavam desempregados no 3° trimestre de 2020, uma taxa de 15,6%, acima da média brasileira de 14,6%. Empregados, porém, tiveram o maior rendimento médio do país. O cálculo da capital leva em conta os 110 mil empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada, os 42 mil empregados domésticos sem carteira assinada, os 13 mil empregadores sem CNPJ, os 203 mil trabalhadores por conta própria sem CNPJ e os 7 mil trabalhadores familiares auxiliares. Ufa!!!

DÁ NADA NÃO

O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou hoje que a investigação sobre a suposta interferência do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal é “o tipo de negócio que não dá em nada”. O general disse concordar com Bolsonaro, que declinou ontem da solicitação para que prestasse depoimento no âmbito do inquérito. O inquérito teve início depois que o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, ao pedir demissão da pasta, acusou o presidente de interferência na corporação.

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PERDEU A CALMA

Depois de amenizar, o vice-presidente Hamilton Mourão criticou a embaixada da China por ter usado as redes sociais para rebater as falas do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), argumentando que “diplomaticamente está errado” e que troca de acusações nas redes pode virar um “carnaval”. Mourão também disse que não caberia a ele comentar a postura do parlamentar, filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). No entanto, afirmou que, por ter apagado a postagem em que acusava o governo chinês de espionagem, provavelmente recebeu alguma recomendação do governo. Esta foi a segunda vez que o embaixador chinês reage dessa forma.

EXTRAPOLOU LIMITES

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse hoje que o racismo no Brasil é estrutural e defendeu que o Congresso encontre soluções junto com a sociedade para o problema. Maia participou nessa manhã de reunião da comissão externa que acompanha o caso João Alberto Silveira Freitas, homem negro espancado até a morte em uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre (RS). Maia classificou o episódio como “tragédia” e um “absurdo”. Ele afirmou que é necessário que parlamentares discutam sobre discriminação racial de forma permanente na Casa para que o Brasil seja um país com menos desigualdades, em que todos sejam respeitados. Para Maia, o racismo no Brasil extrapolou limites.

ARMA NO TRAVESSEIRO

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que dorme armado no Palácio da Alvorada. A declaração foi feita a um apoiador, na entrada da residência oficial ao comentar sobre medidas do governo federal que facilitam o uso de armas pela população brasileira. O chefe do Executivo, no entanto, não detalhou as ações. “Fizemos decreto, instrução normativa. Mas o decreto não pode ir além da lei. Uma arma legal dá tranquilidade. Eu mesmo aqui, com segurança, eu durmo armado. Quando não era presidente, também dormia armado”, apontou.

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RELAÇÕES ESTREMECIDAS

A polêmica sobre os testes para diagnóstico prestes a perder a validade, ampliou o estremecimento das relações entre o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e o presidente Jair Bolsonaro. Antes da nova crise no governo, Pazuello já estava desgastado por ter sido desautorizado pelo presidente, que chegou a cancelar o acordo para a compra de 46 milhões de doses da vacina chinesa. Em recente conversa com amigos, Pazuello, que é general da ativa, se queixou da pancadaria e disse que, se sair, sairá feliz. Depois, em tom de piada, comentou que seria bom “voltar ao quartel”.

FORÇAS ARMADAS

Em evento militar em Guaratinguetá (SP) nesta sexta-feira, 27, o presidente Jair Bolsonaro reforçou seu discurso em defesa da liberdade. Exaltando as Forças Armadas, ele afirmou que a liberdade da população “passa” pelos militares. “Só nós militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica podemos dizer aos 210 milhões de habitantes que a liberdade do nosso povo passa por nós”, disse. Em seguida, fez críticas indiretas à esquerda. “Nós, com o sacrifício da própria vida, defenderemos esse bem maior de um povo. Um povo que nasceu e será livre, que jamais permitirá que a cor da sua bandeira seja mudada”, declarou.

 

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Bastidores da República

PSDB acorda João Doria do sonho de ser presidente da República

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TROPEÇOU NA PERNADA

A sede de poder do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), sofreu um bote dos tucanos da mais alta plumagem. É que uma proposta de Doria para a prévia tucana, que dava maior peso a votos de filiados e mandatários do PSDB, traria vantagem para ele, mas foi rejeitada pela sigla. A decisão pelo nome do partido ao posto de chefe do Executivo se dará pelo voto de quatro grupos, com peso unitário de 25% cada. Ou seja, a decisão será pulverizada. Doria queria que os votos de filiados e mandatários do PSDB tivessem um peso maior, de 50%, do que os outros grupos votantes. Tropeçou na pernada!

PESO HISTÓRICO

Ao que parece, a intenção da cúpula do PSDB é um processo transparente. De fato, João Doria terá problemas em conseguir a maioria dos votos para ganhar as prévias, visto que concorrerá com nomes históricos do partido, como o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, o senador Tasso Jereissati (CE) e até o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Sem o peso dobrado para filiados de São Paulo, que aprovam a gestão do governador durante a pandemia, a disputa fica mais difícil para Doria.

VIROU MODA

Depois de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro já anuncia uma nova motociata. Desta vez será em Chapecó (SC) no próximo dia 26. Essa será a segunda visita do presidente à cidade este ano. No dia 25 o presidente visitará as obras de reforma da Arena Condá e, ainda, uma palestra direcionada a empresários. Além de política, é claro, Bolsonaro vai explanar sobre o panorama econômico do país. Como ocorreu com a motociata em São Paulo, o presidente da República já enfrenta criticas pro provocar aglomeração quando as mortes por Covid já ultrapassa 500 mil pessoas.

POPULISMO

Essa nova motociata, na verdade, reforça uma característica de Jair Bolsonaro. Ele não perde o contato com a população por nada. Quando não conversa com as pessoas na porta dos palácios do Planalto e Alvorada, ele mesmo vai ao encontro delas seja em eventos oficiais ou passeios. Bolsonaro costuma ir ao supermercado, padaria, vai cortar o cabelo em salão de periferia e até entra nas casas das pessoas para conversar. Agora com a pré-campanha pegando fogo, é natural que essa rotina se acelere e o ronco de motos poderá ser ouvido em várias cidades Brasil afora.

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BAIXOU O NÍVEL

Calma! Não é nenhum bafafá novo na política palaciana. Com a crise hídrica no país, o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender a privatização da Eletrobras para ‘evitar caos no sistema energético’. Perguntado por apoiador bolsonarista se haveria aumento de tarifas de preços na conta de luz no país, presidente chamou o homem de “sindicalista”. Isso mesmo. Bem assim. “Não vim discutir com ninguém aqui. Agora, quase tudo que é público é levado para a corrupção. Olha, como é que eram estatais no passado? A Caixa Econômica, em dois anos, dá mais lucro que nos 10 anos anteriores”, alegou o presidente. Fora isso, o governo tem nas mãos uma medida provisória que cria condições para adoção de um racionamento de energia. A MP propõe a formação de um grupo que poderá mudar a vazão de hidrelétricas de forma imediata, sem aval de outros órgãos, estados e municípios.

PEDRA NO CAMINHO

Preocupada com a possibilidade de privatização, a Associação de Empregados da Eletrobras (Aeel) protocolou denúncia sobre a inconstitucionalidade da Medida Provisória 1031/2021, que trata da capitalização da Eletrobras, no Tribunal de Contas da União (TCU). De acordo com a entidade, que promove uma greve contra a venda da estatal, a MP fere dez artigos da Constituição Federal. O documento lembra que a inconstitucionalidade já foi confirmada pela consultoria do Senado Federal na última segunda-feira. A denúncia será centralizada no ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e no ministro da Economia, Paulo Guedes, que foram responsáveis pela entrega pessoal da MP a Câmara dos Deputados.

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A QUEM INTERESSAR…

Geraldo Magela

Membros da Comissão Parlamentar de Inquérito da covid-19 pretendem levantar o sigilo de diversos documentos entregues ao colegiado até esta sexta-feira (18). No bolo de papéis entregues, há imprecisões sobre a classificação, com informações como “pode conter sigilo”, sem objetividade, segundo apontaram senadores, e até documentos de empresas particulares classificados com segredo. O presidente da CPI, senador Omar Aziz (PSD-AM), destacou que não houve vazamento de documentos sigilosos e que alguns trechos podem ter sido comentados por senadores, mas que não haveria como controlar, nesse caso. A CPI tem 1,5 terabyte de documentos digitalizados.

FIM DO POPULAR?

Como não se vê mais carro popular sendo fabricado no Brasil, o presidente do maior grupo automotivo da América Latina, Antonio Filosa, tratou de explicar. Segundo ele, os automóveis estão caros, e só há lançamentos de modelos mais premium, enquanto os mais baratos saem de linha. “A mudança da oferta depende do que o mercado quer. Vemos que o consumidor quer mais SUVs e picapes, e tudo isso é custo pois tem mais tecnologia. Também tem o fator regulatório e a estrutura de custos em geral, incluindo a inflação”. Para Filosa, o aço é mais caro independente se vai no carro popular ou no premium. “A definição de popular em si muda – antes era o modelo que custava R$ 30 mil, agora é o de R$ 50 mil”. É que o apetite das montadoras em desenvolver carros populares, com menor rentabilidade, diminui frente à inflação dos materiais. Em janeiro, Filosa, de 48 anos, assumiu o comando da Stellantis (reúne Fiat, Chrysler/Jeep, Peugeot e Citroën). O grupo detém 30% das vendas de automóveis no País e 23% na América Latina. As informações são da AE.

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