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Bastidores da República

Guedes diz que está tudo bem, mas a economia encolheu 4,1%

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OTIMISMO?

O ministro da Economia, Paulo Guedes, comemorou o resultado do PIB que, segundo ele, ficou melhor do que o esperado. Só não convenceu. Na verdade, a economia brasileira encolhe 4,1% e o PIB totaliza R$ 7,4 trilhões em 2020. A soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil teve a 1ª queda anual desde 2016 e o maior tombo desde 1996, aponta o IBGE. Bom, bom não está. O país precisa melhorar muito e a saída é encontrar alternativas para amenizar a crise agravada pela pandemia da Covid-19.

REFRESCO

Para Guedes, há dois pontos importantes a serem analisados. O primeiro é que o Brasil teve o terceiro melhor resultado no quarto trimestre do ano passado entre as economias mundiais, atrás apenas da China, com crescimento de impressionantes 6,5% nos últimos três meses do ano, e de Israel, com queda de 0,4%. O Brasil teve queda de 1,1% no quarto trimestre.  O segundo ponto é a colocação do Brasil no resultado do ano: em décimo lugar, atrás da China, o único País que cresceu em ano de pandemia (2%), e Coreia do Sul, Noruega, Indonésia, Israel, Polônia, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Estados Unidos.

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RESPINGOS

Em meio à crise gerada pela pandemia da Covid-19, a popularidade do governo de Jair Bolsonaro caiu, mas ainda é maior do que em maio. Cerca de 46,3% dos brasileiros aprovam administração Bolsonaro e 49% reprovam. Pior resultado foi em maio e melhor em dezembro. Já a desaprovação ao governo subiu, passando de 48,5% em janeiro para 49% em março. 4,6% dos entrevistados não sabem ou não opinaram. O levantamento foi feito pelo Instituto Paraná Pesquisas entre os dias 25 de fevereiro e 1º de março.

NAVALHA NA CARNE

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, está inquieto e tenta reduzir o impacto no Judiciário da Proposta de Emenda à Constituição que deve ser aprovada no Congresso para definir gastos emergenciais em razão da pandemia de covid-19. O ministro pretende que os cortes sejam proporcionais ao que cada Poder receber do Orçamento da União. Como o Judiciário recebe menos recursos, sofria cortes menores. “Não queremos nenhum privilégio, apenas nós precisamos de fontes de custeio para pagar nossas despesas. E somos solidários com o Brasil e o governo nessa tarefa do equilíbrio fiscal da Nação”, disse o ministro.

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A SETE CHAVES

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira possuir um plano pronto contra a covid-19. Porém, ao ser questionado sobre qual seria, ele não quis entrar em detalhes. A declaração ocorreu após visita ao embaixador do Kuwait no Brasil, Nasser Riden. Ele ainda comentou sobre  o toque de recolher, pedido feito por secretários da Saúde como uma das medidas para diminuir o índice de contaminação pelo vírus nas cidades. “Lembraram de mim um ano depois? Estão sendo pressionados pela população, que não aguenta mais ficar em casa, têm que trabalhar por necessidade”, ironizou. Sobrou até para o STF. Bolsonaro repetiu críticas ao Supremo, que conferiu no ano passado a estados e municípios autonomia para decidir sobre o isolamento social e lockdown.

SOY YO

Jair Bolsonaro ainda reclamou de críticas que vem sofrendo por parte da imprensa. Segundo o presidente, para a mídia, o vírus é ele próprio. O mandatário fez a declaração na saída do Palácio da Alvorada após um apoiador comentar sobre a pandemia da covid-19 e a vacinação no país. “Para a mídia, o vírus sou eu”, apontou.

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Bastidores da República

Investigação contra ministro Dias Tofolli vira batata quente nas mãos do STF

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BATATA QUENTE

O Supremo Tribunal Federal está com uma batata quente nas mãos. É que a Polícia Federal pediu abertura de inquérito para investigar a suposta participação do ministro Dias Toffoli, do STF, na venda de sentenças judiciais. A investigação precisa de autorização da própria Corte para ser iniciada. A solicitação foi enviada ao gabinete do ministro Edson Fachin, que encaminhou o caso para manifestação da Procuradoria Geral da República (PGR).

BATATA QUENTE (2)

Toffoli foi citado pelo ex-governador do Rio de Janeiro Sergio Cabral em depoimento válido por um acordo de delação premiada. Ele alegou que o ministro recebeu R$ 4 milhões em propina para favorecer dois prefeitos do Rio em processos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O magistrado atuou na Corte eleitoral entre 2012 e 2016. Por meio de nota, o ministro negou qualquer irregularidade, e disse que desconhece qualquer investigação contra ele.

OPERAÇÃO CORSÁRIOS

Quem também está na mira da Polícia Federal é a senadora Rose de Freitas (MDB-ES). A PF investiga o possível envolvimento dela numa organização criminosa que atuava na Companhia de Docas do Espírito Santo. Esquema envolvia direcionamento de licitação e desvio de recursos públicos de contratos. Para obter essas vantagens indevidas, o grupo usava um escritório de advocacia que simulava a prestação de serviços advocatícios para dar aparência de legalidade à movimentação de valores. Conforme apuração, a lavagem de dinheiro também acontecia por meio da compra de imóveis de luxo e pagamento de despesas pessoais dos envolvidos.

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LEITE CONDENSADO

O presidente Jair Bolsonaro ironizou nesta quarta-feira (12) a Comissão de Inquérito Parlamentar (CPI) da covid-19. Ao relator da CPI, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), Bolsonaro sugeriu que seja criada também uma “CPI do leite condensado”. O chefe do Executivo reclamou sobre declaração de Calheiros, que afirmou que a investigação sobre desvios de verbas de estados poderá ser feita “se houver necessidade”, mas que não é objetivo inicial da comissão. “Vocês viram o Renan Calheiros essa semana? A CPI não existe para investigar desvio de recurso. Vou dar uma sugestão para o Renan: depois faça a CPI do leite condensado”, apontou rindo.

PEDIU PRA SAIR

O chefe da Secretaria de Tecnologia da Informação (STI) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Giuseppe Dutra Janino deixou o cargo após 25 anos de serviços prestados à Justiça Eleitoral. Conhecido como o pai da urna eletrônica, por ter participado do grupo que projetou o equipamento, deixou o cargo a pedido. Foi nomeado em seu lugar Júlio Valente. A saída de Janino coincide com pedidos por parte do presidente Jair Bolsonaro para aprovação do voto impresso. “Com toda certeza nós aprovaremos no Parlamento e teremos, sim, uma maneira de auditar o voto por ocasião das eleições de 2022. Ganhe quem ganhar, mas na certeza, não na suspeição da fraude”, afirmou Bolsonaro.

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E O ENEM?

Uma portaria do INEP, publicada no dia 11 de Maio, no Diário Oficial da União, é mais uma evidência de que não teremos mais uma edição do ENEM ainda em 2021. A Portaria trata das Metas Globais do INEP para o ano de 2021. Nas metas listadas não está a aplicação do ENEM. Outros exames, como o ENADE, o ENCCEJA e o CELPE-BRAS, também sob a responsabilidade do INEP, constam entre as metas, com a previsão da realização de um de cada destes exames em 2021. Sobre o ENEM consta, como meta, 100% do Planejamento e da Preparação Técnica do exame. Uma pena, né?

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