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Bastidores da República

CORRUPÇÃO: Policia Federal investiga Aécio Neves e mais 5 parlamentares por propina de R$ 130 milhões da J&F

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PROPINA ALTA

É muita corrupção! O Ministério Público Federal (MPF) afirma que os parlamentares investigados pela Operação Ross, deflagrada nesta terça-feira (11) pela Polícia Federal, receberam R$ 130 milhões em propina, repassados pela J&F. Policiais cumprem desde cedo, mandados de busca e apreensão.  na casa do senador Aécio Neves (PSDB-MG) e dos deputados Paulinho da Força (SD-SP), Cristiane Brasil (PTB-RJ) e Benito Gama (PTB-BA). Os senadores Agripino Maia (DEM-RN) e Antonio Anastasia (PSDB-MG) também são investigados, mas não são alvos de buscas. A chamada Operação Ross é um desdobramento da Operação Patmos, uma fase da Lava Jato deflagrada em maio de 2017 que teve como base a delação de executivos da J&F, acrescentou.

 NOTAS FICAIS FRIAS
Segundo a PF, foram expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) 24 mandados de busca e apreensão e 48 intimações para depoimentos contra os suspeitos, que não foram identificados de imediato de acordo com as regras da Polícia Federal.”As vantagens teriam sido solicitadas a um grande grupo empresarial do ramo dos frigoríficos que teria efetuado o pagamento.Suspeita-se que os valores eram recebidos através da simulação de serviços que não eram efetivamente prestados e para os quais eram emitidas notas fiscais frias”, acrescentou a policia

MINISTRO ALIVIOU

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou o pedido feito pela Polícia Federal (PF) no âmbito da Operação Ross, deflagrada na manhã desta terça-feira, 11, para que fosse determinada a prisão domiciliar do senador Aécio Neves (PSDB-MG), de sua irmã, Andrea Neves, e dos deputados Cristiane Brasil (PTB-RJ), Paulinho da Força (Solidariedade-PR) e Benito Gama (PTB-PA). O pedido de concessão da prisão domiciliar feito pela PF, na avaliação de Marco Aurélio, é uma impropriedade. “Relativamente ao investigado Aécio Neves da Cunha, não há dados concretos, individualizados,

JORNALiSTAS BARRADOS

Nos corredores do Palácio do Planalto surgem comentários dando conta de que em seus últimos dias à frente do cargo, o presidente Michel Temer  resolveu aumentar aumentou a restrição de jornalistas aos gabinetes ministeriais do Palácio do Planalto. No último final de semana, quatro portas de vidro foram colocadas no quarto andar, onde despacham os titulares da Casa Civil, Secretaria de Governo, Secretaria-Geral e GSI (Gabinete de Segurança Institucional).A ideia é que, nas estruturas de segurança, sejam instalados sistemas eletrônicos, que permitirão a passagem pelas portas de vidro apenas de servidores com crachás autorizados. Assim, os profissionais da imprensa só poderão acessar os gabinetes ministeriais informando previamente com quem falarão e acompanhados de um assessor de imprensa.

Leia Também:  BASTIDORES: Sem clima político, Bolsonaro pode recuar e travar reforma administrativa. Confira outras informações na coluna JPM desta quarta-feira(12)

A insegurança em todas as regiões do país levou  um  grupo de 15 militares a mostrar  nesta terça-feira (11) ao presidente eleito, Jair Bolsonaro, a  real situação da segurança. A informação foi passada pelo presidente do Conselho Nacional dos Comandantes Gerais da Polícia Militar, Marco Antônio Nunes. Segundo ele, Bolsonaro deixou claro o interesse de resolver, especialmente, a situação de Roraima.O encontro, que teve também a presença do vice-presidente eleito, general Hamilton Mourão, ocorreu no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), em Brasília

MEIRELLES NA GESTÃO DE DORIA

O governador eleito de São Paulo, João Doria (PSDB), anunciou oficialmente nesta terça-feira (11)  O ex-ministro Henrique Meirelles vai  comandar a Secretaria de Fazenda e Planejamento doestado de Sao Paulo. . Ele aceitou o covite feito pelo governador eleito João Doria (PSDB).De acordo com o ex-prefeito da capital, essa será uma “supersecretaria” que, além de Fazenda, Planejamento e Gestão, integrará também o programa de desestatização.Em coletiva de imprensa, Meirelles disse que aceitou o convite com o intuito de “continuar servindo ao País”, ressaltando que São Paulo “tem um papel central” na economia nacional. Para ele, o programa de Doria possui “exatamente o que o estado precisa, uma diminuição da máquina”.

 

MINISTRO DO CONTRA
A assunto dominou as redes sociais depois que uma foto do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga parecia ter ficado de costas durante a execução do Hino Nacional, na cerimonia de diplomacao do presidente e vice-president eleitos Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão.  À mesa, estavam outros membros dos Três Poderes, todos virados para a plateia. Gonzaga era o único mirando o lado oposto. Nas redes sociais, muitos internautas questionaram e se surpreenderam com o ato do magistrado. Alguns acharam que o gesto foi “antipatriota” e criticaram o ministro. Por causa da repercussão, o TSE logo se manifestou sobre o ocorrido, ao responder uma internauta. A Justiça Eleitoral informou que o magistrado, na verdade, não estava “de costas” para o hino, mas sim “de frente” para a haste da bandeira, em sinal de respeito. Foto: Minervino Junior/CB/D.A Press
LULA MANDA RECADO
Em recado dado por interlocutor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado e preso na Lava Jato, pediu reorganização da militância após a derrota eleitoral do candidato à Presidência Fernando Haddad. No PT, integrantes do partido admitem a dificuldade de mobilização da esquerda no governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro. “Ele disse: diga à nossa militância que eu estou aqui, mas não arredo um milímetro na saúde; cabeça erguida, reorganização e vamos vencer, perdemos uma eleição mas não perdemos a guerra”,

FIM DO FORO PRIVILEGIADO

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Em nota divulgada hoje, o presidente nacional da OAB, Claudio alerta para o prejuízo que toda a sociedade pode ter caso a Comissão Especial, formada por deputados e senadores, escolha não votar nesta terça-feira a Proposta de Emenda Constitucional que acaba com o foro privilegiado. ”Se a PEC não for analisada, será preciso recomeçar do zero os trabalhos de uma nova comissão especial no ano que vem. Todo o empenho e os recursos públicos gastos para o funcionamento do colegiado neste ano serão desperdiçados. Se a proposta for votada, no entanto, a tramitação em 2019 continuará a partir do estágio atual e, para que ela entre em vigor, restarão apenas as etapas de aprovação pela Câmara dos Deputados e de promulgação pelo Congresso.O STF cumpriu com sua missão constitucional ao restringir o alcance do foro, pontuando uma evolução do direito nacional na busca pela eliminação dos privilégios remanescentes da mentalidade imperial e que aumentam o fosso entre algumas autoridades e a população. Cabe ao Congresso, agora, também desempenhar seu papel e colocar a legislação em compasso com o novo momento do país.”

AGENDA
*O Comitê de Política Monetária (Copom) realiza a oitava e última reunião do ano hoje (11) e quarta-feira (12), na sede do Banco Central. Nesta terça-feira, haverá reuniões técnicas em que será avaliada a atual conjuntura econômico-financeira do país. Podemos fazer um registro das expectativas do mercado financeiro sobre a definição da nova taxa de juros. Atualmente a Selic está em 6,50% ao ano.
 *O plenário da Câmara deve votar hoje (11) o decreto de intervenção federal em Roraima
 *Senado realiza sessão plenária, às 14h, para apreciar e votar o projeto de lei (PLC 78/2018) que permite à Petrobras a transferência parcial a terceiros de áreas contratadas no regime de cessão onerosa do pré-sal.
FRASE DO DIA
Com reforma [da Previdência], o país vai crescer mais, de forma sustentada e em benefício da população. Sem a reforma, a pergunta é que impostos vamos aumentar para resolver o problema fiscal [das contas públicas]. Temos desequilíbrio entre receitas e despesas. Ou corta despesa ou aumenta receita [via elevação de tributos]”, afirmou o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, nesta terça-feira(11)
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Decisão do STF que resgata Lula à política causa mal-estar entre juristas e ao Planalto

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OPINIÃO DIVERGENTE

Sérgio Lima

O resultado do julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode reforçar o clima de insegurança jurídica no país. Ao menos é o que pensam alguns juristas. O Supremo confirmou, por 8 votos a 3, entendimento anterior do ministro Edson Fachin que anulou as condenações de Lula por incompetência de juízo. A decisão deixa o ex-presidente apto a disputar as eleições em 2022. Em março, em decisão monocrática, Fachin considerou que a 13ª Vara Federal de Curitiba não tinha competência para julgar os casos do tríplex do Guarujá, do sítio de Atibaia e duas ações relacionadas ao Instituto Lula. O advogado Rogério Gandra Martins, especialista em direito tributário e constitucional, questiona o fato de a competência territorial não ter sido contestada nas instâncias inferiores ou até no julgamento sobre a prisão em segunda instância no próprio STF. Segundo Gandra, “naquele momento, não se falou em competência ou suspeição. Por que só agora isso foi considerado?”

DE VOLTA AO PÁREO

A decisão do STF colocou o ex-presidente Lula de volta à corrida presidencial em 2022. O presidente Jair Bolsonaro usou a tradicional live de quinta-feira para comentar a anulação das condenações do ex-presidente Lula. “Vejam qual futuro reserva pra vocês no Brasil, com o que está acontecendo e com essa decisão de hoje (ontem) do STF, tornando ele elegível”. Bolsonaro comparou a situação como um filme de bang-bang. “O cara assaltava algo na Califórnia e cruzava a fronteira com o México. Assim estava tudo resolvido e não podia mais ser preso. Alguns torciam para o bandido, outros torciam para a patrulha, mas, aqui no Brasil, parece que a mesma coisa acontece hoje em dia”.

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CENÁRIO NOVO

Com Lula na corrida presidencial, o cenário eleitoral em 2022 é novo e com uma provável  disputa Bolsonaro x Lula. Para Ministros do Governo, “o lula foi reeleito depois do mensalão, porque a economia estava bem”, “A Dilma caiu porque a economia passou a fazer água mesmo e ela caiu. A pedalada não foi o que derrubou a Dilma, o que derrubou a Dilma é que ela perdeu sustentação política”, completou. E como chega Bolsonaro em 2022? Para a cúpula do Governo, tudo vai depender também da Economia, se melhorar o Presidente chega forte, “se a vacina der conta, funcionar e a economia recuperar”. Mas os principais interlocutores políticos de Bolsonaro sabem que em meio a pandemia, o cenário atual não é favorável ao Presidente. Ou seja: tudo ainda é uma incógnita.

TOM ALARMISTA

O presidente Jair Bolsonaro repetiu críticas ao lockdown adotado por governadores e prefeitos na tentativa de conter o aumento dos casos de covid-19 no país. Em indireta, chamando a população para as ruas, ele afirmou que sabe “onde está o câncer do Brasil” e que só “ganha a guerra” quem tem informação. “Estamos com uma tempestade quase perfeita pela frente. Talvez seja isso que alguns governadores queiram. Pela economia, atingir o governo. A briga desses não é derrotar o vírus; é tentar derrubar o presidente. E eu quero saber o que vai esperar, o que esse futuro governante pode esperar do Brasil, caso ele ganhe as eleições no futuro com esse tipo de política de terra arrasada que estão fazendo no Brasil. Lamento muito pelo futuro do nosso Brasil”, concluiu.

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NAS MÃOS DO INIMIGO

Ao ser confirmado como relator da CPI da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) passou a ser problema ainda maior para o Palácio do Planalto. Renan é considerado um dos parlamentares mais críticos ao governo. No cargo, Renan terá grande poder de influência nos desdobramentos das investigações. É ele quem produzirá o texto final com a conclusão da CPI. Já o senador Omar Aziz (PSD-AM) será o presidente da comissão. Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que é autor do requerimento de investigação, será o vice-presidente. Os nomes serão oficializados na próxima semana.

FOGO AMIGO

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão (PRTB), disse que o governo federal errou ao interromper o pagamento do auxílio emergencial no fim do ano passado. O programa de ajuda a autônomos, desempregados e à população mais vulnerável, com atividades econômicas afetadas pela pandemia da covid-19, foi pago no ano passado até dezembro. “A gente tinha que ter uma comunicação mais eficiente, de modo que a população entendesse a gravidade dessa doença. Ao mesmo tempo, a curva da economia e a curva social, que foi a questão das linhas de crédito abertas, do auxílio emergencial que foi pago, ele deveria ter sido prolongado. Nós tínhamos que ter entendido que a pandemia iria prosseguir, que não ia terminar em dezembro do ano passado, para que a gente conseguisse manter essas duas curvas na situação mais favorável possível”, disse Mourão. A declaração provocou mal-estar no Planalto.

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