A exemplo do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Luiz Fux, também se declarou impedido para julgar um habeas corpos do médium João de Deus, que tenta a liberdade no Supremo.. Réu por violação sexual e estupro de vulnerável, o líder religioso está preso desde 16 de dezembro no Complexo Penitenciário de Aparecida de Goiânia. Nesta quinta-feira, 28, um pedido de liberdade do médium foi negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).No STF, João de Deus tenta a liberdade desde o dia o último dia 15. Na ocasião, o processo foi distribuído para a relatoria do ministro Gilmar Mendes. Seis dias depois, Gilmar mandou o processo para a presidência para ser redistribuído, declarando-se suspeito para julgar o habeas corpus, por motivo de “foro íntimo”.Nesta quinta-feira(28), Fux pediu que o processo seja devolvido à presidência para ser, novamente, redistribuído, também por razões de “foro íntimo”.

 

MEDIDA DE PROTEÇÃO

O  presidente Jair Bolsonaro adotou uma regra para quem se reúne com ele: celulares não entram. O confisco dos aparelhos é uma medida de proteção usada não só em seu gabinete, mas em todas as reuniões das quais tem participado.No Palácio do Planalto, uma caixinha no corredor que antecede o gabinete presidencial fica como depósito dos aparelhos.O vice-presidente Hamilton  Mourão, também adotou a prática , e  qualquer pessoa que entra em sua sala é convidada a deixar o telefone celular do lado de fora.

Leia Também:  ABUSO: Ação contesta licitação de R$ 1,1 mi do STF para comprar lagosta e vinho. Confira outras informações na coluna JPM desta terça-feira(30)