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BASTIDORES DO PODER

“Brasil está no caminho certo”, diz Bolsonaro ao comemorar 18 meses de combate à corrupção

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Sem mácula

O presidente Jair Bolsonaro voltou a chamar atenção nas redes sociais nesse fim de semana. E não foi por uma nova polêmica. Bolsonaro comemorou os 18 meses de combate à corrupção no governo e foi aplaudido por seguidores e políticos. Também lamentou o número de mortes provocado pela Covid-19. “Apesar da pandemia e do lamentável número de mortos, o Brasil está no caminho certo”, disse o presidente.

Do contra

Quem não curtiu a animação do presidente Bolsonaro quanto ao combate à corrupção foi o ex-ministro Sérgio Moro. Em entrevista ao jornal britânico Financial Times, o ex-ministro da Justiça afirmou que o governo de Jair Bolsonaro utilizou-se de sua presença dentro da equipe ministerial como desculpa para demonstrar que medidas anticorrupação estariam sendo tomadas dentro do governo. À publicação, Moro deixa claro, no entanto, que pouco foi feito pelo governo nesta direção. A agenda voltada ao combate à corrupção, segundo ele, vem sofrendo reveses desde a eleição de Bolsonaro, em 2018.

Sem Covid

Quando o presidente Jair Bolsonaro disse, lá atrás, que se pegasse Covid-19 seria como uma gripezinha, ele estava certo. Se curou com facilidade e já está de volta ao trabalho. Na manhã desta segunda-feira (27) ele retomou a rotina no Palácio do Planalto, após anunciar no sábado (25) ter se recuperado da Covid-19. Bolsonaro foi diagnosticado com Covid-19 no dia de 7 julho e por quase três semanas trabalhou na residência oficial do Palácio da Alvorada, onde mora com a família.

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Pressa estratégica

O fim de semana foi de trabalho para o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele deve antecipar o envio das novas propostas do governo para a reforma tributária como forma de bancar a desoneração da folha de pagamento e financiar o programa Renda Brasil l. Segundo assessores de Guedes, agora, a ideia é enviar de uma só vez um conjunto de medidas que dependam uma da outra. Antes, a previsão do governo era enviar as sugestões ao Congresso em etapas. Tudo seria enviado ao Congresso até o dia 15 de agosto.

PF de olho

Como eu disse na semana passada, a PF não iria descansar. Autorizada pela STF tirou gente graúda da cama nessa manhã. Realizou buscas na casa do governador do Piauí, Wellington Dias (PT) e da primeira-dama do estado, ex-secretária estadual de educação e hoje deputada federal, Rejane Dias (PT), na manhã desta segunda-feira (27). O gabinete da deputada, em Brasília, também foi alvo de buscas. Esta é a terceira etapa da Operação Topique e Rejane Dias, segundo a PF, é o alvo das buscas na investigação de um suposto esquema criminoso para fraudar licitações de transporte escolar.

Sem refresco

O ministro Alexandre de Moraes, do STF atendeu, em 24 horas, pedido protocolado pela deputada federal Perpetua Almeida, do PCdoB, para que seja investigado eventual envolvimento do presidente Jair Bolsonaro ou de seus familiares com os titulares das contas digitais censuradas e bloqueadas por decisão do próprio ministro. Ao todo são 35 contas do Facebook, 14 paginas, um grupo e 38 contas do Instagram que foram suspensas pela censura imposta na decisão monocrática de Alexandre de Moraes. O ministro encaminhou o pedido à PGR, para que se manifeste. Pelo que se vê, a oposição não vai dar refresco a Bolsonarto.

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Gentileza gera gentileza

Futuro presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Luiz Fux tem como prioridade definir uma pauta da retomada imediata da economia pós-pandemia. Ele já revelou que vai pessoalmente ao Palácio do Planalto para entregar ao presidente Jair Bolsonaro o convite para sua posse, no dia 10 de setembro. Será mais uma oportunidade para os poderes encontrarem o fiel da balança e a consequente harmonia. Afinal, gentileza gera gentileza.

Gás total

A Justiça de Mato Grosso retoma nesta segunda-feira (27) o atendimento presencial em 26 cidades do estado que têm risco baixo de contaminação de coronavírus (Covid-19). O chamado Plano de Retorno Programado às Atividades Presenciais (PRPAP) foi autorizado pelo presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha. É claro que a determinação observa e segue os protocolos de prevenção recomendados pela OMS.

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Bastidores da República

Bolsonaro muda estratégia e pede ajuda para neutralizar emissão de carbono

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AMAZÔNIA É NOSSA?

Aquele discurso de que a Amazônia é unicamente nossa não é mais o mesmo. Ao mudar o discurso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que em relações ambientais dirigentes mundiais devem falar a mesma língua. Na cúpula do clima, nesta quinta-feira, o presidente brasileiro disse que o Brasil terá neutralidade climática até 2050. Bolsonaro foi firme em sua fala de três minutos e não titubeou ao pedir recursos para preservar o meio ambiente, em especial a Amazônia. Ele garantiu que o país reduzirá emissões em 40% até 2030. No entanto, críticos do presidente argumentaram que não basta apenas mudar o discurso, mas as atitudes. Foi um claro recado de que a oposição vai marcar cerrado para ver as promessas serem cumpridas. Enfim, a Amazônia é todos!

FOGO BRANDO

Corre pelos bastidores que o presidente Jair Bolsonaro já enfrenta uma nova pressão para demitir o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ele seria um entrave para que países europeus e o próprio EUA voltassem a doar recursos para a preservação da Amazônia. Salles é acusado pela Polícia Federal de chefiar uma organização criminosa especializada em desmatar a Amazônia para comercializar ilegalmente madeiras. Lógico que o ministro vem se complicado com ações e falas polêmicas, como a “tal boiada passando”, mas está evidente uma queda de braço entre ambientalistas e governo. Mais do que o cargo do ministro, está em jogo cerca de US$ 1 bilhão que Bolsonaro alega precisar para conter o desmatamento na Amazônia. O Brasil também alega que deveria receber US$ 133 bilhões em créditos de carbono pelas reduções nas emissões entre 2006 e 2017. Na política do custe o que custar, se colocarem o cargo de Salles à mesa, é possível que ele seja frito em fogo brando.

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FOGO AMIGO

Se não bastasse o próprio tiroteio efetuado pelos governistas que querem o fim da “ala ideológica no Planalto”, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles foi alvo de um “tuitaço” na véspera da Cúpula do Clima. Organizado organizações ambientais, o movimento pediu a sua saída do cargo. Postagens com a hashtag #ForaSalles foram feitas na rede social por nomes como a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, o compositor Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura, e políticos da oposição como o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) e o senador Humberto Costa (PT-PE). Como reação ao movimento, alguns apoiadores do governo passaram a divulgar mensagens a favor do ministro, com a hashtag #FicaSalles.

REAÇÃO

Quem também saiu em defesa de Ricardo Salles foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Segundo o filho do presidente da República, “o novo alvo do sistema é o ministro Ricardo Salles. Estranho seria não ser atacado. Globalistas e seus tentáculos miram naquele que defende nossas florestas”, ressaltou. “Isso tudo porque Salles fechou a torneira e cortou os milhões de reais do povo brasileiro que iam pra ONGs. O também deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) seguiu a mesma linha. “Não adianta chorar, espernear e levantar hashtag contra. Salles fica e até 2026!”, escreveu. A guerra está declarada.

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PRIVATIZAÇÃO

Em meio ao fogo cruzado entre ambientalistas e governo, na Câmara era aprovado o projeto que abre caminho para privatização dos Correios. Sobre esse assunto quase ninguém comentou. Por 280 votos favoráveis e 165 contrários, deputados chancelaram a proposta que autoriza a participação da iniciativa privada na prestação de serviços postais. Governo e oposição divergem, no entanto, sobre a privatização da estatal. Por enquanto a discussão não pára. O deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), escolhido para ser o relator da proposta, afirmou que vai expandir o diálogo com os todos os parlamentares envolvidos, de modo a construir um novo texto.

CRISE PASSAGEIRA

Com a pandemia do novo coronavírus ficou evidente que um dos setores mais impactados seria o turismo. Segundo as operadoras, o setor perdeu dois terços do faturamento em 2020. O número de passageiros transportados caiu pela metade, de 6,5 milhões no ano anterior para 3,3 milhões em 2020. Segundo o levantamento, o faturamento das empresas caiu de R$ 15,1 bilhões em 2019 para R$ 4 bilhões no ano passado. O setor aposta na vacinação em massa e redução drástica dos casos de contaminação. Por outro lado, existe a tendência das pessoas estarem loucas para viajar com a possibilidade de relaxamento do isolamento social. Talvez, o turismo seja o segmento da economia que responderá mais rapidamente com o fim da pandemia.

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