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BASTIDORES DA REPÚBLICA

Bolsonaro volta atrás e diz que poderá subir em palanques caso o apoio seja crucial

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NA MORAL

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Na tentativa de aumentar a chance de uma reeleição em 2022, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) reavaliou a estratégia de se manter afastado das disputas municipais deste ano. Em conversas reservadas com deputados bolsonaristas, o presidente, que inicialmente havia decidido não apoiar candidaturas a prefeito, reconheceu na semana passada que está disposto a subir em palanques nos municípios no segundo turno. Caso o apoio se mostre crucial, Bolsonaro vai quebrar a regra e subir em palanques já no primeiro turno.

NOVO IMPASSE

Em meio a aproximação com o presidente Jair Bolsonaro, o PSL confirma candidatura da deputada federal Joice Hasselmann a prefeita de São Paulo. Ela é desafeto de Bolsonaro e estão rompidos desde o ano passado. Ela está na lista negra apresentada pelo presidente à direção do partido como condição para a volta. Agora, tudo parece voltar à estaca zero.

SEGUE O BAILE

O atrito entre o vice-presidente Hamilton Mourão e o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles foi superado. Segundo o próprio Mourão, segue o baile. A contenda ocorreu nesse fim de semana devido a cortes de verbas anunciados por Salles que afetariam ações na região amazônica. “Não ficou bom, era melhor a gente ter conversado que não levaríamos o estresse ao ponto que foi levado. Tudo normal agora”, explicou Mourão.

RASGOU O VERBO

O general Hamilton Mourão pôs fim a uma polêmica e deu início a outra. Ele disse que não considera ético militares acumularem vencimentos pagos pela reserva e por cargo no governo. Essas remunerações estariam acima do teto do funcionalismo – R$ 39,3 mil. “Se estivéssemos numa situação normal, o país com recursos sobrando, tudo bem, mas não é o que está acontecendo”, concluiu o vice-presidente.

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PEGOU MAL

Esse título parece clichê, mas ilustra bem a notícia de que deputados federais tiveram despesa de R$ 1,5 milhão com combustível na quarentena. O montante permitiria dar 139 voltas na Terra de carro. O período com sessões apenas virtuais inclui despesas de hospedagem, alimentação e locação de veículos. O ato que restringiu a circulação de parlamentares e funcionários na Câmara e vetou eventos previa que os deputados precisavam até de autorização para deixar seus estados. Vai entender!

AMENIZOU

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM), amenizou a situação afirmando que a casa fez um esforço fiscal de cortes nas despesas de pessoal (R$ 43 milhões), nos investimentos (R$ 49 milhões) e no custeio operacional (R$ 58 milhões). Segundo destacou maia, a manobra permitiu economizar R$ 150 milhões para devolução ao governo federal e aplicação no combate à covid-19.

POLVOROSA

Foi só o presidente Jair Bolsonaro anunciar autorização para concurso da Policia Federal com cerca de duas mil vagas para se criar um clima de corre-corre entre os concurseiros. Muitos deles estão na fila do desemprego. O presidente comentou ainda que a Polícia Rodoviária Federal (PRF) certamente seguirá o mesmo caminho e também terá abertura de concurso. Mas, ainda não confirmou o aval para a PRF, que já tem comissão formada.

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FICHA LIMPA

O Ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, anunciou que “o Brasil completa o 20º mês consecutivo sem nenhum esquema protagonizado pelos agentes que formam o Executivo federal”. Com base nos dados da CGU coletados em todo o País, o ministro avalia que “estamos há 20 meses sem nenhum caso de corrupção no governo”. No final de semana, a hashtag “20 Meses Sem Corrupção” figurou na lista Top do Trending Topics do Twitter entre os assuntos mais comentados na rede social nas últimas 48 horas.

HOMENAGEM

Causou tristeza, aqui em Brasília, a morte do pioneiro de Brasília, Geraldo Silva, aos 93 anos. Coronel aposentado ajudou na organização do desfile de inauguração da capital federal e fundou 35 prefeituras comunitárias em Brasília. Ele faleceu no sábado (29), em um apartamento na 206 Sul, onde viveu por 55 anos com a esposa. Segundo a família, sofreu falência múltipla dos órgãos.

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Bastidores da República

Bolsonaro muda estratégia e pede ajuda para neutralizar emissão de carbono

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AMAZÔNIA É NOSSA?

Aquele discurso de que a Amazônia é unicamente nossa não é mais o mesmo. Ao mudar o discurso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que em relações ambientais dirigentes mundiais devem falar a mesma língua. Na cúpula do clima, nesta quinta-feira, o presidente brasileiro disse que o Brasil terá neutralidade climática até 2050. Bolsonaro foi firme em sua fala de três minutos e não titubeou ao pedir recursos para preservar o meio ambiente, em especial a Amazônia. Ele garantiu que o país reduzirá emissões em 40% até 2030. No entanto, críticos do presidente argumentaram que não basta apenas mudar o discurso, mas as atitudes. Foi um claro recado de que a oposição vai marcar cerrado para ver as promessas serem cumpridas. Enfim, a Amazônia é todos!

FOGO BRANDO

Corre pelos bastidores que o presidente Jair Bolsonaro já enfrenta uma nova pressão para demitir o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ele seria um entrave para que países europeus e o próprio EUA voltassem a doar recursos para a preservação da Amazônia. Salles é acusado pela Polícia Federal de chefiar uma organização criminosa especializada em desmatar a Amazônia para comercializar ilegalmente madeiras. Lógico que o ministro vem se complicado com ações e falas polêmicas, como a “tal boiada passando”, mas está evidente uma queda de braço entre ambientalistas e governo. Mais do que o cargo do ministro, está em jogo cerca de US$ 1 bilhão que Bolsonaro alega precisar para conter o desmatamento na Amazônia. O Brasil também alega que deveria receber US$ 133 bilhões em créditos de carbono pelas reduções nas emissões entre 2006 e 2017. Na política do custe o que custar, se colocarem o cargo de Salles à mesa, é possível que ele seja frito em fogo brando.

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FOGO AMIGO

Se não bastasse o próprio tiroteio efetuado pelos governistas que querem o fim da “ala ideológica no Planalto”, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles foi alvo de um “tuitaço” na véspera da Cúpula do Clima. Organizado organizações ambientais, o movimento pediu a sua saída do cargo. Postagens com a hashtag #ForaSalles foram feitas na rede social por nomes como a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, o compositor Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura, e políticos da oposição como o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) e o senador Humberto Costa (PT-PE). Como reação ao movimento, alguns apoiadores do governo passaram a divulgar mensagens a favor do ministro, com a hashtag #FicaSalles.

REAÇÃO

Quem também saiu em defesa de Ricardo Salles foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Segundo o filho do presidente da República, “o novo alvo do sistema é o ministro Ricardo Salles. Estranho seria não ser atacado. Globalistas e seus tentáculos miram naquele que defende nossas florestas”, ressaltou. “Isso tudo porque Salles fechou a torneira e cortou os milhões de reais do povo brasileiro que iam pra ONGs. O também deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) seguiu a mesma linha. “Não adianta chorar, espernear e levantar hashtag contra. Salles fica e até 2026!”, escreveu. A guerra está declarada.

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PRIVATIZAÇÃO

Em meio ao fogo cruzado entre ambientalistas e governo, na Câmara era aprovado o projeto que abre caminho para privatização dos Correios. Sobre esse assunto quase ninguém comentou. Por 280 votos favoráveis e 165 contrários, deputados chancelaram a proposta que autoriza a participação da iniciativa privada na prestação de serviços postais. Governo e oposição divergem, no entanto, sobre a privatização da estatal. Por enquanto a discussão não pára. O deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), escolhido para ser o relator da proposta, afirmou que vai expandir o diálogo com os todos os parlamentares envolvidos, de modo a construir um novo texto.

CRISE PASSAGEIRA

Com a pandemia do novo coronavírus ficou evidente que um dos setores mais impactados seria o turismo. Segundo as operadoras, o setor perdeu dois terços do faturamento em 2020. O número de passageiros transportados caiu pela metade, de 6,5 milhões no ano anterior para 3,3 milhões em 2020. Segundo o levantamento, o faturamento das empresas caiu de R$ 15,1 bilhões em 2019 para R$ 4 bilhões no ano passado. O setor aposta na vacinação em massa e redução drástica dos casos de contaminação. Por outro lado, existe a tendência das pessoas estarem loucas para viajar com a possibilidade de relaxamento do isolamento social. Talvez, o turismo seja o segmento da economia que responderá mais rapidamente com o fim da pandemia.

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