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BASTIDORES DA REPÚBLICA

Bolsonaro promete “revelar bomba” em live desta quinta-feira

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DIA DE LIVE

O presidente Jair Bolsonaro mantém a postura de ataque a países que, segundo ele, importam madeira ilegal do Brasil, mas acusam seu governo de permitir o desmatamento da Amazônia. Ele prometeu divulgar, hoje, na live que faz todas as quintas-feiras, o nome das nações que comprariam o produto de forma irregular. Na terça-feira, durante a cúpula do Brics (bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), ele já tinha mencionado que divulgaria a lista. A live semanal do presidente está sendo aguardada com grande expectativa. Há quem aposte em blefe!

DESTINO DE BOLSONARO

Após a derrota da antipolítica nas urnas do primeiro turno e o fortalecimento de partidos políticos tradicionais, assessores do presidente Jair Bolsonaro passaram a defender nos bastidores que ele se filie a uma legenda de olho em estrutura para a disputa de 2022. Em 2018, Bolsonaro se elegeu filiado ao PSL – mas brigou com a sigla e saiu da legenda. Anunciou que fundaria um novo partido, o Aliança, mas, até agora, a ideia na saiu do papel. Para se preparar com foco em 2022, Bolsonaro pode integrar alguma legenda já existente – e os partidos do Centrão não estão descartados. Uma das apostas, aqui em Brasília, é a filiação do presidente Bolsonaro ao PP ou PTB.

PAÍS TRAVADO

Pelo andar da carruagem o Brasil só vai deslanchar mesmo após fevereiro de 2021. Pra piorar, parada por causa do período eleitoral, a pauta de votações de medidas econômicas de grande impacto e consideradas urgentes pelo governo tem grande chance de ser destravada também a partir de fevereiro de 2021, avaliam membros do Ministério da Economia. Com isso, o Congresso terminaria o ano sem votar propostas que retiram amarras do Orçamento e abrem espaço para a criação de um novo programa social. Segundo turno das eleições, sucessão da Mesa Diretora no Congresso e a crise elétrica no Amapá são apontadas como os três principais entraves.

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NA EXPECTATIVA

O próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, já anunciou que não espera grandes respostas do Congresso até fevereiro próximo. Segundo ele, as reformas tributária e administrativa não têm chance de prosperar neste ano. Para Guedes, há espaço apenas para textos “amenos”, mais técnicos e que não geram grande disputa. Entre as medidas possíveis, estão a Lei de Falências e marcos regulatórios de infraestrutura, o que inclui o projeto de incentivo à navegação de cabotagem. A expectativa da Economia e de líderes partidários é que seja aprovada a lei que traça as diretrizes para a elaboração do Orçamento de 2021.

DADO ASSUSTADOR

O Brasil teve uma alta de 4% nos assassinatos nos primeiros nove meses deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo site G1, com base nos dados oficiais dos 26 Estados e do Distrito Federal. No período, foram registradas 32.298 mortes violentas, contra 31.022 no mesmo período do ano passado. Ou seja, 1.276 mortes a mais. O aumento de mortes acontece mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, que fez com que estados adotassem diversas medidas de isolamento social em grande parte do ano. Ou seja, houve alta na violência mesmo com menos pessoas nas ruas.

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LÁ VEM O TREM

A Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (FICO), ligando a cidade de Mara Rosa, em Goiás, até Água Boa, em Mato Grosso, começará a ser construída em abril. A previsão de conclusão será de cinco anos. A informação foi confirmada ao senador Wellington Fagundes (PL-MT), presidente da Frente Parlamentar de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), e pelo presidente da Valec Engenharia, André Kuhn. A Valec será a responsável técnica pela obra.

CENTRO LOGÍSTICO

Mato Grosso caminha para ter um dos maiores centros logístico do país. Durante solenidade de posse do novo diretor-presidente da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, confirmou que já trabalha para estender os trilhos da Ferrovia de Integração do Centro-Oeste, de Água Boa até Lucas do Rio Verde. Esse projeto, segundo ele, está dentro do contexto da concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste, que liga o Porto de Ilhéus (BA) à Ferrovia Norte-Sul, em fase de implantação.

BAIXOU O NÍVEL

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), respondeu por meio das redes sociais nesta quinta-feira (19/11) aos xingamentos do prefeito do Rio de Janeiro e candidato à reeleição, Marcelo Crivella (Republicanos). Segundo o tucano, Crivella “se apequena” ao usar palavrões e preconceito para se referir a um governador. Na noite de ontem (18), durante reunião do partido, Crivella chamou Doria de “vagabundo” e “viado”.

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Bastidores da República

Decisão de Moro favorece Grupo Odebrecht e ex-juiz vive o seu pior inferno astral

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TIRO NO PÉ

Foto: Cristiano Mariz

A nova empreitada profissional do ex-ministro Sérgio Moro promete tirar-lhe o sono. Ao menos pelo volume de críticas, Moro terá insônia. Desde que foi confirmado que ele vai atuar como sócio-diretor da consultoria norte-americana Alvarez & Marsal, até mesmo aliados do ex-juiz na Operação Lava-Jato o criticou. Para muitos, Moro errou ao se aliar a uma empresa que atua como administradora judicial do Grupo Odebrecht, empreiteira que foi condenada por ele por mais de uma vez. “A contratação de Moro fecha o ciclo de uma prática comum de atuação dos interesses dos EUA no mundo”, escreveu o PT na sua página do Twitter. Diante do quadro, Moro que era visto como potencial candidato para 2022 já é visto como carta fora do baralho.

TIRO NO PÉ (2)

Se não bastasse o mimimi, Sérgio Moro ainda terá uma dorzinha de cabeça. É que o deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP) pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) que investigue a possibilidade de crime de corrupção na contratação do ex-juiz pela Alvarez & Marsal. “è evidente que, durante o exercício do cargo de juiz federal da 13ª Vara Federal de Curitiba, Sergio Moro teve amplo acesso a documentos e elementos de prova referentes ao Grupo Odebrecht, fato que poderá ser utilizado em benefício da atual administração”, diz o requerimento.

FALTA NOME

Com o resultado das eleições municipais lideranças começam a arrumar o tabuleiro para o pleito de 2022. O DEM, partido que já detém os comandos da Câmara e do Senado, volta a ter peso no processo para a escolha do próximo presidente da República. O PSDB, com a vitória de Bruno Covas, em São Paulo, além da dobradinha com o governador João Doria também ganha destaque. Já o MDB, apesar da redução no número de prefeituras de 2016 para 2020 –– de 1.035 para 784 ––, continua sendo o partido que tem mais municípios sob sua gestão. No entanto, caso haja uma coalizão para se opor à reeleição o presidente Jair Bolsonaro, ainda não há consenso sobre quem terá cacife para encabeçar a demanda: Moro, Huck, Maia, Dória? Ninguém sabe!

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SERÁ QUE DECOLA?

Por falar em Luciano Huck, há rumores de que a pretensão do apresentador global virar presidente da República não passou de balão de ensaio. Fora a pressão da própria Globo, com ameaça de extinguir o Caldeirão do Huck, a principal resistência vem da esposa e também apresentadora, Angélica. Foi ela, inclusive, que o fez desistir de uma possível candidatura em 2018. Mesmo assim, Huck vem sendo sondado por várias siglas. Ele é conhecido nacionalmente, tem a sua imagem relacionada a solução dos muitos problemas sociais do país e tem cacife para agregar apoio. Certamente, a palavra final será da Angélica.

OLHAR PARA O BRASIL

Embora a corrida eleitoral para 2022 já tenha começado, em termos, o grande esforço no momento será convencer o Congresso e demais setores a enfrentar a crise provocada pelo novo coronavírus, além da discussão e votação das propostas do Executivo em pauta nas duas casas de leis. Uma das maiores preocupações é com o risco de o ano terminar sem a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e do Orçamento de 2021. A discussão está travada no Congresso em razão do impasse sobre o comando da Comissão Mista do Orçamento (CMO), que ainda não foi instalada. E ainda nem falamos sobre a sucessão na presidência do Senado e da Câmara.

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TÔ NEM AI

O grande índice de abstenção na eleição municipal desse ano surpreendeu ao chegar a 29,4%, um recorde de não votantes. Para o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luis Roberto Barroso, apesar disso “o copo está meio cheio”. Barroso considerou os 70,5% de eleitores que compareceram ás urnas para votar em plena pandemia da Covid-19 como satisfatórios. O risco maior, segundo juristas, é que a legitimidade democrática depende do comparecimento às urnas por parte da população. O desafio agora é desmobilizar o grupo dos ‘tô nem aí’.

TÔ NEM AI (2)

Há quem aposte que o desemprego também seja um elemento motivador ao distanciamento das urnas nessas eleições, além da Covid-19. Segundo o IBGE, em outubro o Brasil já tinha um contingente de 13,8 milhões de desempregados, cerca de 3,6 milhões a mais que o registrado em maio. Isso corresponde a uma alta de 35,9% no período. Com isso, a taxa de desemprego ficou em 14,1%, a maior da série. A maior taxa em outubro foi registrada no Nordeste (17,3%), seguida por Norte (15,1%), Sudeste (14,2%). Somente Centro-Oeste (12,1%) e Sul (9,4%) registraram taxa inferior à média nacional.

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