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BASTIDORES DA REPÚBLICA

Bolsonaro: O que seria do Executivo sem Congresso e STF?

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Em uma clara demonstração de que  está optando pelo entendimento, após semanas de atritos entre os Poderes, o presidente Jair Bolsonaro fez um aceno na tarde desta terça-feira (14) para o Legislativo e o Judiciário. Ao discursar em evento no Planalto, perguntou: “O que seria do Executivo sem o Senado, sem a Câmara e, por que não dizer?, em muitos momentos, sem o nosso Supremo Tribunal Federal?”. No momento, Bolsonaro estava dividindo o  palco com o ministro Dias Toffoli, do STF, e com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).Ele ainda afirmou que o “bom entendimento” entre os Poderes “é a alegria do nosso povo”.

DISCURSO A ONU

Neste domingo (19) Bolsonaro embarca em Nova York, onde vai abrir presencialmente a Assembleia Geral da ONU , acompanhado  pela  primeira-dama Michelle Bolsonaro. Eles  ficam até dia 21 à tarde, embarcando logo após a participação de Bolsonaro na Assembleia. Indicativo de que não terá agenda oficial com outros chefes de Estado depois do seu discurso.O discurso do presidente está em elaboração na mesa do chanceler Carlos Alberto França, que deve acompanhá-lo na viagem.

AMOR INTERNACIONAL

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, durante o evento de boxe “Triller Fight Club” realizado no último fim de semana, na Flórida. Trump foi um dos comentaristas e aproveitou a participação para exaltar também Eduardo Bolsonaro, com quem se encontrou recentemente.“Eu tenho que lhe dizer: eu amo o presidente do Brasil. Ele e o filho dele são ótimas pessoas. Ele trabalha duro para ajudar o seu povo. Espero que ele esteja bem”, disse o ex-presidente norte-americano.

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PALAVRA DE ACM

Entre Maia e Pacheco, ACM Neto pisa em ovos de olho no Senado | VEJA
Segundo avaliação de ACM Neto, presidente nacional do Democratas, que participou do Macro Day 2021, evento promovido pelo BTG Pactual, nesta terça-feira (14) não há hoje clima político no país para impeachment. É absolutamente infrutífera [a possibilidade] e não dará resultados. O presidente da Câmara é aliado e até hoje tem mostrado lealdade com o governo. O vice-presidente estava ao lado [de Bolsonaro] nas manifestações. Então, quando os dois apoiam o presidente, não vejo essa possibilidade [de impeachment]”, disse.

BASTIDORES

Aqui em Brasília, quem  ouve o presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito da Pandemia no Senado,  Omar Aziz, defender o impeachment do presidente Jair Bolsonaro, até imagina que está diante de um digno senador da República. É bom lembrar, que Aziz é o mesmo que teve o passaporte apreendido, a esposa e um irmão preso, todos indiciados por suspeita de envolvimento em esquema que desviou R$ 200 milhões da Saúde do Amazonas. Segue dando lições de moral na CPI.

 OS INVESTIGADOS


Absurdo! Pelo menos 19 dos 81 senadores são réus ou alvos de algum tipo de investigação em andamento no país (veja lista mais abaixo). Juntos, eles respondem a 38 inquéritos (procedimentos preliminares que podem resultar em processo) ou ações penais (processos que podem acabar em condenação). Os dados são de levantamento exclusivo do Congresso em Foco com base em informações disponíveis nos sites do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e dos tribunais regionais federais. Também foram acessados os tribunais regionais eleitorais (TREs) e os tribunais de Justiça de cada estado da federação.

MAIS PENDÊNCIAS

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O número de investigados pode ser maior, já que alguns tribunais dificultam a busca processual pelo nome da parte e mantêm em segredo a simples existência de processos sigilosos. Além de 17 que estão no exercício do mandato, também têm pendências na Justiça os senadores Ciro Nogueira (PP-AL), atual ministro da Casa Civil, e José Serra (PSDB-SP), licenciado para tratamento de saúde.
ECONOMIA

Roberto Campos Neto – Wikipédia, a enciclopédia livre

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, afirmou nesta terça-feira, 14, que a autoridade monetária vai levar a Selic para onde for necessário para cumprir a meta da inflação, mas que o “plano de voo” não será alterado a cada nova divulgação de dados econômicos de alta frequência. “A gente tem um instrumento que vai ser usado na forma que precisa ser usado. Nós entendemos que podemos levar a Selic até onde precisa para ter convergência da meta [de inflação]. Isso não significa que o Banco Central vai reagir a cada dado de alta frequência”, disse o presidente da instituição no último pronunciamento antes do início do período de silêncio para a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), a partir desta quarta-feira, 15.

DEU NA MÍDIA

Departamento de Trânsito realiza campanha de conscientização para um trânsito mais seguro - Prefeitura de Cabreúva

Na próxima quinta-feira (16/9), o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) será extinto e dará lugar à Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Com a mudança, a pasta passa a fazer parte do Ministério da Infraestrutura.“A mudança valoriza o tema dentro do governo federal, ao conceder maior autonomia administrativa, preservando mesmas atribuições ao órgão máximo de trânsito da União”, disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Ele ressaltou que a criação da secretaria “mostra o compromisso do Executivo em garantir a segurança de todos e diminuir os acidentes e fatalidades”

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Bastidores da República

Paulo Guedes inclui Petrobras e BB em plano de privatização

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O ministro da Economia, Paulo Guedes,  questionou nesta segunda-feira (27)  sobre qual o plano econômico  para os próximos dez anos. Continuar com as privatizações. Petrobras, Banco do Brasil, todo mundo entrando na fila, sendo vendido e isso sendo transformado em dividendos sociais? indagou . Ele acrescentou ainda que o plano do governo para um horizonte de dez anos contempla privatizar as estatais de maneira irrestrita, incluindo a Petrobras e o Banco do Brasil.Ao participar de evento promovido pela International Chamber of Commerce -ICC Brasil, ele afirmou que esse é um dos vetores “muito claros” para o futuro, assim como alterações no regime de Previdência.Se  você pergunta: o que você gostaria de fazer nos próximos 10 anos? Mudar o regime previdenciário para capitalização. O Brasil vai crescer 5% ao ano, em vez de crescer 2%, 3%”, disse ele, pontuando que a reforma já feita pelo governo Jair Bolsonaro foi razoável, mas não transformadora.Agora é a política que comanda o processo todo. Ela pode travar, ela pode desacelerar, ela pode interromper”, disse.

SEM CORRUPÇAO

Bolsonaro fica nu ao se despir das três bandeiras que o levaram ao poder | Opinião | EL PAÍS Brasil

O momento político está   muito conturbado em Brasília.  A ponto do  presidente Jair Bolsonaro já admitir  que a corrupção não foi eliminada no seu governo. Durante evento da Caixa Econômica Federal para dar início à programação para lembrar os mil dias de mandato, o chefe do Executivo disse que a corrupção “diminuiu muito” desde que tomou posse.Quando se fala em mil dias sem corrupção… Eliminou-se a corrupção? Obviamente que não. Podem acontecer problemas em alguns ministérios? Podem, mas não será da vontade nossa. Nós vamos buscar maneiras de, obviamente, apurar o caso e tomar providências cabíveis com outros poderes sobre aquele possível ato irregular. Mas diminuiu muito a corrupção no Brasil, muito”, declarou Bolsonaro. As pressões no passado eram enormes, em governos anteriores. Hoje existem pressões? Existem, mas bem menores”, acrescentou, dizendo, ainda, em tom positivo que há hoje um ministério “cada vez mais casando com o Legislativo

ATIVIDADES STF

STF mantém sessões presenciais, mas restringe circulação de pessoas | Agência Brasil

O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) tem ao menos 261 julgamentos inconclusos por decisão do presidente da corte ou pedidos de vista —mais tempo para análise— feitos pelos demais ministros. o que revelam números do tribunal levantados até a sexta-feira (24). Interrupções que, em alguns casos, aguardam a retomada há cinco anos ou mais.Em outubro de 2020, os ministros começaram a deliberar sobre o formato de depoimento que Bolsonaro deverá prestar no inquérito que apura a suspeita de que interferiu no comando da Polícia Federal para proteger parentes e aliados.O julgamento teve um único voto até o momento. Celso de Mello, então relator, rejeitou a concessão de “privilégios” e “tratamento seletivo” e defendeu que o presidente deponha presencialmente à PF. O chefe do Executivo quer ser interrogado por escrito.

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INSEPARÁVEIS

Hélio Lopes diz ser um “soldado” de Bolsonaro à disposição para disputar Prefeitura do Rio - Tribuna da Imprensa Livre

Amigo Fiel escudeiro do presidente Jair Bolsonaro, o deputado federal Hélio Lopes (PSL-RJ) deverá deixar o partido para disputar a reeleição.Ele  garante que é candidato à reeleição e que não está a fim de disputar uma vaga no Senado nem o governo do Rio de Janeiro.Na última eleição, Lopes usou nas urnas o sobrenome Bolsonaro e o mesmo número que teve em São Paulo, e assim se tornou o deputado mais votado do Rio, com quase 342 mil votos. Ele tem admitido que não conseguirá repetir o mesmo desempenho na próxima eleição, mas diz que conseguirá se reeleger se garantir ao menos 20% da votação que obteve em 2018.Lopes pedirá a desfiliação do PSL assim que a fusão com o DEM for consumada. Quando é questionado sobre qual será o seu destino, o deputado tem uma resposta pronta. “Meu partido é o Bolsonaro”, diz. O presidente tem até março do ano que vem para escolher a legenda que abrigará sua candidatura à re

DESTAQUE

Wellington Fagundes homenageia mãe de ex-deputado autor da emenda das Diretas Já — Senado Notícias

A consultoria Arko Advice divulgou a relação de deputados e senadores que integram a Elite Parlamentar de 2021. O senador Wellington Fagundes (PL-MT) segue na categoria “líderes informais” – parlamentares que possuem qualificação específica para debater temas tais como: assuntos jurídicos, infraestrutura, economia, entre outros. Fagundes é presidente da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura (Frenlogi), e lidera o Bloco Parlamentar Vanguarda, formado por senadores do DEM, PL e PSC.

ENTRAVE

Ipec: Lula lidera pesquisa eleitoral para 2022 com mais de 20 pontos à frente de Bolsonaro

Ganhou repercussão em Brasília, o Projeto de Lei protocolado na câmara pode barrar a candidatura do ex-presidente Lula. O texto é do deputado Junio Amaral, do PSL, de minas gerais. Pela proposta, ficariam inelegíveis por oito anos cidadãos que já tenham sidos condenados à prisão, mesmo que o processo tenha sido anulado e a pena revogada. Em entrevista ao programa “Os Pingos nos Is”, o deputado Junio Amaral disse que o objetivo é impossibilitar a candidatura de condenados que conseguiram anular sentença apenas por causa de “formalidades” dos processos. “Mesmo que anteriormente ele tenha sido condenado e a condenação tenha sido anulada por uma questão processual, uma questão formal, continuaria valendo a regra porque poderosos acabam sendo beneficiados por essas decisões de miudezas num processo”, afirma Amaral.

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ATIVIDADE

Justiça Federal da 1ª região acumula 47% do total de processos | VEJA

Durante a epidemia de coronavírus, magistrados e servidores federais, em trabalho remoto, aumentaram a produtividade. Com a difusão da vacinação, o Judiciário pode começar a planejar a volta do trabalho presencial. Porém, a Justiça Federal do Rio de Janeiro e do Espírito Santo enfrentará um problema adicional: muitos magistrados e servidores preferem se aposentar a retornar às suas funções nos estabelecimentos jurisdicionais. E não há condições de organizar concursos rapidamente. É o que afirma o presidente do Tribunal Regional Federal da 2ª Região, Messod Azulay Neto.

AGRO

Norte Agropecuário | Noticias

– A maior seca dos últimos 91 anos é a principal ameaça à próxima safra de grãos do País. O plantio no Centro-Sul de culturas como a soja começa neste mês, mas, por conta da falta de chuvas, enfrenta problemas em vários locais. E o risco climático já entrou no radar de economistas como um fator que pode pressionar os preços da comida e provocar estragos na inflação do ano que vem.“Não vamos ter um cenário tão amistoso para alimentos, o que pode pressionar a inflação de 2022”, afirma André Braz, coordenador de índices de preços da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Contando com o risco climático, o economista projeta uma inflação de alimentos ao consumidor de 8,71% para 2022. É um pouco mais da metade da que deve ser registrada neste ano, de 14,1%, complicando ainda mais a tarefa do Banco Central de cumprir a meta de inflação, de 3,5%, com tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo.

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