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FUNDEB

Base de Bolsonaro desarticula e perde pontos de interesse do governo na votação do Fundeb

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DIVERGÊNCIA

Aduneb

A votação do Fundeb pela Câmara foi considerada por críticos como uma derrota para o Governo Bolsonaro. O texto aumenta a participação da União no fundo de 10% para 23% até 2026 e o torna permanente. A matéria excluiu pontos sugeridos pelo Executivo, o que deverá provocar reação do presidente contra os líderes da sua base no Congresso.

NA PRESSÃO

A votação começou conturbada e após a pressão do ministro Paulo Guedes para que a PEC fosse alterada, o líder informal do governo na Câmara, Arthur Lira (PP-AL), apresentou pelo menos cinco requerimentos de obstrução para tentar adiar a votação.

CONVERGÊNCIA

Para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a proposta do governo de reforma tributária entregue ontem pelo ministro Paulo Guedes é muito convergente aos textos já discutidos na Câmara (PEC 45) e no Senado (PEC 110), sinalizando que a discussão da primeira fase pode andar rápido. Com a proposta do governo em mãos, os debates da comissão mista da reforma tributária serão retomados nos próximos dias.

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REFRESCO

Abr

O presidente Jair Bolsonaro pediu que o Ministério da Economia retirasse da reforma tributária a reoneração, ou seja, a volta da cobrança de impostos, de alguns produtos da cesta básica. Bolsonaro propõe a unificação do PIS e Cofins em um único imposto, chamado de CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), com alíquota de 12%. Críticos argumentam que a unificação de impostos federais é onerosa para o setor de serviços, responsável por cerca de 70% do PIB brasileiro.

ALTO CUSTO

O governo tem preparado medidas que visam evitar significativos aumentos nas tarifas de energia em alguns estados, bem como impactos tarifários previstos para todos consumidores nos anos seguintes. Mas isso terá um preço. O ministério da Economia arquitetou um empréstimo de R$ 15 bilhões junto a um grupo de bancos liderado pelo BNDES para conter reajustes da energia neste ano, em meio aos impactos do coronavírus.

CAIXA 2

Foto: Sérgio Lima/PODER 360

O fundador da Qualicorp , José Seripieri Filho, o Júnior, prestou depoimento nesta quarta-feira, na sede da Polícia Federal, em São Paulo. Júnior foi preso ontem em uma operação que investiga irregularidades na campanha de José Serra de 2014 , quando foi eleito como senador. Segundo a PF, “Serra e empresário da Qualicorp estão no “topo da cadeia criminosa”. Máscara de tucanos, até então considerados honestos, começaram a cair.

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EXCLUSÃO

Por falar em tucanos, Guilherme Boulos (PSOL-SP), que está de olho na prefeitura de São Paulo para as eleições de novembro, disse que “os tucanos excluíram os pobres na maior cidade do Brasil”. Boulos disse que, caso fosse gestor da cidade, “colocaria a periferia no centro”. No centro das atenções, é claro!

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Bastidores da República

Bolsonaro muda estratégia e pede ajuda para neutralizar emissão de carbono

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AMAZÔNIA É NOSSA?

Aquele discurso de que a Amazônia é unicamente nossa não é mais o mesmo. Ao mudar o discurso, o presidente Jair Bolsonaro reconheceu que em relações ambientais dirigentes mundiais devem falar a mesma língua. Na cúpula do clima, nesta quinta-feira, o presidente brasileiro disse que o Brasil terá neutralidade climática até 2050. Bolsonaro foi firme em sua fala de três minutos e não titubeou ao pedir recursos para preservar o meio ambiente, em especial a Amazônia. Ele garantiu que o país reduzirá emissões em 40% até 2030. No entanto, críticos do presidente argumentaram que não basta apenas mudar o discurso, mas as atitudes. Foi um claro recado de que a oposição vai marcar cerrado para ver as promessas serem cumpridas. Enfim, a Amazônia é todos!

FOGO BRANDO

Corre pelos bastidores que o presidente Jair Bolsonaro já enfrenta uma nova pressão para demitir o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Ele seria um entrave para que países europeus e o próprio EUA voltassem a doar recursos para a preservação da Amazônia. Salles é acusado pela Polícia Federal de chefiar uma organização criminosa especializada em desmatar a Amazônia para comercializar ilegalmente madeiras. Lógico que o ministro vem se complicado com ações e falas polêmicas, como a “tal boiada passando”, mas está evidente uma queda de braço entre ambientalistas e governo. Mais do que o cargo do ministro, está em jogo cerca de US$ 1 bilhão que Bolsonaro alega precisar para conter o desmatamento na Amazônia. O Brasil também alega que deveria receber US$ 133 bilhões em créditos de carbono pelas reduções nas emissões entre 2006 e 2017. Na política do custe o que custar, se colocarem o cargo de Salles à mesa, é possível que ele seja frito em fogo brando.

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FOGO AMIGO

Se não bastasse o próprio tiroteio efetuado pelos governistas que querem o fim da “ala ideológica no Planalto”, o ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles foi alvo de um “tuitaço” na véspera da Cúpula do Clima. Organizado organizações ambientais, o movimento pediu a sua saída do cargo. Postagens com a hashtag #ForaSalles foram feitas na rede social por nomes como a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, o compositor Gilberto Gil, ex-ministro da Cultura, e políticos da oposição como o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) e o senador Humberto Costa (PT-PE). Como reação ao movimento, alguns apoiadores do governo passaram a divulgar mensagens a favor do ministro, com a hashtag #FicaSalles.

REAÇÃO

Quem também saiu em defesa de Ricardo Salles foi o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). Segundo o filho do presidente da República, “o novo alvo do sistema é o ministro Ricardo Salles. Estranho seria não ser atacado. Globalistas e seus tentáculos miram naquele que defende nossas florestas”, ressaltou. “Isso tudo porque Salles fechou a torneira e cortou os milhões de reais do povo brasileiro que iam pra ONGs. O também deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) seguiu a mesma linha. “Não adianta chorar, espernear e levantar hashtag contra. Salles fica e até 2026!”, escreveu. A guerra está declarada.

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PRIVATIZAÇÃO

Em meio ao fogo cruzado entre ambientalistas e governo, na Câmara era aprovado o projeto que abre caminho para privatização dos Correios. Sobre esse assunto quase ninguém comentou. Por 280 votos favoráveis e 165 contrários, deputados chancelaram a proposta que autoriza a participação da iniciativa privada na prestação de serviços postais. Governo e oposição divergem, no entanto, sobre a privatização da estatal. Por enquanto a discussão não pára. O deputado Gil Cutrim (Republicanos-MA), escolhido para ser o relator da proposta, afirmou que vai expandir o diálogo com os todos os parlamentares envolvidos, de modo a construir um novo texto.

CRISE PASSAGEIRA

Com a pandemia do novo coronavírus ficou evidente que um dos setores mais impactados seria o turismo. Segundo as operadoras, o setor perdeu dois terços do faturamento em 2020. O número de passageiros transportados caiu pela metade, de 6,5 milhões no ano anterior para 3,3 milhões em 2020. Segundo o levantamento, o faturamento das empresas caiu de R$ 15,1 bilhões em 2019 para R$ 4 bilhões no ano passado. O setor aposta na vacinação em massa e redução drástica dos casos de contaminação. Por outro lado, existe a tendência das pessoas estarem loucas para viajar com a possibilidade de relaxamento do isolamento social. Talvez, o turismo seja o segmento da economia que responderá mais rapidamente com o fim da pandemia.

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