Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

BASTIDORES DA REPÚBLICA

AGU pressiona STF para que Governo cumpra sua missão constitucional na Saúde

Publicados

em

AZEDOU

O impasse pra saber quem tem a prerrogativa de determinar vacinação em massa ou não contra a Covid-19 ganhou um novo capítulo. A Advocacia-Geral da União (AGU) enviou duas manifestações ao Supremo Tribunal Federal (STF) nas quais defende que deve caber ao Poder Executivo qualquer decisão que envolva a compra, a distribuição e a aplicação de uma futura vacina contra o novo coronavírus. Além disso, a instituição diz que o Judiciário não pode interferir nas políticas públicas do governo federal ou obrigar o Executivo a adotar ações voltadas para a saúde. O STF não se pronunciou ainda sobre a manifestação da AGU.

CHOVEU NO MOLHADO

Como nenhuma das vacinas contra a Covid-19 em desenvolvimento teve comprovação científica, toda essa discussão é o mesmo chover no molhado. A própria AGU lembra que, como ainda não há nenhuma vacina comprovadamente eficaz contra o novo coronavírus, qualquer debate sobre como o governo federal deve proceder na aquisição dos imunizantes “se revela de certo modo prematuro. O problema é que oposição e situação gostam de polemizar. Até onde vai tudo isso?

FALTA PROJETO

O governo federal já disponibilizou cerca de R$ 47 milhões de reais para ações de combate a incêndios no Pantanal. Desse total, ao menos R$ 20 milhões já foram liberados, além de outros R$ 19 milhões para o Instituto Chico Mendes. Nesta quarta-feira o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, defendeu a importância de medidas preventivas para evitar que os incêndios no Pantanal se repitam nos próximos anos. No entanto, as comunidades pantaneiras voltam a insistir que não basta dinheiro. É preciso estabelecer projetos de sustentabilidade para a região. Ou seja, a preocupação principal ainda está em apagar o fogo.

Leia Também:  Bolsonaro continua à frente de possíveis candidatos para o pleito de 2022

CARTA DE AUFORIA

A direção do Banco Central ainda comemora a aprovação pelo Senado da lei que confere autonomia à instituição. A medida visa blindar o BC de pressões políticas na condução da política monetária. Porém, acrescentou novas atribuições à autoridade monetária: a suavização das flutuações do nível de atividade econômica e a busca do pleno emprego. E, agora, precisa ser apreciada pela Câmara dos Deputados. A decisão saiu ontem, mas estava engavetada há cerca de anos no Congresso.

PÉ NO ACELERADOR

Pelo que se vê, a economia brasileira retoma o seu rumo. As vendas de veículos crescem 1,42% em outubro e tem o melhor resultado do ano. Nessa conta incluem automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas e implementos rodoviários. Apesar da recuperação, comercialização acumulada em 2020 ainda mostra queda de 25% em relação ao mesmo período de 2019

ARAUJO FICA

O presidente Jair Bolsonaro não liberou o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para viajar com o vice-presidente Hamilton Mourão pela Amazônia. Enquanto Araújo ficou em Brasília para auxiliar Bolsonaro nos dias que sucedem a disputa eleitoral nos EUA, Mourão “pegou a estrada” para mostrar a selva brasileira a diplomatas estrangeiros. Como os dois assuntos eram estratégicos, Bolsonaro dividiu o grupo e garantiu a Mourão as presenças de outros ministros de Estado.

Leia Também:  WhatsApp: mais de 450 mil brasileiros tiveram o aplicativo clonado em outubro

 NADA DEFINIDO

Aqui em Brasília se falou sobre tudo nesta quarta-feira. Da eleição nos Estados Unidos à viagem do General Mourão com embaixadores à Amazônia. Ainda as sim, o tema que ganhou as redes sociais foi a articulação no Congresso para votar a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro à prorrogação da desoneração da folha de pagamento de empresas até o final de 2021. Durante todo o dia a gestão Jair Bolsonaro ainda tentou encontrar uma saída para bancar a renúncia de receita que ocorrerá em 2021 com a manutenção da desoneração. Por enquanto, nada definido.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Bastidores da República

Governadores anunciam lockdown e Bolsonaro diz que estão na contramão

Publicados

em

LOCKDOWN NO DF

A volta do crescimento nos casos da Covid-19, aqui no Distrito Federal, fez o governo acender a luz vermelha.  O governador Ibaneis Rocha (MDB) determinou que a antecipação das medidas de contenção da pandemia e decreta lockdown total a partir da meia-noite desta sexta-feira (26). A ocupação de leitos de UTIs, na rede pública de saúde, chegou a 98,22%. De acordo com a Sala de Situação da Secretaria de Saúde, apenas um dos três leitos disponíveis é para adulto. Os outros são pediátricos e mais 11 estão bloqueados. Governadores do Sul e alguns do Nordeste também falam em lockdown.

CRÍTICAS AO LOCKDOWN

Quem não gostou “nadica de nada” dessa história de lockdown foi o presidente Jair Bolsonaro. Segundo ele, os governadores que “fecham tudo estão na contramão do que o povo quer”. “Vão para o meio do povo mesmo depois das eleições, porque durante as eleições é muito fácil. Eu quero ver é depois”, disparou Bolsonaro. A declaração ocorreu em Tianguá, no Ceará, durante a cerimônia de assinatura de ordens de serviço da Travessia local, das Variantes de Frios e Umirim e do Viaduto de Horizonte.

DESEMPREGO

Tudo parece conspirar para piorar a situação do emprego no país, que sofre com a pandemia da Covid-19. A taxa de desemprego avançou no Brasil em 2020 e encerrou o último trimestre do ano em 13,9%, percentual que corresponde a 13,9 milhões de desocupados no período. A análise da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta sexta-feira (26) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), aponta para o aumento 13,5% na taxa média anual de brasileiros desocupados em 2020. Trata-se do maior percentual da série iniciada em 2012.

Leia Também:  Padre morre diante de fiéis ao passar mal em missa; VEJA VÍDEO

DIVERGÊNCIA

Pelo que parece, a população está dividida quanto à privatização da Caixa Econômica Federal. Novo levantamento, encomendado pela Confederação Nacional do Transporte, mostra que 59,8% dos entrevistados rejeitam venda do banco público. A Caixa lidera relação de empresas que sociedade menos quer que seja vendida. De acordo com os dados, divulgados esta semana, apenas 28,6% das pessoas disseram ser a favor da privatização de estatais; 11,6% não souberam opinar ou não responderam. A pesquisa CNT/MDA foi realizada com 2.002 entrevistados, em 137 cidades de 25 estados, entre os dias 18 e 20 deste mês.

PELA EDUCAÇÃO

As novas universidades federais ganharam uma injeção de recursos da ordem de R$ 200 milhões. A proposta apresentada pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT) foi uma das três acatadas pela Comissão de Educação do Senado na quinta-feira. Entre elas está a Universidade Federal de Rondonópolis, a UFR, no Sul de Mato Grosso. A emenda deve constar do Orçamento Geral da União para 2021, a ser votada ainda no mês de março pelo Congresso Nacional. As demais universidades beneficiadas estão nos estados de Tocantins, Goiás, Pernambuco e Piauí.

Leia Também:  Em live, Bolsonaro pede que população economize energia elétrica

NOVA POLÊMICA

Uma nova discussão promete esquentar os ânimos aqui em Brasília. É que a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 186, a PEC Emergencial, prevista para ser votada no Senado na terça-feira (02), pode representar um golpe fatal para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ao menos é o que dizem alguns senadores. Sobretudo, em função do artigo quarto do relatório assinado pelo senador Márcio Bittar (MDB/AC) à PEC 186, pelo fim de importante fonte de financiamento (funding) para o BNDES, ou seja, as transferências das contribuições do PIS-PASEP. Sem estes repasses o BNDES deixará de cumprir seu papel em várias frentes de mercados e sociais.

NOTÍCIA BOA

Para quem não apostava na chegada da Internet 5G ao Brasil, pode anotar essa data: julho de 2022. Quem definiu essa data foi a própria Anatel, que anunciou um leilão para quatro faixas de frequência que serão usadas nas transmissões de dados ainda neste semestre. A partir de agora, o governo deverá definir o preço dos lances dos blocos que serão leiloados. Para isso, o Tribunal de Contas da União (TCU) precisa analisar a oferta em até 150 dias, e julgue em 50 dias.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

POLÍTICA

POLÍCIA

AGRONEGÓCIO

ECONOMIA

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA