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LITERATURA

Márcio Vidal lança terceiro livro com base em experiências e inquietudes

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Márcio Vidal: “O livro reflete anos de dedicação ao Direito, na esfera acadêmica e na atuação no Judiciário”

A experiência de escrever um livro é algo inimaginável. Quando a obra retrata toda uma vivência profissional e vira exemplo à magistratura e ao magistério, coroa o prazer de tê-la feito ao bem da coletividade. Foi assim com o lançamento de ‘A Jurisdição Universal da Cidadania: Uma experiência na Justiça Eleitoral’, terceiro livro do desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Márcio Vidal.

Lançado pela Letras Jurídicas, o livro é o reflexo de tudo o que o magistrado vivenciou na Justiça Eleitoral de Mato Grosso, na qual foi Vice-Presidente e Corregedor Eleitoral no período entre julho de 2010 a fevereiro de 2011. Acumulou experiência também no Tribunal de Justiça onde, além de julgador, exerceu o Cargo de Corregedor Geral de Justiça no biênio de 2011/2013, e Vice-Presidente no período de 2013/2015. Ingressou na magistratura em 1985, tendo sido promovido ao cargo de Desembargador por merecimento em Janeiro de 2005. Uma trajetória invejável e exemplar pelos muitos resultados e contribuição à Justiça, ao Magistério e à literatura especializada.

Márcio Vidal destaca que o trabalho contido na obra reflete anos de dedicação ao Direito, na esfera acadêmica e na sua atuação no Judiciário. “Retrata uma experiência singular na Justiça Eleitoral, como também o diálogo estabelecido com os colegas de outras unidades da federação, em razão de minha gestão na presidência do COPTREL, que é o Colégio Permanente de Presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais Brasileiros”, conta.

O livro traz a lume o relato de importantes experiências voltadas para consolidação da Democracia no Brasil, de forma mais ampla e na esfera internacional

Segundo ele, a obra descreve toda a sua experiência e inquietudes enquanto ser humano, assim como magistrado. “Por ela, externo a percepção da carência, no Brasil, de conhecimento na área política, e, com isso, procurei assegurar fidelidade às ideias e aos princípios, para compartilhá-los não só com os magistrados, mas, também, com a própria sociedade mato-grossense”, define.

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OBRA DIFERENCIADA

Em que pese à existência de um razoável número de obras, abordando temas ligados ao processo eleitoral e à consolidação da Democracia no Brasil, inclusive sob a perspectiva jurídica, o livro de Márcio Vidal traz a lume o relato de importantes experiências, voltadas para consolidação da Democracia, na realidade do Brasil contemporâneo, contextualizando-as, de forma mais ampla, na esfera internacional.

O livro traz uma seleção de textos que contempla as relações entre Democracia, Direitos Humanos, Liberdade, Cidadania, Eleições, Poder e Direito, bem divisíveis no âmbito interno dos Estados democráticos e não confinadas a tal esfera, no sentido de a Democracia não ficar condicionada a posicionamentos ideológicos ou partidários que poderiam comprometer-lhe o sentido e desrespeitaria seus fundamentos universais.

Dada sua recente tendência à judicialização, destaca-se um aspecto em especial, revelador de uma nova experiência que traz consigo sua ressignificação e implica a reinterpretação da Democracia, assegurada pela força coercitiva dos poderes judiciais. Tem-se, sob essa perspectiva, um regime político que não se sustenta adequadamente por si mesmo? Eis a questão! Sob o olhar do autor, as mudanças na sociedade propiciam um novo quadro de demandas submetidas ao Judiciário, que exige um novo modo de pensar e de agir do magistrado.

EXPERIÊNCIA REAL

O desembargador retrata, com a sua obra, que não adianta apenas discurso. É preciso conhecimento e princípios para uma carreira vitoriosa. “Palavras, dizia o professor Gabriel Rezende Filho, voam como vento. Só as ações concretas permanecem como monumento”, compara Vidal. Por conta dessa visão filosófica e, ao mesmo tempo concreta, Márcio Vidal encaminhou uma de suas iniciativas ao Ministério da Educação para a inserção da disciplina de Cidadania para o Ensino Médio. Da mesma forma fez com as faculdades de Direito para o estudo da Jurisdição Eleitoral. No mesmo sentido, enviou oficio ao presidente da Ordem dos Advogados do Brasil para que inserisse, também, no programa do Exame da Ordem, a disciplina Jurisdição Eleitoral.

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“Quando estive na Corregedoria do TRE, capitaneei a elaboração de um projeto, batizado de STJI – Sistema Tecnológico Judicial Integrado -, cujo conceito nuclear era, na primeira fase, promover a integração, de início, de todas as instituições do Sistema Judicial Mato-grossense. Na segunda fase, haveria uma integração de todos os Sistemas Judiciais de todos os Estados da Federação. Por fim, numa terceira etapa, ter-se-ia sua integração com os países que fazem fronteira com o Brasil”, completa o magistrado.

Para ele, tudo isso objetivando uma resposta rápida do Sistema Judicial, às infrações variáveis, como contrabando de pedras preciosas, tráfico de menores, tráfico de mulheres, tráfico de órgãos humanos, além de também proteger a fauna e a flora. Trata-se, pois, de um projeto que foi desenvolvido com essa ampla perspectiva.

Sobre a garra em continuar produzindo livros e trabalhando, Marcio Vidal diz que é preciso sonhar. “O que seria de ser humano se não tivesse sonhos? Que não pudesse se esforçar para revisar alguns erros? Por isso, é que me peguei envolvido, juntamente com a equipe, com a qual realizei muitos dos trabalhos, e com demais colegas, no afã de retratar, com a maior fidelidade possível, minha visão como magistrado, e como professor, mas, fundamentalmente, como ser humano, com a percepção de um mundo melhor, o desejo de bem-estar, de viver e não apenas sobreviver”. Por fim, deixa uma mensagem, principalmente aos jovens: “Nunca desistam dos seus sonhos. Persistam, acreditem neles, principalmente, quando têm os bons propósitos de servir ao próximo sem nenhum interesse pessoal”.

Os demais livros de Marcio Vidal são ‘Ações e Palavras’ e ‘Desafios e Perspectivas do Agronegócio em Mato Grosso’. A obra ‘A Jurisdição Universal da Cidadania: Uma experiência na Justiça Eleitoral’ pode ser adquirida por meio das livrarias digitais em todo o Brasil, assim como os demais livros do autor.

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ARTE & CULTURA

Apresentação de vídeos marca data do Museu Nacional

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O Projeto Rede Afetiva dos 84 anos do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) comemora hoje (13) o aniversário da entidade, vinculada ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e situada no centro histórico do Rio de Janeiro, na Cinelândia. Entre os vídeos que serão apresentados nesta quarta-feira estão o do artista plástico Luiz Aquila e da diretora do museu, Monica Xexéo.

O edifício, de arquitetura eclética, foi projetado em 1908 pelo arquiteto Adolfo Morales de los Rios para sediar a Escola Nacional de Belas Artes (EBA), que sucedeu a Academia Imperial de Belas Artes. O prédio foi construído durante as obras de modernização urbanística realizadas pelo prefeito Pereira Passos na então capital federal.

O Projeto Rede Afetiva dos 84 anos do Museu Nacional de Belas Artes ocorrerá nos dias 13, 15, 20, 22 e 27, sempre às 11h, apresentando vídeos de profissionais que compõem o universo da arte e da cultura falando sobre o museu. Também serão divulgados vídeos do adido Cultural da França Pierre Romain, do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, além da curadora e crítica de arte Araci Amaral.

O MNBA foi criado oficialmente em 1937, por decreto do presidente Getúlio Vargas, e dividiu a ocupação do prédio com a Escola Nacional de Belas Artes até 1976, quando a EBA foi deslocada para a Ilha do Fundão, na zona norte da capital fluminense. Nesse mesmo ano, com a criação da Fundação Nacional de Arte (Funarte), houve novo compartilhamento. Em 24 de maio de 1973, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) determinou o tombamento do edifício da Avenida Rio Branco, número 199 e, a partir de 2003, a construção passou a abrigar o MNBA em sua totalidade.

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Outras atrações

No dia 14, às 11h, haverá a exibição do vídeo Antinoo, sobre a escultura original romana em mármore da época do Imperador Adriano, que foi encontrada em 1878 nas escavações patrocinadas pela Imperatriz do Brasil Tereza Cristina nas vizinhanças de Roma, mais precisamente em Veio, antiga cidade etrusca. O busto de Antinoo está na Galeria de Moldagens do MNBA, de cujo acervo é uma das obras mais conhecidas. O vídeo conta um pouco também da história do equipamento.

No dia 26, às 17h, será divulgada exposição do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) no MNBA, comemorando 100 anos da entidade. No próximo dia 28, às 11h, está prevista uma performance do artista ítalo-brasileiro Lucio Salvatore, intitulada Campo, Cuide Um do Outro. Na ocasião, Salvatore vai criar uma obra de arte usando elementos da pandemia do novo coronavirus e da vacinação contra a covid-19.

Patrimônio

O MNBA continua em obras de modernização e requalificação. Elas foram iniciadas no ano passado e prosseguirão até 2022, informou à Agência Brasil a assessoria de imprensa do museu. Devido aos trabalhos de restauração de cúpulas e fachadas, a visitação foi totalmente suspensa. As obras têm custo de R$ 25 milhões, com recursos do Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça.

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Para a diretora do MNBA, Monica Xexéo, a reforma abre nova perspectiva para o museu, “que será entregue modernizado, com os equipamentos de segurança e preservação de todo o patrimônio, que é a joia cultural de todos os brasileiros”. Monica não tem dúvida de que depois de todos os trabalhos concluídos, o museu será devolvido à visitação em melhores condições físicas, de segurança e de conservação do acervo, que já atingiu 100 mil itens.

Quarentena

Durante a pandemia do novo coronavírus, o MNBA/Ibram criou o projeto Arte em Diálogo – Na Quarentena, para proporcionar aos artistas contemporâneos e à sociedade uma interação afetiva e reflexiva. O projeto é apresentado nas redes sociais do MNBA (Facebook: MNBARio e Instagram: @mnbario) a partir de um vídeo, feito em celular ou com câmera pelo próprio artista, em um clima de conversa informal. O artista fala a respeito do seu processo de criação e o seu laboratório de trabalho. A ideia é fazer comentários sobre algumas das obras produzidas.

Os vídeos serão incorporados ao acervo do canal do MNBA no Youtube: MNBA Rio, ficando disponíveis para consultas dos interessados. O projeto Arte em Diálogo – Na Quarentena não tem fins lucrativos. A ideia é proporcionar ao público acessibilidade e divulgação de capítulos importantes da arte brasileira contemporânea.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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