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SOLIDARIEDADE

Iniciativa distribui livros e cestas básicas para trabalhadores da cultura

Em parceria com artistas, escritores e editoras, Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça realiza ação para ajudar classe artística na pandemia

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Cida Rodrigues | A leitura é uma forma de alimentar a alma. Principalmente neste período de distanciamento social provocado pela pandemia da Covid-19, o livro é capaz de propiciar companhia e acolhimento aos leitores. Foi pensando nisso que a Biblioteca Pública Estadual Estevão de Mendonça (BPEEM) adiantou o início do projeto “Alimentos da Alma” para distribuir kits de livros de vários autores mato-grossenses aos trabalhadores da cultura.

Em parceria com os Amigos da Biblioteca, artistas, escritores e editoras, o equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) fez a entrega de 100 kits de livros acompanhados de cestas básicas de alimentos. A ação teve o objetivo de ajudar a classe artística, em especial a da capital, impedida de exercer suas atividades devido ao fechamento de espaços culturais e a suspensão de eventos.

Para a coordenadora do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de Mato Grosso, Waldineia Almeida, a ação conjunta ressalta o papel social das bibliotecas que sempre foram ponto de apoio em outras catástrofes da história da humanidade.

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“Mesmo sem poder atender o público, a biblioteca continua tendo um papel responsabilidade social. Com a literatura, alimentamos a alma, mas nesse momento tão difícil para os trabalhadores da cultura, a ação incluiu os alimentos para o sustento do corpo. Para isso, foi muito importante a união e o apoio de quem tem um pouco mais para ajudar os artistas que estão em condição mais vulnerável”.

Ainda de acordo com Waldineia Almeida, a entrega dos 100 kits de livros e alimentos teve o apoio fundamental da professora e escritora Marília Beatriz de Figueiredo Leite, que também é ocupante de uma cadeira na Academia Mato-Grossense de Letras (AML). “Ela quem fez os contatos com o pessoal que poderia ajudar, foi uma anja para o projeto”, agradece a coordenadora.

A entrega – que foi feita na quarta-feira (25.06) com a participação de servidores, estagiários e voluntários – seguiu  as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) para a higienização e tratamento dos livros

 

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ARTE & CULTURA

Apresentação de vídeos marca data do Museu Nacional

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O Projeto Rede Afetiva dos 84 anos do Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) comemora hoje (13) o aniversário da entidade, vinculada ao Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e situada no centro histórico do Rio de Janeiro, na Cinelândia. Entre os vídeos que serão apresentados nesta quarta-feira estão o do artista plástico Luiz Aquila e da diretora do museu, Monica Xexéo.

O edifício, de arquitetura eclética, foi projetado em 1908 pelo arquiteto Adolfo Morales de los Rios para sediar a Escola Nacional de Belas Artes (EBA), que sucedeu a Academia Imperial de Belas Artes. O prédio foi construído durante as obras de modernização urbanística realizadas pelo prefeito Pereira Passos na então capital federal.

O Projeto Rede Afetiva dos 84 anos do Museu Nacional de Belas Artes ocorrerá nos dias 13, 15, 20, 22 e 27, sempre às 11h, apresentando vídeos de profissionais que compõem o universo da arte e da cultura falando sobre o museu. Também serão divulgados vídeos do adido Cultural da França Pierre Romain, do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, além da curadora e crítica de arte Araci Amaral.

O MNBA foi criado oficialmente em 1937, por decreto do presidente Getúlio Vargas, e dividiu a ocupação do prédio com a Escola Nacional de Belas Artes até 1976, quando a EBA foi deslocada para a Ilha do Fundão, na zona norte da capital fluminense. Nesse mesmo ano, com a criação da Fundação Nacional de Arte (Funarte), houve novo compartilhamento. Em 24 de maio de 1973, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) determinou o tombamento do edifício da Avenida Rio Branco, número 199 e, a partir de 2003, a construção passou a abrigar o MNBA em sua totalidade.

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Outras atrações

No dia 14, às 11h, haverá a exibição do vídeo Antinoo, sobre a escultura original romana em mármore da época do Imperador Adriano, que foi encontrada em 1878 nas escavações patrocinadas pela Imperatriz do Brasil Tereza Cristina nas vizinhanças de Roma, mais precisamente em Veio, antiga cidade etrusca. O busto de Antinoo está na Galeria de Moldagens do MNBA, de cujo acervo é uma das obras mais conhecidas. O vídeo conta um pouco também da história do equipamento.

No dia 26, às 17h, será divulgada exposição do Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) no MNBA, comemorando 100 anos da entidade. No próximo dia 28, às 11h, está prevista uma performance do artista ítalo-brasileiro Lucio Salvatore, intitulada Campo, Cuide Um do Outro. Na ocasião, Salvatore vai criar uma obra de arte usando elementos da pandemia do novo coronavirus e da vacinação contra a covid-19.

Patrimônio

O MNBA continua em obras de modernização e requalificação. Elas foram iniciadas no ano passado e prosseguirão até 2022, informou à Agência Brasil a assessoria de imprensa do museu. Devido aos trabalhos de restauração de cúpulas e fachadas, a visitação foi totalmente suspensa. As obras têm custo de R$ 25 milhões, com recursos do Fundo de Direitos Difusos do Ministério da Justiça.

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Para a diretora do MNBA, Monica Xexéo, a reforma abre nova perspectiva para o museu, “que será entregue modernizado, com os equipamentos de segurança e preservação de todo o patrimônio, que é a joia cultural de todos os brasileiros”. Monica não tem dúvida de que depois de todos os trabalhos concluídos, o museu será devolvido à visitação em melhores condições físicas, de segurança e de conservação do acervo, que já atingiu 100 mil itens.

Quarentena

Durante a pandemia do novo coronavírus, o MNBA/Ibram criou o projeto Arte em Diálogo – Na Quarentena, para proporcionar aos artistas contemporâneos e à sociedade uma interação afetiva e reflexiva. O projeto é apresentado nas redes sociais do MNBA (Facebook: MNBARio e Instagram: @mnbario) a partir de um vídeo, feito em celular ou com câmera pelo próprio artista, em um clima de conversa informal. O artista fala a respeito do seu processo de criação e o seu laboratório de trabalho. A ideia é fazer comentários sobre algumas das obras produzidas.

Os vídeos serão incorporados ao acervo do canal do MNBA no Youtube: MNBA Rio, ficando disponíveis para consultas dos interessados. O projeto Arte em Diálogo – Na Quarentena não tem fins lucrativos. A ideia é proporcionar ao público acessibilidade e divulgação de capítulos importantes da arte brasileira contemporânea.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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