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Como o bolsonarismo criou uma sindemia no Brasil

Jornalista Cesar Calejon analisa a interseção da pandemia da Covid-19 com o fenômeno político de extrema-direita em novo livro, “Tempestade Perfeita”

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A interseção do bolsonarismo com a pandemia da Covid-19 criou uma sindemia no Brasil entre os anos de 2020 e 2021. Esse fenômeno e suas consequências nefastas para o país são analisados pelo jornalista Cesar Calejon no livro Tempestade Perfeita: o bolsonarismo e a sindemia Covid-19 no Brasil, publicado pela Editora Contracorrente.

A obra evidencia como a combinação destes dois eventos sociais e a instabilidade política levaram a múltiplos planos de crise institucional: dentro do próprio governo federal; entre os níveis federativos; com os demais poderes da República (Judiciário e Legislativo) e junto à sociedade internacional. Este cenário, segundo o autor, foi o responsável pelo agravamento do que se tornou uma sindemia no país.

O jornalista aponta como vetores centrais o simbolismo presidencial, a ausência do federalismo cooperativo, a má gestão do Ministério da Saúde do Brasil e a subdiagnosticação-subnotificação de casos . Este último, devido aos baixíssimos níveis de testes que foram realizados na população, à morosidade do governo federal em adquirir os reagentes para viabilizar o processo em ampla escala e à politização que o bolsonarismo imprimiu ao tema.

O resultado foi a formação da tempestade perfeita para o Brasil. Um cenário de incertezas, colapso sanitário e social, descrédito internacional, falta de harmonia institucional, insegurança pública, destruição do meio-ambiente e recessão econômica poucas vezes – ou talvez jamais – verificados na história da Nova República, justamente durante a maior pandemia dos últimos cem anos. (Tempestade Perfeita, p. 26)

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Para a pesquisa, Cesar Calejon conduziu, entre março de 2020 e junho de 2021, dezenas de entrevistas multidisciplinares com doutores nas principais áreas do conhecimento, além de pesquisadores, enfermeiros e jornalistas. Conta, ainda, com a participação de algumas das figuras mais proeminentes da política nacional, que avaliam a atuação do governo Bolsonaro frente à pandemia.

“Calejon oferece aos democratas brasileiros um eloquente catálogo de razões para lutar contra o bolsonarismo em nome da democracia e da vida”, diz o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos, um dos intelectuais que endossam Tempestade Perfeita. A obra finaliza as análises com a defesa de que Jair Bolsonaro seja responsabilizado juridicamente pelos crimes cometidos no país ou, se preciso for, pelas cortes internacionais.

Ficha técnica
Livro: Tempestade Perfeita: o bolsonarismo e a sindemia Covid-19 no Brasil
Autor: Cesar Calejon
Editora: Contracorrente
Preço: R$ 75,00
ISBN: 978-6588470787
Formato: 23×16 cm
Páginas: 320
Links de compra: Amazon e Editora

Sinopse: No Brasil, a crise causada pela covid-19 combinou-se com o bolsonarismo e a instabilidade política preexistente, ganhando novos contornos. Apesar de ser uma questão social extremamente ampla e complexa, os vetores centrais do agravamento do que se tornou uma sindemia no país entre 2020 e 2021 foram o simbolismo presidencial, a ausência do federalismo cooperativo, a má gestão do Ministério da Saúde do Brasil e a subdiagnosticação-subnotificação de casos. Na presente obra, o autor nos presenteia com uma análise cuidadosa e detalhada sobre esses temas, constituindo uma ferramenta decisiva de combate ao bolsonarismo e suas consequências nefastas ao nosso país.

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Sobre o autor: Cesar Calejon é jornalista e escritor com especialização em Relações Internacionais pela FGV e mestrando em Mudança Social e Participação Política pela USP. Autor também do livro A Ascensão do bolsonarismo no Brasil do Século XXI (Kotter).

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Por: Assessoria de Imprensa

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ARTE & CULTURA

Festival integra pessoas com e sem deficiências em atividades paralímpicas neste sábado

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Na manhã do próximo sábado (04.12), pessoas com e sem deficiências se reúnem em 70 cidades de todas as regiões do País  na 3ª edição do Festival Paralímpico, promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Em Mato Grosso, o evento de inclusão será realizado em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), das 7h30 às 11h30, no ginásio Dom Aquino, em Cuiabá.

Para promover a experimentação esportiva, serão oferecidas cinco opções de esportes adaptados: tênis de mesa, basquete em cadeiras de rodas 3×3, futebol de cinco, atletismo e ciclismo para cego. As atividades são abertas a todas as pessoas, com e sem deficiência.

“Queremos possibilitar que todos os participantes conheçam as limitações e dificuldades a serem superadas pela pessoa com deficiência”, explica o titular da Secel, Alberto Machado, o Beto Dois a Um.

Além de possibilitar integração e inclusão, as atividades têm o objetivo de iniciar os participantes no esporte por meio de práticas que simulam movimentos e objetos de modalidades paralímpicas. Haverá também mostras de produtos na área de saúde, como próteses e cadeiras de rodas.

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Várias instituições de assistência a pessoas com deficiência participam com a Secel do evento, como o Instituto dos Cegos do Estado de Mato Grosso (Icemat), Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Associação Mato-grossense de Deficientes (AMDE), e representantes do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência, dentre outras.

O Festival é uma iniciativa do CPB para celebrar o Dia Nacional do Atleta Paralímpico, 22 de setembro, mas por conta da pandemia de Covid-19, o evento foi adiado e acompanhará o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (3 de dezembro).

Na edição deste ano, o evento obedecerá a todos os protocolos sanitários e deverá reunir 7 mil crianças nas 70 sedes.

Fonte: GOV MT

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