Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

BOVINOS E BUBALINOS

Vacinação contra febre aftosa em Mato Grosso segue até dia 10 de dezembro

Publicados

em

A etapa de novembro da vacinação contra a febre aftosa foi prorrogada até o dia 10 de dezembro em todo Mato Grosso para vacinação e comunicação ao Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT). Bovinos e bubalinos de até 24 meses devem ser imunizados.

Os animais do Pantanal podem ser vacinados até o dia 15 de dezembro, assim como a comunicação feita ao Indea MT. Nesta etapa, 14 milhões de animais devem ser vacinados em todo o Estado.

“Avaliamos os índices de vacinação desta etapa e verificamos a necessidade de mais prazo para os pecuaristas. Está sendo um ano atípico, com pandemia, baixos índices hídricos e incêndios no Pantanal. Então, avaliamos semanalmente, juntamente com o Ministério da Agricultura e Pecuária, a situação para tomar novas decisões”, explica Marcos Catão, presidente do Indea MT.

A vacinação diferenciada no Pantanal foi determinação do secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda: “Devido aos incêndios florestais ocorridos no Pantanal neste ano, o setor pecuário passa por um momento muito delicado. O Indea MT está atento aos índices e às necessidades dos pecuaristas neste período”.

Leia Também:  Produção Industrial de Mato Grosso cai 12,3% diz IBGE
Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agronegócio

Biofertilizante nanotecnológico revoluciona nutrição

Publicados

em

Um fertilizante e estimulante biológico que utiliza como matéria-prima carbono, nitrogênio e hidrogênio foi o resultado de uma parceria entre UNB (Universidade de Brasília) e a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Através da nanotecnologia, a Arbolina (previamente conhecida como Krill A32), possui características químicas que permitem uma absorção mais eficiente pelas folhas e, dentro da planta, ativa rotas metabólicas essenciais.

A partir dessa “Nanotecnologia Verde” é possível aumentar a produtividade e a qualidade nutricional de cultivares. Isso porque a solução oferta macros e micronutrientes necessários para o crescimento dos vegetais, como nitrogênio, fósforo, potássio, ferro e zinco, por exemplo.

Desenvolvida para o aumento da eficiência dos sistemas produtivos, a Arbolina possui em sua formulação propriedades estimulantes e hormonais. De acordo com Juscimar, o biofertilizante é voltado principalmente para aplicação na agricultura por meio de pulverizações foliares em hortaliças, soja, trigo, milho, algodão, feijão, morango e em qualquer outra espécie cultivada.

Leia Também:  Balança comercial tem superávit recorde de US$ 5,178 bilhões em setembro

“Além dos efeitos diretos no desenvolvimento vegetal, o produto apresenta compatibilidade com outros insumos agrícolas, podendo ser utilizado na mesma aplicação, o que não onera o custo de produção e traz diversos outros benefícios também. Além disso, o uso combinado tem permitido reduzir a dose de agroquímicos, aumentando sua eficiência e reduzindo a fitotoxicidade causada por eles”, acrescenta o pesquisador da Embrapa.

A Arbolina é resultado de um projeto de pesquisa multidisciplinar que teve sua origem nos laboratórios da UNB, contando com a expertise de professores e alunos do departamento de Química da Universidade. A partir daí houve o escalonamento de produção da tecnologia para padrões industriais, com parceria da Embrapa, através da formação da startup Krilltech. Com isso, a patente de formulação foi depositada integralmente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) neste ano de 2020.

“Ensaios agronômicos iniciais com hortaliças ocorreram no campo experimental da Embrapa, com as seguintes culturas: tomateiro, pimentão e alface hidropônica. Os resultados de destaque foram modificações de respostas fisiológicas das culturas com aumentos expressivos na taxa fotossintética e aumento na eficiência de uso da água e nutrientes. Estes comportamentos refletiram diretamente na produtividade com aumentos na ordem de 15 a 20% para as culturas avaliadas”, relembra Marcelo Rodrigues, fundador e conselheiro tecnológico da Krilltech.

Leia Também:  Após acusações contra Marcius Melhem, Dani Calabresa se pronuncia

Os criadores revelam que a Arbolina deverá ser comercializada na forma de emulsão, para ser diluída na calda no momento da aplicação – que será por via foliar, garantido uma maior uniformidade de espalhamento. “Por se tratar de matrizes carbonáceas que estão em consonância com a lei, o produto está posicionado para uso em sistema de produção convencional, orgânico, fazendas urbanas, produção protegida (indoor e outdoor)”, ressalta o outro sócio-fundador, Diego Stone Aires, empreendedor de 27 anos que é o CEO da Krilltech.

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

POLÍTICA

POLÍCIA

AGRONEGÓCIO

ECONOMIA

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA