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Agronegócio

SUÍNOS/CEPEA: Em novembro, média do vivo é a maior de 2018 em muitas regiões

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Com as elevações nos valores do suíno vivo desde julho deste ano, devido à menor oferta de animais para abate, em novembro, a média mensal chegou ao maior patamar de 2018 na maioria das regiões acompanhadas pelo Cepea, em termos nominais. Na praça de SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba), por exemplo, o animal posto no frigorífico foi comercializado a R$ 3,91/kg em novembro, alta de 2,4% em relação ao mês anterior.

Quanto à carne, as cotações também subiram. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça comum e a especial se valorizaram, respectivamente, 2,1% e 3,5% de outubro para novembro. A procura por carne suína tipicamente aumenta no final de ano, devido às festividades da época. No entanto, segundo colaboradores do Cepea, essa demanda sazonal não refletiu significativamente no volume de negócios em novembro.

Fonte: Agrolink

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Agronegócio

Índia não quer transgênicos do Brasil

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A partir de 1º de março passam a valer as novas regras de exportação de vegetais, frutas e grãos para a Índia. O país faz exigências que valem para 24 produtos e diz respeito a proibição de sua origem em organismos geneticamente modificados.

O Ministério da Agricultura recebeu a notificação da Food Safety and Standards Authority of India (FSSAI), autoridade alimentar indiana. “A exportação desses produtos deve estar acompanhada por um certificado oficial, conforme modelo estabelecido pela autoridade indiana, e que deverá ser emitido pelo Mapa no ponto de saída da mercadoria”, explica o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

Todos esses produtos vegetais, independente do grau de processamento e do uso proposto, devem receber a referida certificação não-OGM. Os exportadores deverão solicitar a emissão do certificado na unidade da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) de saída da mercadoria.

Somente para os produtos que têm autorização para cultivo OGM no Brasil –  feijão (Phaseolus vulgaris), milho, soja e cana-de-açúcar , deverá ser apresentado o laudo de análise laboratorial, emitido por laboratório da rede credenciada Mapa, atestando a ausência de evento OGM na partida a ser exportada.

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Os produtos vegetais sujeitos ao cumprimento da exigência são os seguintes: abacaxi, abóbora, alfafa, ameixa, arroz, batata, beterraba, soja, feijão, feijão caupi, cana-de-açúcar, milho, cártamo, maçã, canola, chicória, beringela, linhaça, melão, mamão, nabo, pimentas e pimentões, tomate e trigo.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

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