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RECORDE

Safra de soja deve ser ainda maior: DATAGRO

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A Consultoria DATAGRO projeta que safra 2020/21 de soja no Brasil terá produção recorde de 134,98 milhões de toneladas (MT). Essa previsão está cerca de 6% acima das 127,45 milhões de toneladas produzidas na temporada 2019/20, e é 540 mil toneladas superior à estimativa anterior de 134,44 milhões de toneladas da própria DATAGRO.

De acordo com os analistas, a área plantada também teve atualização neste levantamento, para 38,79 milhões de hectares (ha), sobre os 38,68 milhões de ha da última projeção e 3% acima dos 37,50 milhões de ha da temporada 2019/20. Com isso, afirma a DATAGRO, estaria “confirmado o 14º ano consecutivo de incremento”.

“Os fatores de estímulo ao cultivo da soja dominaram a decisão dos produtores a novamente elevarem a área nesta safra, já que os preços médios estiveram acima do padrão, houve alta produtividade média, positiva lucratividade bruta da safra atual, oferta de crédito, demanda interna e externa aquecida e expectativas para a próxima safra, além de limitação na área da Argentina, redução de preços na tabela de fretes mínimos e manutenção do acordo comercial fase 1 entre EUA x China, até o momento”, aponta a DATAGRO.

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A indefinição sobre os efeitos concretos do fenômeno climático La Niña segue sendo um dos destaques negativos. “Já tivemos irregularidade na chegada das chuvas na região Central, e clima seco dominante em outubro e novembro na região Sul. Mas em função do resfriamento das águas do Atlântico Sul nas últimas semanas, a previsão é de que as chuvas nessa região se normalizem a partir de agora, o que estabilizaria as perdas no milho e recuperaria as condições da soja”, pontuou o coordenador de Grãos da DATAGRO, Flávio Roberto de França Junior.

AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Saiba qual biológico é melhor para sua lavoura

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O Dr. Fernando Andreote, professor da ESALQ/USP, elaborou uma classificação para os produtos biológicos oferecidos atualmente no mercado. Por um lado, “inoculantes” e “biodefensivos” contêm em sua formulação microrganismos específicos para fins predeterminados. Por sua vez, os “ativadores” estimulam os organismos presentes no solo e os “repositores” suprem o solo de microrganismos para a reorganização e funcionalidade do seu microbioma. A Engª. Agrª. MSc. Maria Stefânia D’Andrea Kühl, Analista Técnico da Microgeo, explicou melhor sobre cada conceito. Confira abaixo:

Inoculantes

Referem-se a um produto que contém microrganismo e que tem como função a ação favorável ao crescimento e desenvolvimento das plantas. Para sua eficácia agronômica, é necessário que o produto contenha a espécie de microrganismo caracterizado como inoculante proveniente de cepas de “coleção oficial”, garantia de concentração mínima em suporte estéril, livre de outros microrganismos não específicos a fim de garantir sua pureza.

Biodefensivos

Considerado o segmento que mais cresce dentre os biológicos. Os biodefensivos são agentes Biológicos de Controle, como organismos vivos, de ocorrência natural ou obtidos por manipulação genética. Tem como função, o controle de uma população ou de atividades biológicas de outro organismo considerado nocivo à agricultura. Neste caso há duas categorias técnicas: inimigos naturais – entomopatógenos (como exemplo os fungos e bactérias), organismos que naturalmente infectam, parasitam ou predam uma praga específica; ou a técnica de inseto estéril – liberação de machos esterilizados usados na supressão ou erradicação de pragas. Para que o produto seja eficiente na agricultura deve-se ter a indicação do local da coleção biológica e a concentração mínima do ativo biológico; é importante seguir as indicações de uso nas culturas apropriadas e alvos biológicos a que se destina.

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Ativadores

Esta classificação abrange os fertilizantes, fertilizantes orgânicos, organominerais, biofertilizantes, condicionadores de solo, substratos para plantas, substâncias húmicas e fúlvicas, e aditivos. São também conhecidos como Bioestimulantes, já que apresentam efeitos diretos ou indiretos na melhoria das propriedades físico-químicas do solo e na estimulação da atividade biológica presente nele. Conforme o enquadramento do produto, este deve apresentar garantias mínimas de compostos químicos, princípios ativos e/ou agentes orgânicos em sua composição para se obter os benefícios agronômicos.

Repositores

Contém em sua composição a presença de diferentes espécies de microrganismos vivos, que tem como função a reposição biológica, a reorganização e a funcionalidade do microbioma do solo. “Nesta classificação, podemos destacar o MICROGEO® – um componente balanceado utilizado para a produção do Adubo Biológico através do Processo de Compostagem Líquida Contínua (CLC®) em Biofábricas instaladas diretamente nas propriedades agrícolas. O Adubo Biológico é caracterizado como repositor por apresentar concentração de 107 a 109 células de bactérias por mL e em termos qualitativos, média de 300 diferentes grupos de bactérias. Os grupos variam de acordo com a localidade da instalação da Biofábrica CLC®, garantido microrganismos adaptados ao local de uso o que o torna uma biotecnologia altamente eficiente”, explica a Engª Agrª Maria Stefânia. A biotecnologia Microgeo® ao restabelecer o microbioma do solo, proporciona diferentes benefícios ao sistema solo-planta sendo capaz de contribuir com a bioestruturação física do solo através da redução da compactação, potencializa a eficiência nutricional e promove maior saúde ecológica no sistema de produção, garantindo uma maior produtividade e lucratividade ao produtor.

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Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

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