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INFRAESTRUTURA

Produtores rurais da MT- 471 solicitam obras de infraestrutura

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Os moradores e produtores rurais se encontraram com o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), na segunda-feira (3), para debater as condições de infraestrutura precária na MT-417, no trecho entre os municípios mato-grossenses Rondonópolis e Santo Antônio de Leverger. Uma das reclamações não atendimento por parte do governdo do estado às demandas solicitadas na Indicação  n.º 184/2019 encaminhada à Secretaria de Estado de Infraestrutura de Mato Grosso (Sinfra) para viabilizar a pavimentação asfáltica da rodovia.

“Ano passado eu estive aqui (no município) e fiz a solicitação ao governo estadual para pavimentar essa via, entre o assentamento Carimã e a Fazenda Jotabasso. Essa estrada é muito importante, principalmente para os produtores rurais que precisam escoar as suas produções agrícolas. São muitos buracos no trecho. Estamos na seca, logo começam as chuvas e vai ficar mais difícil a trafegabilidade de veículos. Vou continuar cobrando a Sinfra”, afirmou o parlamentar.

Ponte –  Além de já ter identificado os problemas na malha viária da região, o parlamentar tomou conhecimento das péssimas condições da ponte que já fica situada em Santo Antônio de Leverger. “O pessoal das fazendas Taimã e Santa Edwiges me levou até à ponte. Realmente, uma estrutura que está praticamente intransitável. Eles já até se uniram para arrumar a ponte, mas não conseguiram. Agora, pedem a minha ajuda para levar a demanda ao governo estadual. Eles pagam impostos, o município recebe Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) e, infelizmente, não tem um retorno do governo do estado”, indignou-se Claudinei.

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O parlamentar acrescentou que a Associação de Produtores Rurais da região se dispôs a oferecer toda a logística necessária, como alojamentos e maquinários aos operários contratados pela  Sinfra para resolver a situação da ponte, pois a falta de manutenção da estrutura pode prejudicar o transporte da produção agrícola.

Na região está o assentamento Carimã que possui cachoeiras que atraem visitantes e turistas para região.

 

Fonte: ALMT

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Agronegócio

Safra de café é segunda maior da história

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou nesta terça-feira (22) o 3º Levantamento da Safra 2020 de café. Com a colheita na etapa final, sendo mais de 90% colhida, a safra deve somar bons números. O país deve colher 61,6 milhões de sacas beneficiadas, considerando-se os tipos arábica e conilon. Isto representa aumento de 25% em relação ao ano passado. Será a segunda maior safra brasileira de todos os tempos, atrás apenas da colheita de 2018. . A área total é estimada em 2,2 milhões de hectares.

O café arábica teve crescimento de 38,1% impulsionado com clima favorável tanto na floração quanto na fase de enchimento. A produção está estimada em 47,4 milhões de sacas. Já o conilon sofreu com as condições climáticas desfavoráveis no Espírito Santo, durante a fase de floração da cultura, impactando o potencial produtivo dessas lavouras que levaram à queda de 5,1% na produção nacional, prevista em 14,3 milhões de sacas.

Em Minas Gerais, maior produtor, devem ser colhidas 33,5 milhões de sacas, 36,3% a mais que no ano passado, sendo 99,1% de arábica. No Espírito Santo, maior produtor nacional de conillon, a estimativa é de 13,6 milhões de sacas, com aumento de 49,1% para o café arábica (4,5 milhões de sacas) e queda de 13% para o conilon (9,1 milhões de sacas).

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Nos outros estados produtores os números ficaram assim. Em São Paulo projeção de  6,2 milhões de sacas. Na Bahia, 4,1 milhões, com o aumento de área em produção, áreas irrigadas e clima mais favorável. Em Rondônia, a previsão é de 2,4 milhões de sacas de conilon, enquanto no Paraná, de 937,6 mil sacas de arábica. Das lavouras do Rio de Janeiro devem sair 346 mil sacas de arábica; de Goiás, 240,5 mil sacas também de arábica e, de Mato Grosso, 158,4 mil sacas de conilon.

O dólar valorizado elevou os preços do café mesmo nesta safra de bienalidade positiva. As exportações, no entanto, estão ligeiramente menores que as do ano passado. Em agosto de 2020, o Brasil exportou 3,3 milhões de sacas de café, o que gerou receita de R$ 2,1 bi. Isso representa uma queda de 3,3% em volume, mas aumento de 25% em reais em relação a agosto de 2019.

Fonte: Agrolink

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