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Agronegócio

Produtores de alface dos EUA alteram rotulagem diante de surto

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Grandes produtores de alface nos Estados Unidos estão se preparando para alterar a rotulagem da alface romana por causa de um surto de E. coli. Algumas empresas, incluindo a Dole Fresh Vegetables, a Taylor Farms e a Fresh Express, enviaram uma carta à Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) no domingo, prometendo incluir nas embalagens de alface romana informações como o local onde ela foi cultivada e quando ela foi colhida.

Há menos de uma semana, a FDA e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) emitiram alertas contra o consumo de alface romana, já que o produto estaria ligado a um novo surto de E. coli em vários Estados do país. Este é o terceiro surto de E. coli ligado a uma verdura registrado no último ano. Segundo a FDA, a alface neste caso foi cultivada na Califórnia. O CDC informou que 32 pessoas ficaram doentes em 11 Estados, e 13 foram hospitalizadas. Além disso, 22 pessoas ficaram doentes no Canadá.

Autoria: Estadão Conteúdo

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Agronegócio

Índia não quer transgênicos do Brasil

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A partir de 1º de março passam a valer as novas regras de exportação de vegetais, frutas e grãos para a Índia. O país faz exigências que valem para 24 produtos e diz respeito a proibição de sua origem em organismos geneticamente modificados.

O Ministério da Agricultura recebeu a notificação da Food Safety and Standards Authority of India (FSSAI), autoridade alimentar indiana. “A exportação desses produtos deve estar acompanhada por um certificado oficial, conforme modelo estabelecido pela autoridade indiana, e que deverá ser emitido pelo Mapa no ponto de saída da mercadoria”, explica o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

Todos esses produtos vegetais, independente do grau de processamento e do uso proposto, devem receber a referida certificação não-OGM. Os exportadores deverão solicitar a emissão do certificado na unidade da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) de saída da mercadoria.

Somente para os produtos que têm autorização para cultivo OGM no Brasil –  feijão (Phaseolus vulgaris), milho, soja e cana-de-açúcar , deverá ser apresentado o laudo de análise laboratorial, emitido por laboratório da rede credenciada Mapa, atestando a ausência de evento OGM na partida a ser exportada.

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Os produtos vegetais sujeitos ao cumprimento da exigência são os seguintes: abacaxi, abóbora, alfafa, ameixa, arroz, batata, beterraba, soja, feijão, feijão caupi, cana-de-açúcar, milho, cártamo, maçã, canola, chicória, beringela, linhaça, melão, mamão, nabo, pimentas e pimentões, tomate e trigo.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

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