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MERCADO INTERNACIONAL

Preços do milho continuam subindo no mercado internacional

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A TF Agroeconômica afirmou que os preços do milho ainda seguem subindo no mercado internacional. “Nos mercados à vista, os prêmios na Argentina subiram 2-3 c/bu, com janeiro oferecido a 160 c/bu sobre os futuros de março em meio a rumores de que o Egito comprou ontem à tarde tendo lutado para obter milho do Mar Negro.  Mas o tempo seco fresco, que elevou os futuros domésticos de Matba para março de US$ 4,50/t durante a noite para US$ 191,50/t, pouco fez para elevar os prêmios para a nova safra, que caiu 2 c/bu ao longo da curva até agosto”, comenta.

O mercado de milho permaneceu preso na Ucrânia na quarta-feira,com as ofertas de mais baixas a estáveis em US$ 238/t para dezembro carregando FOB HIPP, e uma oferta de milho com documentos chineses ouviu apenas um dólar mais alto em US $ 239/t FOB PIPP para as mesmas datas. “Contra  isso,  uma  oferta  foi  relatada  em  US  $  235/t  FOB  para  carregamento  de  dezembro,  mas  por  pelo  menos  50.000  toneladas,  enquanto  um segundo lance foi ouvido em $234/t FOB PIPP para milho com documentos chineses”, conclui a consultoria agroeconômica.

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Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Índia não quer transgênicos do Brasil

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A partir de 1º de março passam a valer as novas regras de exportação de vegetais, frutas e grãos para a Índia. O país faz exigências que valem para 24 produtos e diz respeito a proibição de sua origem em organismos geneticamente modificados.

O Ministério da Agricultura recebeu a notificação da Food Safety and Standards Authority of India (FSSAI), autoridade alimentar indiana. “A exportação desses produtos deve estar acompanhada por um certificado oficial, conforme modelo estabelecido pela autoridade indiana, e que deverá ser emitido pelo Mapa no ponto de saída da mercadoria”, explica o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

Todos esses produtos vegetais, independente do grau de processamento e do uso proposto, devem receber a referida certificação não-OGM. Os exportadores deverão solicitar a emissão do certificado na unidade da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) de saída da mercadoria.

Somente para os produtos que têm autorização para cultivo OGM no Brasil –  feijão (Phaseolus vulgaris), milho, soja e cana-de-açúcar , deverá ser apresentado o laudo de análise laboratorial, emitido por laboratório da rede credenciada Mapa, atestando a ausência de evento OGM na partida a ser exportada.

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Os produtos vegetais sujeitos ao cumprimento da exigência são os seguintes: abacaxi, abóbora, alfafa, ameixa, arroz, batata, beterraba, soja, feijão, feijão caupi, cana-de-açúcar, milho, cártamo, maçã, canola, chicória, beringela, linhaça, melão, mamão, nabo, pimentas e pimentões, tomate e trigo.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

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