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VENDA ONLINE

Plataformas digitais garantem amendoim nas festas juninas

Abicab mostra otimismo sobre resultados do setor com vendas online e exportações

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O período de festas juninas é o mais importante para as vendas sazonais das indústrias de amendoim e, em mais um ano, a temporada ocorrerá dentro de um cenário de pandemia de Covid-19.

Contudo, a comércio digital deve garantir bons resultados ao setor e, também, o produto na mesa dos consumidores.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab), as indústrias adaptaram seus canais de vendas e acreditam em boas vendas, tendo em vista que os consumidores devem comemorar em casa de forma segura.

“Em contraste com o cenário de incertezas de 2020, neste ano, observamos o consumidor mais habituado aos formatos digitais e os avanços das empresas nas operações on-line”, analisa o presidente da Abicab, Ubiracy Fonsêca.

Segundo ele, houve um plano diferenciado na preparação para a data, desde campanhas de marketing, passando por novas estratégias de vendas, criação de promoções, lançamentos de produtos e até a ampliação de novos canais de atendimento, como redes sociais

O executivo afirma ainda que, com as ações no período de pandemia, as indústrias trabalharam em forte parceria com o varejo e conseguiram trazer mais comodidade ao consumidor que tem à disposição um leque maior de canais de venda para comprar e ser atendido com segurança e qualidade.

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“As empresas além de investirem no on-line, concentraram esforços na organização dos produtos incrementando os espaços e a visibilidade por meio de material de ponto de venda”.

Mesmo com o cenário adverso, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que a produção de amendoim 2020/21 deve crescer em média 3% quando comparada com a safra de 2019/2020, com expectativa de alcançar 575 mil toneladas do grão.

O amendoim in natura também apresentou resultado superavitário na balança comercial em 2020 registrando, de janeiro a dezembro, US$ 314,4 milhões, crescimento de 38% na exportação do produto no período, com 259 mil toneladas exportadas segundo dados da ComexStat.

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Agronegócio

IBGE atualiza limites de municípios no mapa da Amazônia Legal

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou ontem (16) o  novo mapa da Amazônia Legal para 2020, com base na atualização da Malha Municipal. As alterações em relação ao mapa anterior ocorreram nos municípios internos à região, sem mudanças nas divisas dos estados e das fronteiras internacionais.

Segundo o IBGE, no mapa constam as divisas estaduais, limites municipais e posições das sedes das cidades, informações que auxiliam a compreensão da dinâmica urbana e da infraestrutura logística de integração regional.

Atualmente, a Amazônia Legal ocupa 5.015.068,18 quilômetros quadrados (km²), correspondentes a cerca de 58,9% do território brasileiro, de  8.510.295,914 km².

“As maiores mudanças em relação a 2019 foram em municípios internos à Amazônia Legal. Por exemplo, no Mato Grosso, o município de Várzea Grande teve mudanças em seu território, mas sem que isso alterasse a área total em questão”, disse, em nota, o cartógrafo do IBGE Diogo Nunes.

Atualmente, nove estados compõem a Amazônia Legal: Acre (22 municípios), Amapá (16), Amazonas (62), Mato Grosso (141), Pará (144), Rondônia (52), Roraima (15), Tocantins (139) e parte do Maranhão (181 municípios, dos quais 21 foram parcialmente integrados), com um total de 772 municípios. O Maranhão é o estado com o maior número de municípios na área e tem 79,3% do seu território, ou 261.350,785 km² integrados à Amazônia Legal.

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“A atualização do recorte territorial da Amazônia Legal serve como referência para a agregação de informações estatísticas e geocientíficas, contribuindo para a consolidação de uma base de informações de apoio ao planejamento regional e viabilizando o acompanhamento dos objetivos de redução das desigualdades sociais e regionais e de desenvolvimento sustentável”, explica o IBGE.

Instituída por lei em 1953, a Amazônia Legal define a delimitação geopolítica da região para efeito de planejamento social e econômico da região. “O governo federal é o responsável pela demarcação da Amazônia Legal, cabendo ao IBGE a divulgação espacial dessa região”, disse o cartógrafo Nunes.

Fonte: AMM

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