Acesse outros veículos da Rede de Mídias!

INVESTIMENTO

Pesquisa aponta as melhores cidades para investir no agro

Publicados

em

Uma pesquisa realizada anualmente pela consultoria Urban Systems para a revista Exame e divulgada para o grande público apontou as 100 melhores cidades brasileiras para se investir na agropecuária.

Os números se referem a 2020 e são baseados em oito fatores: empregos no setor com média e alta remuneração, o crescimento da produção da lavoura permanente, a elevação da produtividade da lavoura permanente, o crescimento da produção da lavoura temporária, a produtividade da lavoura temporária, o crescimento da produção pecuária, o crescimento das exportações e os empregos como um todo no setor.

Diferente dos demais setores elencados pelo estudo, a agropecuária tem características específicas: apesar da relevância São Paulo aparece com apenas 19 cidades entre as 100 com maior potencial para o investimento no agro e nem todas as cidades elencadas como as melhores atendem a todos os oito requisitos.

Depois de São Paulo aparecem Minas Gerais com 15 cidades potencial, Paraná com 14 e Rio de Janeiro, com 11 municípios. O Centro-Oeste, grande região produtora conta com 10 cidades na lista.

Leia Também:  Boi gordo: oferta curta e preços mais altos

A primeira colocação do ranking fica com Juazeiro (BA). Em segundo está Petrolina (PE) e em terceiro Brusque (SC). Municípios com tradição no setor estão bem abaixo. O Mato Grosso, maior produtor nacional de grãos, fibra e carne tem apenas três cidades. Sinop aparece na 14ª posição; Tangará da Serra na 51ª e Rondonópolis na 59ª.

O destaque de Juazeiro se dá pelo seu potencial para agricultura irrigada, com destaque para a fruticultura. O estudo avaliou que os efeitos da pandemia foram menores no município baiano, com menos mortes. Também foi destaque na criação de empregos em um ano de economia difícil, criando 2.583 vagas, alta de 7,9% em relação a 2019. Em relação aos outros indicadores teve desempenho positivo em todos. As exportações se elevaram 17,5% em valor, houve crescimento de 56,3% na lavoura permanente, de 14,5% na lavoura temporária e 21,5% na pecuária.

A vizinha Petrolina (PE) destaca-se pelo mesmo perfil. Ambas fazem parte da região produtora de frutas do Vale do São Francisco. Juazeiro exportou 1,5 mil toneladas de frutas e Petrolina 6,5 mil toneladas de uvas. A cidade pernambucana criou 2.140 empregos e teve elevação de 20,2% na lavoura permanente e 11,7% na pecuária.

Leia Também:  Desempenho das carnes na quarta semana de agosto

 

Confira a lista completa:

Por: AGROLINK –Eliza Maliszewski

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Agronegócio

Saiba qual biológico é melhor para sua lavoura

Publicados

em

O Dr. Fernando Andreote, professor da ESALQ/USP, elaborou uma classificação para os produtos biológicos oferecidos atualmente no mercado. Por um lado, “inoculantes” e “biodefensivos” contêm em sua formulação microrganismos específicos para fins predeterminados. Por sua vez, os “ativadores” estimulam os organismos presentes no solo e os “repositores” suprem o solo de microrganismos para a reorganização e funcionalidade do seu microbioma. A Engª. Agrª. MSc. Maria Stefânia D’Andrea Kühl, Analista Técnico da Microgeo, explicou melhor sobre cada conceito. Confira abaixo:

Inoculantes

Referem-se a um produto que contém microrganismo e que tem como função a ação favorável ao crescimento e desenvolvimento das plantas. Para sua eficácia agronômica, é necessário que o produto contenha a espécie de microrganismo caracterizado como inoculante proveniente de cepas de “coleção oficial”, garantia de concentração mínima em suporte estéril, livre de outros microrganismos não específicos a fim de garantir sua pureza.

Biodefensivos

Considerado o segmento que mais cresce dentre os biológicos. Os biodefensivos são agentes Biológicos de Controle, como organismos vivos, de ocorrência natural ou obtidos por manipulação genética. Tem como função, o controle de uma população ou de atividades biológicas de outro organismo considerado nocivo à agricultura. Neste caso há duas categorias técnicas: inimigos naturais – entomopatógenos (como exemplo os fungos e bactérias), organismos que naturalmente infectam, parasitam ou predam uma praga específica; ou a técnica de inseto estéril – liberação de machos esterilizados usados na supressão ou erradicação de pragas. Para que o produto seja eficiente na agricultura deve-se ter a indicação do local da coleção biológica e a concentração mínima do ativo biológico; é importante seguir as indicações de uso nas culturas apropriadas e alvos biológicos a que se destina.

Leia Também:  Inflação oficial fica em 0,24% em agosto desse ano, aponta estudo do IBGE

Ativadores

Esta classificação abrange os fertilizantes, fertilizantes orgânicos, organominerais, biofertilizantes, condicionadores de solo, substratos para plantas, substâncias húmicas e fúlvicas, e aditivos. São também conhecidos como Bioestimulantes, já que apresentam efeitos diretos ou indiretos na melhoria das propriedades físico-químicas do solo e na estimulação da atividade biológica presente nele. Conforme o enquadramento do produto, este deve apresentar garantias mínimas de compostos químicos, princípios ativos e/ou agentes orgânicos em sua composição para se obter os benefícios agronômicos.

Repositores

Contém em sua composição a presença de diferentes espécies de microrganismos vivos, que tem como função a reposição biológica, a reorganização e a funcionalidade do microbioma do solo. “Nesta classificação, podemos destacar o MICROGEO® – um componente balanceado utilizado para a produção do Adubo Biológico através do Processo de Compostagem Líquida Contínua (CLC®) em Biofábricas instaladas diretamente nas propriedades agrícolas. O Adubo Biológico é caracterizado como repositor por apresentar concentração de 107 a 109 células de bactérias por mL e em termos qualitativos, média de 300 diferentes grupos de bactérias. Os grupos variam de acordo com a localidade da instalação da Biofábrica CLC®, garantido microrganismos adaptados ao local de uso o que o torna uma biotecnologia altamente eficiente”, explica a Engª Agrª Maria Stefânia. A biotecnologia Microgeo® ao restabelecer o microbioma do solo, proporciona diferentes benefícios ao sistema solo-planta sendo capaz de contribuir com a bioestruturação física do solo através da redução da compactação, potencializa a eficiência nutricional e promove maior saúde ecológica no sistema de produção, garantindo uma maior produtividade e lucratividade ao produtor.

Leia Também:  Soja brasileira vai ter safra excepcional

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

vídeo publicitário

POLÍTICA

POLÍCIA

AGRONEGÓCIO

ECONOMIA

GERAL

MAIS LIDAS DA SEMANA