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PRIMEIRA SAFRA

MT tem maior área de milho desde 2014

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Em Mato Grosso, a semeadura da primeira safra de milho ocorre de novembro a dezembro. E os produtores estão animados com a valorização do cereal. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) a área destinada à primeira safra deve crescer 4,1% e deve alcançar 42,9 mil hectares. Esta é a maior área registrada desde 2014.

Já a produção tem perspectiva de queda de 5,1%, com 327 mil toneladas. A diminuição é explicada por uma produtividade menor, de 7.643 quilos por hectare, 8,9% abaixo do alcançado na safra passada. Com esse resultado o estado fica na 11º posição entre os estados produtores. O maior produtor nacional da primeira safra de milho é o Rio Grande do Sul, com 5,6 milhões de toneladas, um avanço de mais de 44%.

Por outro lado, Mato Grosso seguirá como o maior produtor nacional de milho segunda safra. A previsão da Conab é de que o Estado destine uma área de 5,4 milhões de hectares para essa cultura e alcance uma produção de 34,3 milhões de toneladas.

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Somando as três safras o Mato Grosso deve produzir 34,6 milhões de toneladas em 5,4 milhões de hectares. No país a produção esperada no total é de 105,1 milhões de toneladas e na primeira safra o volume total deve ser de 26,7 milhões de toneladas.

No MT a primeira safra é “limitada a pequenas participações, para atendimento a demandas pontuais do mercado interno, a exemplo do consumo em propriedades e do suprimento para formulação de ração animal”, segundo a Conab. A Companhia cita ainda que o foco do produtor está voltado ao plantio de soja.

Segundo o boletim semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) a saca do milho disponível no Estado fechou a semana cotada a R$ 56,09, com alta considerável de 5,8%. No mesmo período do ano passado estava, em média, a R$ 26.

Fonte: AGROLINK –Eliza Maliszewski

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Confira o preço do milho no Brasil

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Os preços do milho no mercado do Rio Grande do Sul chegam a R$ 93,00 em Santa Rosa, segundo informações da TF Agroeconômica. “O mercado de milho está muito lento no RS.  Há pouca disponibilidade de safra velha, a maior parte já nas mãos dos compradores que  estão esperando chegar a safra de verão para aumentarem as compras no estado. Não houve relatos de compras de milho no MS nesta quarta-feira, embora os compradores tenham tentado colocar bids ao redor de R$ 79,00+ICMS CIF sem sucesso”, comenta.

Nesse cenário, Santa Catarina compra 5.000 toneladas no Mato Grosso do Sul e se retira do mercado. “Este recuo pode realmente acontecer quando a safra de verão do RS começar a ser colhida dentro de 30 dias, no final de dezembro, sempre com respingos sobre o estado catarinense, devido à proximidade e frete baixo. Os preços para o produtor mantiveram-se em R$ 76,00/saca no Alto Vale do Itajaí, R$ 76,50  em Campos  Novos, R$ 76,00  Concórdia e Joaçaba, R$  74,00 em Pinhalzinho, R$ 70,25 em Xanxerê”, completa.

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No Paraná, o mercado está inalterado e vazio de negócios. “Os vendedores recuaram as suas pedidas de R$ 80,00 puro para a faixa entre R$ 77,00 e R$ 80,00 nesta semana. Em Paranaguá milho de safra velha continua sem indicação e para safra nova indicação de R$ 72,00 para fevereiro/março de 2021. Para safra nova continua a R$ 66,00 para março/abril de 2021 posto fábrica”, informa.

Enquanto isso, foi visto um novo recuo forte do milho no MS nesta quarta-feira. “Para o Rio Grande do Sul ofertas a R$ 80,00 e R$ 80,50 + ICMS para a região de Santa Rosa e Ijuí, e compradores indicando os 79,00  +  ICMS, mas sem reportes de negócios. A volta das chuvas e a perspectiva de recuperação de algumas áreas que antes apresentavam seca assustou os vendedores que se apressaram em aceita as ofertas menores dos compradores”, conclui.

AGROLINK –Leonardo Gottems

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