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Milho segue subindo no mercado internacional

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De acordo com informações divulgadas pela TF Agroeconômica, o preço do milho segue subindo no mercado internacional. Nos mercados à vista asiáticos, os futuros do milho na bolsa chinesa de Dalian se firmaram um pouco ao longo do dia e foram registrados em CNY 2.771/t ($ 427,26/t).

“O Feed Leaders Committee (FLC) da Coréia do Sul encomendou um carregamento de milho de origem sul-americana em um negócio privado com a Al Ghurair na noite de sexta-feira, enquanto uma explosão de atividade comercial no final da semana passada continuava a vir à tona. A FLC pagou US$ 305,99/t CFR Incheon, mais US$ 1,50/t para descarga em Kunsan para a carga com chegada em 25 de agosto”, comenta.

As ofertas de milho para o Vietnã aumentaram com a alta dos futuros e foram registradas a US$ 330/t CIF Phu My e Cai Mep no sul do país em maio, enquanto as posições para junho foram ofertadas a US$ 322/t CIF Hai Phong, no norte do país. “O mercado de milho da Ucrânia estava mal definido na segunda-feira em meio ao aumento contínuo nos futuros de milho na CBOT. Enquanto isso, os lances de compra oficialmente mostrados no mercado doméstico chegaram a US$ 265/t CPT, enquanto os traders disseram que algumas negociações estão acontecendo em uma faixa ainda mais alta de US$ 267- $ 272/t”, completa.

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“As ofertas de milho romeno foram registradas em € 233- € 235/t FOB CVB para carregamento em junho. Finalmente, as bases argentinas permaneceram sob pressão, uma vez que o aumento nos futuros do milho e a chegada da nova safra de milho continuaram a puxar os prêmios da base para um dígito”, conclui.

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Falta de gado pronto para o abate e baixo lucro deixa frigoríficos em alerta

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A indústria de carne bovina em Mato Grosso está em alerta. De janeiro a abril deste ano, o equivalente físico (EF) do boi gordo, que é o indicador que considera a receita que o frigorífico gera ao vender carne com osso no atacado, alcançou o menor patamar nos últimos 23 anos. Sinal de que as operações podem estar sendo realizadas com margens negativas.

A análise é do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac) e se baseia nas variações mensais médias do indicador, que compara o valor com que se vende os animais para abate e o valor com que se comercializa a carne com osso no mercado atacadista.

Em janeiro de 2021, o EF médio no estado foi de -8,8%, chegando a -14,1% em março e ficando em -13,3% em abril. Percentuais tão baixos assim só haviam sido identificados em meados de 2008. Em junho daquele ano, o EF aferido foi de -13,72%. Os dados são acompanhados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Um dos aspectos que explica essa conjuntura é a menor disponibilidade de animais para abate no estado. Comparando o primeiro quadrimestre (janeiro a abril) de 2021 com o mesmo período do ano passado, observa-se queda de 11,5% no volume de bovinos abatidos. Neste ano, Mato Grosso somou 1,418 milhão de animais terminados de janeiro a abril, conforme dados do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), enquanto que no mesmo período de 2020, foram 1,603 milhão de cabeças abatidas.

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“Além dessa redução da oferta de animais, que contribui para a elevação no preço do boi gordo, a estagnação da carne no mercado interno não permite que as indústrias trabalhem com valores mais atrativos”, explica Bruno de Jesus Andrade, diretor de Operações do Imac. Em abril passado, o valor médio do equivalente físico do boi gordo no estado chegou a R$ 259,56/arroba (@), enquanto o preço do boi gordo foi de R$ 299,37/@.

Da assessoria

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