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MERCADO GLOBAL

Milho internacional: preços recuam em todas as praças

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De acordo com o que informou a TF Agroeconômica, os preços do milho recuaram em todas as praças do mercado internacional neste início de semana. “Em termos de mercado físico, enquanto as ofertas para o milho americano para embarque de janeiro permaneceram estáticas em 140 c/bu sobre os futuros de março para a primeira metade do mês e 145 c/bu para o segundo semestre, as negociações provavelmente foram concluídas em níveis mais baixos em comparação com a semana passada, à medida que mais volumes fluem para o porto após o término da safra”, comenta.

Na Argentina, as ofertas para janeiro caíram 3 c/bu para 157 c/bu sobre os futuros de março, com ofertas para fevereiro caindo abruptamente 10 c/bu para 150 c/bu sobre o mesmo contrato, em face da demanda limitada e expectativas para uma nova safra mais forte a partir de março. “E no Brasil, as ofertas para julho foram ouvidas em 93 c/bu sobre o contrato de julho de 2021, queda de 2 c/bu no dia sem ofertas relatadas pelo time da imprensa”, indica.

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“A nova semana começou discretamente na Ucrânia, com o FOB e os preços domésticos mostrando quase nenhuma mudança. As ofertas de milho de carregamento de dezembro a janeiro mantiveram-se estáveis em torno de US$ 235/t FOB HIPP, enquanto os compradores apresentaram ofertas em torno da marca DE 228-$230/t FOB HIPP. Além disso, as ofertas para dezembro carregando milho com documentos chineses foram ouvidas a partir de US $ 238 /t FOB PIPP, enquanto a ideia do comprador foi ouvida também em torno de US $ 230 /t FOB PIPP”, conclui.

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Biofertilizante nanotecnológico revoluciona nutrição

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Um fertilizante e estimulante biológico que utiliza como matéria-prima carbono, nitrogênio e hidrogênio foi o resultado de uma parceria entre UNB (Universidade de Brasília) e a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária). Através da nanotecnologia, a Arbolina (previamente conhecida como Krill A32), possui características químicas que permitem uma absorção mais eficiente pelas folhas e, dentro da planta, ativa rotas metabólicas essenciais.

A partir dessa “Nanotecnologia Verde” é possível aumentar a produtividade e a qualidade nutricional de cultivares. Isso porque a solução oferta macros e micronutrientes necessários para o crescimento dos vegetais, como nitrogênio, fósforo, potássio, ferro e zinco, por exemplo.

Desenvolvida para o aumento da eficiência dos sistemas produtivos, a Arbolina possui em sua formulação propriedades estimulantes e hormonais. De acordo com Juscimar, o biofertilizante é voltado principalmente para aplicação na agricultura por meio de pulverizações foliares em hortaliças, soja, trigo, milho, algodão, feijão, morango e em qualquer outra espécie cultivada.

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“Além dos efeitos diretos no desenvolvimento vegetal, o produto apresenta compatibilidade com outros insumos agrícolas, podendo ser utilizado na mesma aplicação, o que não onera o custo de produção e traz diversos outros benefícios também. Além disso, o uso combinado tem permitido reduzir a dose de agroquímicos, aumentando sua eficiência e reduzindo a fitotoxicidade causada por eles”, acrescenta o pesquisador da Embrapa.

A Arbolina é resultado de um projeto de pesquisa multidisciplinar que teve sua origem nos laboratórios da UNB, contando com a expertise de professores e alunos do departamento de Química da Universidade. A partir daí houve o escalonamento de produção da tecnologia para padrões industriais, com parceria da Embrapa, através da formação da startup Krilltech. Com isso, a patente de formulação foi depositada integralmente junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) neste ano de 2020.

“Ensaios agronômicos iniciais com hortaliças ocorreram no campo experimental da Embrapa, com as seguintes culturas: tomateiro, pimentão e alface hidropônica. Os resultados de destaque foram modificações de respostas fisiológicas das culturas com aumentos expressivos na taxa fotossintética e aumento na eficiência de uso da água e nutrientes. Estes comportamentos refletiram diretamente na produtividade com aumentos na ordem de 15 a 20% para as culturas avaliadas”, relembra Marcelo Rodrigues, fundador e conselheiro tecnológico da Krilltech.

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Os criadores revelam que a Arbolina deverá ser comercializada na forma de emulsão, para ser diluída na calda no momento da aplicação – que será por via foliar, garantido uma maior uniformidade de espalhamento. “Por se tratar de matrizes carbonáceas que estão em consonância com a lei, o produto está posicionado para uso em sistema de produção convencional, orgânico, fazendas urbanas, produção protegida (indoor e outdoor)”, ressalta o outro sócio-fundador, Diego Stone Aires, empreendedor de 27 anos que é o CEO da Krilltech.

Por: AGROLINK –Leonardo Gottems

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