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Milho anda de lado no mercado internacional

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Sem a referência de Chicago, mercados andam de lado nesta segunda-feira e, para o milho internacional, a situação é exatamente a mesma, de acordo com o que informa a TF Agroeconômica. “Com os EUA em um feriado nacional nesta segunda-feira, o contrato futuro da CBOT de Chicago ficou fechado, deixando apenas o futuro do milho da Euronext, de Londres/Paris para oferecer algum senso de direção”, comenta.

“No fechamento, o contrato da Euronext de março atingiu € 234,75/t, alta de 1,4%, já que o contrato se apressou para  acompanhar  os  fortes  aumentos  da  semana passada,  enquanto  maio  estava  em  €  230,75/t,  um aumento  de  1,3%  em  relação  às  liquidações  de  sexta-feira”, completa a consultoria.

Na Ásia, a taiwanesa MFIG lançou sua primeira licitação de milho de 2021, procurando um barco para carregamento em março ou abril, com o leilão previsto para fechar na quarta-feira. “Na Ucrânia, o mercado permaneceu quase inalterado na  segunda-feira,  com  ofertas  em  US$  267/t  HIPP contra  as  idéias  dos  compradores  em  US$  260-  $  262/t  FOB  HIPP  para  carregamento  de  janeiro  a  fevereiro. Rumores  de  negociações  foram  discutidos  no  mercado,  incluindo  US$  264/t  FOB  HIPP,  mas  não  puderam  ser confirmados até o momento da publicação”, indica.

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“Os  dados  noturnos  da  Commodity  Futures  and  Trading  Commission  (CFTC)  mostraram  que  os  Fundos  haviam aumentado seus investimentos em futuros de milho nos EUA no lado comprado dos futuros. Os investidores reduziram o total de contratos vendidos a descoberto e aumentaram as posições compradas para elevar a posição comprada líquida em 24.826 lotes na semana até 12 de janeiro, para 374.714. Finalmente, com a divulgação de dados dos EUA atrasada um dia após o feriado nacional, os analistas esperam que os dados das inspeções de exportação de amanhã mostrem as exportações de milho dos EUA na faixa de 900.000 t a 1,2 milhão t em meio a sinais de que o ritmo está aumentando” conclui.

Fonte: AGROLINK –Leonardo Gottems

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Agronegócio

Índia não quer transgênicos do Brasil

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A partir de 1º de março passam a valer as novas regras de exportação de vegetais, frutas e grãos para a Índia. O país faz exigências que valem para 24 produtos e diz respeito a proibição de sua origem em organismos geneticamente modificados.

O Ministério da Agricultura recebeu a notificação da Food Safety and Standards Authority of India (FSSAI), autoridade alimentar indiana. “A exportação desses produtos deve estar acompanhada por um certificado oficial, conforme modelo estabelecido pela autoridade indiana, e que deverá ser emitido pelo Mapa no ponto de saída da mercadoria”, explica o diretor do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Carlos Goulart.

Todos esses produtos vegetais, independente do grau de processamento e do uso proposto, devem receber a referida certificação não-OGM. Os exportadores deverão solicitar a emissão do certificado na unidade da Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) de saída da mercadoria.

Somente para os produtos que têm autorização para cultivo OGM no Brasil –  feijão (Phaseolus vulgaris), milho, soja e cana-de-açúcar , deverá ser apresentado o laudo de análise laboratorial, emitido por laboratório da rede credenciada Mapa, atestando a ausência de evento OGM na partida a ser exportada.

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Os produtos vegetais sujeitos ao cumprimento da exigência são os seguintes: abacaxi, abóbora, alfafa, ameixa, arroz, batata, beterraba, soja, feijão, feijão caupi, cana-de-açúcar, milho, cártamo, maçã, canola, chicória, beringela, linhaça, melão, mamão, nabo, pimentas e pimentões, tomate e trigo.

AGROLINK –Eliza Maliszewski

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